Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
CIÚME CRUEL Eu não percebo, não quero perceber O ciúme desmedido, que se faz insensato. Liberdade sufocada que não inspira poemas Olhos mal dormidos que não justificam a poesia. As muitas perguntas caladas explodiam. O poeta de passagem que rompeu as ânsias Que escreve e guarda o instante em palavras Descobertas das delicadezas que nós tratávamos Frases escritas que permaneceriam ocultas Nunca seriam identificadas ou traduzidas As letras traziam na alma, o ver das palavras A calma da vontade de ter e sentir Sabor da entrega e das descobertas apaziguadas
No pensador.ai desde