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Frases de Alice Vaz De Barros

20 frases

⁠O sorriso alimenta-se do lago dos teus e dos meus olhos. Eu fui a luz resplandecente da aurora que, radiante, o meu dia e o meu sorriso clareou.
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⁠O sorriso alimenta-se do lago dos teus e dos meus olhos. Eu fui a luz resplandecente da aurora que, radiante, o meu dia e o meu sorriso clareou. Eu fui todas as flores multicolores que, suavemente, no meu jardim, desabrocharam. Eu fui o vento impetuoso que de leve soprou, desaparecido e renascido nos sorrisos do tempo... Eu sou do céu as estrelas cadentes e cintilantes que, velozmente, atravessam os teus e os meus sonhos! Eu sou o sorriso da alma que feliz ou triste caminha, mas ainda acredita, no desabrochar dos sorrisos! Eu sou o vento que clama, pela chama dos teus olhos, mergulhados nas lutas do dia a dia. Eu serei como o impetuoso e poderoso mar, que, carinhosamente procura os rios para poder abraçar. Eu serei a brisa quente e fria que torna a noite num doce e alegre despertar de sorrisos na agonia. Eu serei a fonte dos sorrisos que florescerão amanhã, confiante no sabor, das gargalhadas que daremos juntos. Quem fomos? Quem somos? Quem seremos? Importa que tenhamos a esperança a brotar dos olhos. Que o sorriso seja a fonte que bebe da esperança que jorra dos olhos, e nas lágrimas derramadas possa de novo nascer e acreditar que ainda se vive, basta ter fé e prosseguir chorando e sorrindo! (Alice Vaz De Barros)

⁠Neste recanto de amor aonde nos elevamos, absorvemos cada olhar, despido de palavras, brilho com brilho, portas adentro, na mímica e na química dos sentidos, na expressão de cada sussurro trémulo
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⁠Neste recanto de amor aonde nos elevamos, absorvemos cada olhar, despido de palavras, brilho com brilho, portas adentro, na mímica e na química dos sentidos, na expressão de cada sussurro trémulo a vestir sorrisos de contentamento. Inspiramos todos os gestos das palavras que caiem em cascata, e no pranto das nossas lágrimas maturadas pela alegria da espera, tocam campainhas que despertam em nós sensações inebriantes, nestes soluços de pranto embriagado pelo êxtase de todos os sentidos a fervilharem em nós coreografias de sonhos que nos percorrem como um rio.

⁠Visto-me com a eternidade de todos os teus sentidos, vestes-te com os sentidos de toda a minha eternidade. E é neste amor que acreditamos, que nos construímos
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⁠Visto-me com a eternidade de todos os teus sentidos, vestes-te com os sentidos de toda a minha eternidade. E é neste amor que acreditamos, que nos construímos e nos enraizamos, como se o manto tecido pelo nosso abraço, crescesse a cada sentido, a cada sintonia, na ressonância do eco que nos habita e se eterniza, no batuque incessante do nosso para sempre.

⁠Meu amor, quando chegares não tragas na bagagem a superficialidade,
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⁠Meu amor, quando chegares não tragas na bagagem a superficialidade, traz apenas a profundidade em todos os teus sentidos! Não te percas em futilidades porque tenho ânsia de crescer e saber... Agasalha-me com a verdade e veste-me com o olhar dos teus sorrisos! Quero que partilhes comigo todos os teus anseios, acordar ao som da música que juntos tocamos em acordes de sintonia e harmonia! Sabes meu amor há tanto tempo que espero pela tua chegada e tu continuas aí à espera do mesmo que eu... Sonho com o dia em que te irei abraçar e juntos em vez de uma taça de vinho beberemos as palavras de um livro que nos fará levitar e nos fará galopar para fora deste mundo onde impera a falta de criatividade para se amar! Meu amor, não me ofereças flores, deixa-as viver, não me ofereças perfumes, quero sentir o cheiro da tua alma e perfumar-me com ela. Meu amor há tanto tempo que costuro a tua alma á minha, na ânsia de te encontrar e na prega da bainha em que te guardo, existe uma enciclopédia de requisitos que tens que trazer contigo! Não me condenes meu amor, não sei viver pela metade, nem sei fingir que é amor quando não é. Também não me julgues mal meu amor, porque não quero nada que me possas ofertar. Só quero a tua mão na minha, o teu sorriso a florir sóis no teu e no meu jardim, e quero ver-te tão feliz para me banhar nos teus dias e adormecer na cama da tua felicidade que é o cobertor com que te cubro a vida meu amor! Alice Vaz De Barros

⁠O que nos distingue como espécie é o facto de cada um de nós ter a sua noção social e a capacidade de nos colocarmos na pele e nos pensamentos uns dos outros. O nosso maior contentamento é quando experimentamos a sensação de que existe algo que nos dá respostas de que estamos p…
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⁠O que nos distingue como espécie é o facto de cada um de nós ter a sua noção social e a capacidade de nos colocarmos na pele e nos pensamentos uns dos outros. O nosso maior contentamento é quando experimentamos a sensação de que existe algo que nos dá respostas de que estamos por assim dizer, a vibrar na mesma sintonia. Poderíamos até ser definidos como sendo de entre as espécies aqueles que possuímos a maior capacidade para a sintonia da ressonância. A ressonância da empatia, e da sintonia é fundamental para que sejamos bafejados pelo ânimo de viver, acreditando nas relações. Experimentamos uma relação de resposta quando sentimos que a contemplação do outro toca nas cordas da nossa sensibilidade. Essas respostas vêm sempre que nos sentimos cativados por algo quando temos a sensação de estarmos conectados por uma perfeita sintonia. Quando somos entendidos e ouvidos, passamos a sentir-nos eficazes e capazes, anulando toda a impotência que por vezes nos assola durante o trajeto das nossas vidas ao relacionarmo-nos. Quando experimentamos de modo intenso e completo a ressonância na sintonia do amor, desaparece a habitual separação e estranheza entre duas pessoas, dando lugar a uma genuína cumplicidade e a um sentimento de familiaridade e verdadeira comunhão. Quando experimentamos esta verdadeira sensação da ressonância, seja com o outro ou até na escrita, na música ou noutros dons e talentos, dificilmente subsistimos à falta dela. Que a busca deste céu interior em nós e nos outros nos leve a viver experiências irrepetíveis em contínua espontaneidade, entrega, disciplina e contemplação do outro para que sejamos plenos e nos pertençamos cada vez mais. Do meu livro a editar: " Olhos que trespassam o coração" (Alice Vaz De Barros)

⁠...São os nossos passos, leves e eternos, como a existência do tempo, das horas quentes e frias,
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⁠...São os nossos passos, leves e eternos, como a existência do tempo, das horas quentes e frias, marcadas pelo relógio parado. ....E não há tempo, nem horas, nem pressa, nem condicionamentos... ...nem vamos para lugar algum, porque estamos mergulhados na plácida baía deste céu que nos saúda, dentro de nós. (Alice Vaz De Barros)

⁠Pérolas de sublimação! Nos lábios o silêncio! No meu olhar o brilho do teu amar...
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⁠Pérolas de sublimação! Nos lábios o silêncio! No meu olhar o brilho do teu amar... No coração, um batuque de celebração e neste mar de amar, a melodia dos meus e dos teus sentidos! Neste silêncio tão nosso, polvilhado de quereres e dizeres tão aprofundados, nestes gestos com que te cubro e me cobres, ressuscitando-me sorrisos devolvendo-te a esperança, fazendo das lágrimas de outrora pérolas de sublimação, para adornar o teu e o meu coração. (Alice Vaz De Barros)

⁠Tanta sintonia vestida de esperança neste acreditar, neste prosseguir de mãos dadas, e todos os nossos caminhos lado a lado são definidos pelos compassos da cumplicidade, da entrega e da devoção.
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⁠Tanta sintonia vestida de esperança neste acreditar, neste prosseguir de mãos dadas, e todos os nossos caminhos lado a lado são definidos pelos compassos da cumplicidade, da entrega e da devoção. Há em todo o nosso tempo a ressonância da sabedoria e da excelência, para que cada amanhecer se construa e fortaleça.

⁠Quero falar-te de uma palavra que abre asas e te agasalha. Quero que nela encontres o amor
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⁠Quero falar-te de uma palavra que abre asas e te agasalha. Quero que nela encontres o amor e que ele te eleve nas alturas a cada madrugada, buscando no orvalho quente do gemido das flores, o fruto fecundado pelo sol. Quero que ela seja como uma melodia ecoando de um belo stradivárius, cujo exímio violinista, afina em idiomas resplandecentes. Queria morder suavemente os lábios deixando escorrer a palavra que grita na minha garganta nua e guardasses sementes de sésamo para que abrisses todas as portas como que por magia. Queria que em cada sorriso prendesses o teu olhar ao meu e ao invés da menina dos olhos, rosas brancas me ofertasses para veres a minha alma desabrochar. Quero fazer desfilar esta palavra dentro de ti, para que a contemples, que ela inflame e seja derramada que te inspire com ardor e te traga a cada manhã a vida de quem espera e sabe aquilo que planta. Quero apenas ouvi-la com a tua doce e suave voz pronunciada com um sorriso, em letras bem magistrais de preferência maiúsculas. Quero senti-la forte como o amor que ecoa no teu sorriso a leves por todo o mundo e a cantes em melodias vertendo-a como uma seiva fresca, perfeita. Abro a boca do meu céu, e como chuva em solo celestial, só me cai da alma, o som da palavra PAZ a latejar e entrego-ta. Alice Vaz De Barros

⁠Sinto a voz do egoísmo desenhada nos umbrais das janelas dos olhos, Vontades insanas que prevalecem
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⁠Sinto a voz do egoísmo desenhada nos umbrais das janelas dos olhos, Vontades insanas que prevalecem no arrepio da ignorância, prepotência e vazio na arrogância das palavras dos dias. Depois da insubordinação dos dias de Dezembro, trago o luto a gritar-me por dentro, vagueio pelo pensamento das gentes, e amordaço vontades negligentes. Olhos tristes, saudosos e vazios, buscam apenas um toque no fluir das palavras, que substituam gestos de amor não adiados. Veste-se a pele dos dias num abraço longínquo que sacia a alma neste agasalho dos sentidos, em dedicação, conforto, cuidado e consciência. O amor, este doce agasalho que cresce e alimenta de sensibilidade os dias. A ternura verte alinhada na espera, nesta respiração ofegante, neste peito que dilata quimeras e sorrisos com as vestes da esperança. Estendo a esperança, no lençol de todos os rios, para tocar as almas sem nome que passam, e apenas deixo no umbral da porta da minha alma, as palavras que me trespassam... Abraço a tua e a minha vida, em consciência. Alice Vaz De Barros

⁠Turbulentos, débeis e dilacerantes estes momentos que vivemos, cuja dor, nos sonega este sol
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⁠Turbulentos, débeis e dilacerantes estes momentos que vivemos, cuja dor, nos sonega este sol que se veste deste inverno, tardio em retirar-se, resoluto em permanecer, na expressão sôfrega das nossas almas apoquentadas por este vírus. Visto-me de silêncio, para agasalhar as palavras que guardo, para que não morram e arranco à memória alguns sorrisos, para enfeitar os dias desta aflição. Há choro na voz da esperança, morte a circundar-nos, pelos soluços que nos invadem, nestes resquícios cancelados. Bebo a água de todas as dores e fervo uma oração de ventre rasgado, abandonada aos teus pés Senhor. Desço às águas tranquilas, que nascem na claridade dos dias, na quietude do sopro matinal e abandono-me inundada pela Tua Luz. Permaneço aonde os passos caminham em compasso, na mesma direção, acompanhando todo o batuque do ritmo desta vertente sintonia. Adormeço a dor do peito, limpo a chuva de todas as lágrimas caídas no chão da alma, para renascer no corpo de uma flor cujo viço revigora e me presenteia a vida com o milagre de todas as esperas. E para sempre haverá de renascer na bravura dos dias um eco de esperança que permanecerá em uníssono no imprevisto e todo o nosso existir. Alice Vaz De Barros

⁠Deitamo-nos levemente na cambraia dos nossos sonhos e adormecemos, deixamos acesas todas as luzes de todos os nossos próximos dias, deixamos tocar a nossa música para nunca a esquecermos,
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⁠Deitamo-nos levemente na cambraia dos nossos sonhos e adormecemos, deixamos acesas todas as luzes de todos os nossos próximos dias, deixamos tocar a nossa música para nunca a esquecermos, cavamos um buraco bem fundo para enterrar em nós a eternidade a cada anoitecer, e a cada despertar, desenterramos o tesouro da excelência que nos habita para vivermos o nosso para sempre.