Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
VISITEI A MINHA ALMA Mãos que escrevem ciberneticamente, Instrumentos de mau hálito da morte Grades de ferro tapam a alma Fiz uma verdadeira revolução Quando visitei a minha alma Tinha-se afundado no egoísmo O véu descortinou-se na miséria Instalando-se na servidão da incoerência Enraizados no corpo, na mente Penitências às quais fique submetido Nos porões da inconsciência Submundo da própria ignorância Somente através do auto perdão Obtêm-se a luz do deslumbramento Ouvem-se passos vazios na escuridão Anjos perdidos, esquecidos na penumbra Vivem nas sombras do mundo obscuro Toque das mãos frias, abraços de gelo Alma assombrada que jaz de recordações Caminho de uma paixão ou de entrega. Donde fiz uma verdadeira revolução Quando, quando visitei a minha alma!
No pensador.ai desde