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Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

"TURVAS" Nas águas turvas do amor. O vazio obscurece a minha alma....
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"TURVAS" Nas águas turvas do amor. O vazio obscurece a minha alma.... Nessas águas, envoltas de tristeza e dor.... Onde a tristeza reina no meu coração.... Esta a minha vida cheia de solidão....... Destrói a minha alma........ Envolta em sombras de dor.... Eu só quero ser forte como raiz...... Para que absorve a minha dor.... No meio desta tempestade..... Onde eu encontrei o meu verdadeiro amor!

UMA LÁGRIMA Uma lágrima cai silenciosa Para justificar tudo o que escrevo
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UMA LÁGRIMA Uma lágrima cai silenciosa Para justificar tudo o que escrevo Arrastando a dor que ficou presa na minha alma. Tantas vezes escrevo sem pensar Que as lágrimas correm devagarinho pelo meu rosto Toca de leve os meus lábios Num beijo que guarda o gosto a sal. Escrevendo tudo o que a minha alma dita Nas emoções dos sentidos que foram teus E se fizeram meus Escrevo tudo o que o meu corpo sente Desejando ser acordada pelo toque suave de uma carícia Escrita com as pontas dos dedos Num beijo sentido nas palavras ditas em silêncio Escrevo tudo o que o meu inconsciente grita. Um ser perdido que naufragou Nas sensações do meu corpo, do meu coração E tantas vezes da minha alma!

VERBO NÓS Tenho saudades de quando te via Que ficava deslumbrada
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VERBO NÓS Tenho saudades de quando te via Que ficava deslumbrada Por onde andaste meu amor Depois de fugires Que voltaste pela metade Pergunto-me se algo morreu dentro de ti Já não sabes ler o meu olhar? Tens medo de olhar-me nos olhos Despe-te, entra no meu corpo Descobre de novo esta casa que nunca deixou de ser tua Não te peço que fiques cá para sempre Se tu não quiseres, mas, talvez descubras E tenhas saudades da minha essência Talvez não consigas queimar Esse amor que sentes Esquecendo os passos do tempo que te atormentava... Possas sentir a genuinidade nos meus atos Feitos de afetos e carinhos Na liberdade pendurada em mim Entre promessas feitas refeitas de amor... Onde somos parte de mesmo mundo. Neste amor que não padece Mas que floresce como um jardim Onde o jardineiro cuida e ama as suas flores. Em que conjugo o verbo nós No ardente desejo de paixão, no verbo amar!

"Ó MAR" Ó mar, de coração atroz, sentimento feroz Prisioneiro encantado, nas vagas das sereias
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"Ó MAR" Ó mar, de coração atroz, sentimento feroz Prisioneiro encantado, nas vagas das sereias Ó mar, marinheiro perdido, esquecido Dá-me o teu amor, por mais que eu te ofenda Ó mar, peço-te uma rosa perfumada Deste frágil coração como a tua espuma. Ó mar, abençoada força da rocha Que a vulgaridade me tenta envenenar. Ó mar, eu sonhava ser como tu és Ser o teu sal, o teu iodo, a tua crueldade Ó mar, ó tempestade, ó enfadada vida Cicatriz sem esperança que sempre dói. Ó mar, ó infância esta minha, que me deixa Enganado de lembranças, que morro de saudade!

MINUTOS DE INCERTEZAS Minutos de incertezas...... Que carrego com espanto
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MINUTOS DE INCERTEZAS Minutos de incertezas...... Que carrego com espanto São momentos de silêncio vacilantes Sonhos que não voltam Como os raios de esperança A vida mais parece uma prece... Serena, tempestuosa e firme. No fim conversei com o vento... E desabafei com a chuva. Falei-lhe da minha dor. Da minha solidão, do meu lamento. Iluminando o dia ou a noite do meu caminho. Noites sem sono e talvez sem elixir. Não tenha medo da solidão. Ela é como a uma amiga na escuridão !!

VELHA CABANA Folhas molhadas, macias na velha cabana É bom voltar ao aconchego do pensamento
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VELHA CABANA Folhas molhadas, macias na velha cabana É bom voltar ao aconchego do pensamento Onde o calor lava a saudade e tira o vazio A chuva cai lá fora; ouve-se a alcateia a um passo É bom regressar à terra, sentir o seu perfume Este aroma que aprisiona os meus pés O peso do vento curva todas as ramagens da minha alma. As folhas galopam como se voassem no tempo - A minha alma calou... Mas a dor do passado, não passou ............O desassossego aquietou-se O sossego ficou em silêncio resignado Janela da velha cabana, entreaberta ao crepúsculo Não sinto nada, nem dor, nem amor, só silêncio Vejo as sombras; sinto-as impedindo a entrada do Sol Na velha cabana, onde a minha alma calou A alcateia chegou, o silencio também, sinto tanto sono Deixando todos os meus dias nulos.!

ESCOLHI-TE SIMPLESMENTE A vida a dois não é fácil..... É uma entrega cega entre dois corações
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ESCOLHI-TE SIMPLESMENTE A vida a dois não é fácil..... É uma entrega cega entre dois corações Aprendi com o silêncio..... A ouvir os sons interiores da tua alma Eu escolhi-te meu amor..... Escolhi mesmo sabendo os teus defeitos. Que não eras perfeito..... Afinal somos dois seres imperfeitos Quando se ama, a nossa alma rejuvenesce...... O nosso espírito eleva-se Escolhi-te meu amor.... Ser mãe, ser mulher, ser amante... É sentir os meus pés por entre folhas.... De um outono vivido...... Como algodão nos nossos entardeceres vividos Fiz de ti a minha opção, a minha melhor opção Os meus olhos, nos teus brilham.... O meu coração, no teu dança... Sentimos uma sensação de liberdade que apodera-se de nós. Sem termos medo de pisar os espinhos das rosas Sem nos importarmo-nos de quantas outras opções que a vida nos dá. Porque eu escolhi-te meu amor, tu vais ser sempre a minha escolha!

REGAÇO MEU Meu corpo é um poema sem palavras... A minha alma escuta o meu silêncio..
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REGAÇO MEU Meu corpo é um poema sem palavras... A minha alma escuta o meu silêncio.. As lágrimas inundam o meu regaço. Rezo o rosário da dor da minha alma Onde silenciosa sepultei os meus poemas Gosto quando me olhas com os teus sentidos Tocas-me com os teus pensamentos.... E beijas-me com o teu silêncio... Tango de uma alma traída quando a afastam Um mergulho no tempo.... Feito num momento.... de um lamento Um sofrimento num cansaço.... Pranto de um desejo, de um abraço O grito silencioso de uma lágrima reprimida... De uma dor aprisionada Onde a poesia é a minha companheira... Das madrugadas mal dormidas.. A solidão sempre foi meu caminho... Onde sigo.....a rota do vento.... E atravesso a tempestade. Agora enxugo minhas lágrimas cheias de saudades. De tristeza entregue a uma dor intensa... Onde só queria uma pausa para poder colher a lua.!!

CIÚME CRUEL Eu não percebo, não quero perceber O ciúme desmedido, que se faz insensato.
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CIÚME CRUEL Eu não percebo, não quero perceber O ciúme desmedido, que se faz insensato. Liberdade sufocada que não inspira poemas Olhos mal dormidos que não justificam a poesia. As muitas perguntas caladas explodiam. O poeta de passagem que rompeu as ânsias Que escreve e guarda o instante em palavras Descobertas das delicadezas que nós tratávamos Frases escritas que permaneceriam ocultas Nunca seriam identificadas ou traduzidas As letras traziam na alma, o ver das palavras A calma da vontade de ter e sentir Sabor da entrega e das descobertas apaziguadas

DESCREVER-TE, ESCREVER-TE... Queria descrever-te No cais onde o barco dorme
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DESCREVER-TE, ESCREVER-TE... Queria descrever-te No cais onde o barco dorme Queria escrever-te No gemido do silêncio dos nossos corpos Queria descrever-te Na noite dentro das tuas pálpebras Queria escrever-te Nas vozes caídas do deserto Queria descrever-te Num barco feito de sal fora da pele. Queria escrever-te No voo antecipado da gaivota Queria descrever-te Na proa com um sorriso à espera da maré alta Queria escrever-te Só as partes do corpo que abraçaste. Queria descrever-te Abraçar-te até morrer meu amor.!

DESASSOSSEGO Lençóis do nosso desassossego Na cama que clama por ti
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DESASSOSSEGO Lençóis do nosso desassossego Na cama que clama por ti Em cada pedaço da minha pele Está o teu perfume Preenchido com as juras do nosso amor Seremos sempre um só Num desejo que saciamos os dois Unidos em atos de um amor eterno Nas noites quentes Em que eu te procuro Noites descrentes Que o meu peito clama pelo teu nome Desejos roubados Em cada toque mais profundo No lado que me pertence Onde amarei cada pedaço de ti De ti meu amor Nos nossos lençóis de linho Do nosso desassossego ardente Seremos um caminho percorrido De um futuro desconhecido Onde a morte não mata este nosso amor Que será perpétuo; Que nos une num só ser!

QUERIA TRANSFORMAR Queria transformar as saudades Amando-te ainda mais
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QUERIA TRANSFORMAR Queria transformar as saudades Amando-te ainda mais Solto o meu desejo Inventando-te Prendo-te em mim em cada gesto Mostro-te quem sou eu Nos trilhos da nossa emoção Palavras ditas baixinho num gemido Coração que bate em descompasso Olhares que se encontram no desencontro Caminhos traçados nas pontas dos dedos Língua que se encontra na boca sem medo Aromas que se misturam num braço apertado Toque de ternura suave das mãos que exploram Rasgam todas as asas que me prendem Libertando-me da prisão dos sentidos Solto as amarras nas palavras que escrevo Escrevo-te em cada segundo do meu pensamento Invento-te de novo em mim nas palavras mágicas Ditas, escritas na tempestade do tempo, para o tempo.!

Luz da insônia Assim danifica a luz da insônia Sabes que o poema esta vivo
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Luz da insônia Assim danifica a luz da insônia Sabes que o poema esta vivo E eu estranhamente na minha velhice apressada Sinto os favos de mel de uma alma estéril Fragas em lascadas, pedras perdidas Onde o poema escrito dormita com a minha alma Doloroso o meu desassossego Dos instantes de um adeus A tua boca solta um grito maldiçoado Perco os sentidos de um passado em crepúsculo Enquanto eu te invento, encosto-me a ti em mim Entrego-te o relógio de areia Que dorme na minha boca Onde a caricia do vento, acaricia-me o corpo frio Invento-te nos meus poemas escritos Com a luz da minha insônia Nesta minha estranha velhice talvez ou não apressada!

TANGO SUADO Ainda trago preso ao meu pescoço... O fio com o teu coração
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TANGO SUADO Ainda trago preso ao meu pescoço... O fio com o teu coração Os teus; os meus olhos trouxeram-te até mim. Devagarinho tu surgiste Na minha vida de forma avassaladora Olhei-te, olhaste-me; observei-te, Observaste-me; admirei-te, admiraste-me Foram as tuas palavras feitas em acordes de som mágico Que entrou nos meus ouvidos Tango tocado Embalado perfumado do teu corpo solto no meu Senti-te na troca dos nossos olhares Apaixonei-me loucamente Com o gosto dos beijos Com o toque da tua pele Com o aroma perfumado dos nossos corpos Suados apaixonados!

PALAVRAS Passeio pela areia branca da praia Faltam-me as palavras rimadas
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PALAVRAS Passeio pela areia branca da praia Faltam-me as palavras rimadas Falta-me a vontade de assumir Falta-me lucidez para esquecer Falta-me coragem de fazer algo diferente Falta-me energia mesmo quando escrevo Falta-me inquietação na alma Falta-me saudade, pela ausência Falta-me tudo e nada.... Mas no final encontrei-te em frente ao mar.!

FRAGA DE ECOS Meu amor leva-me as fados P´ra chorar de alegria o amor que sentimos
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FRAGA DE ECOS Meu amor leva-me as fados P´ra chorar de alegria o amor que sentimos Leva-me para casa p´ra abrires o teu coração Deita-me na tua cama e apaga o fogo que me consome Como um bombeiro que apaga as giestas a arder Ecos e gritos de uma fraga solta e perdida na serra Acordei Sentindo a tua falta e ainda sentindo o teu beijo A noite era eterna e eu não quero dormir sem sonhar Eu dei-te a minha alma, o meu corpo Sem esperar por amanhã. Condenados à vida Estamos como duas almas acorrentadas Somos amigos do sol, amantes ao luar Somos cúmplices Partilhamos todos os nossos quentes momentos Meu amor leva-me as fados P´ra chorar de amor junto a ti!

Somos marionetas Somos marionetas submissas nas horas infinitas Que ardem nos lençóis sem entenderem a poesia
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Somos marionetas Somos marionetas submissas nas horas infinitas Que ardem nos lençóis sem entenderem a poesia Devaneios sem gestos cheios de delírios vagarosos O silêncio dorme nos livros já lidos no cesto do quarto Noites de insônia feitas em oração Em preces que se repetem Despertam uma utopia nos meus dias de calafrios Onde os gemidos escorrem nas paredes cheias de suspiros São noites despidas Naufragadas Embriagadas do néctar raro Lírios de beijos em flor suspirados no céu da tua macia boca vertigens poéticas dos teus fluidos que denotam o meu lago Descanso os minutos Das minhas horas no desassossego das palavras As grutas de fragas De pedras, do meu silêncio são a vertigem da poesia Marionetas submissas Nas horas infinitas nos lençóis sem entenderem a poesia!

ESCREVO...ESCREVO O nosso silêncio amor, dorme Nos livros já lidos no cesto do nosso quarto!
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ESCREVO...ESCREVO O nosso silêncio amor, dorme Nos livros já lidos no cesto do nosso quarto! Tantas vezes escrevo sem pensar Tudo o que a minha alma dita Tudo o que o meu corpo sente Tudo o que o meu inconsciente grita. Porque tornou-se impossível não escrever Gosto tanto e faz-me falta !

Estás só cansada Estás só cansada do voo da mente Ninguém sabe desta alma condenada
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Estás só cansada Estás só cansada do voo da mente Ninguém sabe desta alma condenada Que cala nas conversas de janela profanas Mas finge sem fingimentos, versos de absintos. Poeta de labirintos de um jardim de sonhos Nada espera que em ti já não exista Nas ilusões da ideia das coisas Cada um consiga o que é triste. Entre as ruínas dos fracos álamos Tempo velho onde a juventude se perde Tens sol se há sol, ramos se ramos buscas Sorte se a sorte é dada, odisseia de pão sem vinho Fica suspensa de palmilho sem andarilho na madrugada!

"VIDA" Na vida, muitas vezes vivemos dificuldades e infortúnios Sofremos, desesperamos, lamentamos e choramos
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"VIDA" Na vida, muitas vezes vivemos dificuldades e infortúnios Sofremos, desesperamos, lamentamos e choramos A vida é complexa, é como um imenso labirinto de fragas Constantemente caminhamos por caminhos de cenários brutescos E ininterruptamente nos deparamos em situações... Que nos transformam Que modificam a nossa própria natureza Do nosso instinto selvagem Que exigem qualidades, que muitas vezes não possuímos Exigindo dos outros, valores extraordinários!

SÃO TRINTA(anos) LINDAS FLORES A nossa prisão é a nossa liberdade Algumas pessoas nunca saberão
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SÃO TRINTA(anos) LINDAS FLORES A nossa prisão é a nossa liberdade Algumas pessoas nunca saberão Que amar é viver Morrer na vida não é viver Por acaso um pássaro vive sem asas Ou o mar sem as suas ondas Mesmo quando um cavalo se sente ferido Será sempre recordado na sua plenitude De nos sentirmos mais amados. Deixa os teus lábios doces, secar o veneno Lentamente do meu corpo, terra pura de amor sedento São trinta lindas flores, a soar a cem mil Paixões de um presente, no coração da minha memória Peguei em ti e na vida cheia de sensações. Morri fiel, admirando a tua beleza Como os pássaros que cantam uma melodia Os nossos sonhos voam nos dias amargos Porque eu sinto-me..... Sinto-me como se estivesse a morrer nos teus braços "feliz"!

VISITEI A MINHA ALMA Mãos que escrevem ciberneticamente, Instrumentos de mau hálito da morte
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VISITEI A MINHA ALMA Mãos que escrevem ciberneticamente, Instrumentos de mau hálito da morte Grades de ferro tapam a alma Fiz uma verdadeira revolução Quando visitei a minha alma Tinha-se afundado no egoísmo O véu descortinou-se na miséria Instalando-se na servidão da incoerência Enraizados no corpo, na mente Penitências às quais fique submetido Nos porões da inconsciência Submundo da própria ignorância Somente através do auto perdão Obtêm-se a luz do deslumbramento Ouvem-se passos vazios na escuridão Anjos perdidos, esquecidos na penumbra Vivem nas sombras do mundo obscuro Toque das mãos frias, abraços de gelo Alma assombrada que jaz de recordações Caminho de uma paixão ou de entrega. Donde fiz uma verdadeira revolução Quando, quando visitei a minha alma!