Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Estás só cansada Estás só cansada do voo da mente Ninguém sabe desta alma condenada Que cala nas conversas de janela profanas Mas finge sem fingimentos, versos de absintos. Poeta de labirintos de um jardim de sonhos Nada espera que em ti já não exista Nas ilusões da ideia das coisas Cada um consiga o que é triste. Entre as ruínas dos fracos álamos Tempo velho onde a juventude se perde Tens sol se há sol, ramos se ramos buscas Sorte se a sorte é dada, odisseia de pão sem vinho Fica suspensa de palmilho sem andarilho na madrugada!
No pensador.ai desde