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Frase de Alice Vaz De Barros

⁠O sorriso alimenta-se do lago dos teus e dos meus olhos. Eu fui a luz resplandecente da aurora que, radiante, o meu dia e o meu sorriso clareou. Eu fui todas as flores multicolores que, suavemente, no meu jardim, desabrocharam. Eu fui o vento impetuoso que de leve soprou, desaparecido e renascido nos sorrisos do tempo... Eu sou do céu as estrelas cadentes e cintilantes que, velozmente, atravessam os teus e os meus sonhos! Eu sou o sorriso da alma que feliz ou triste caminha, mas ainda acredita, no desabrochar dos sorrisos! Eu sou o vento que clama, pela chama dos teus olhos, mergulhados nas lutas do dia a dia. Eu serei como o impetuoso e poderoso mar, que, carinhosamente procura os rios para poder abraçar. Eu serei a brisa quente e fria que torna a noite num doce e alegre despertar de sorrisos na agonia. Eu serei a fonte dos sorrisos que florescerão amanhã, confiante no sabor, das gargalhadas que daremos juntos. Quem fomos? Quem somos? Quem seremos? Importa que tenhamos a esperança a brotar dos olhos. Que o sorriso seja a fonte que bebe da esperança que jorra dos olhos, e nas lágrimas derramadas possa de novo nascer e acreditar que ainda se vive, basta ter fé e prosseguir chorando e sorrindo! (Alice Vaz De Barros)

Alice Vaz De Barros

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alice Vaz De Barros

⁠Deitamo-nos levemente na cambraia dos nossos sonhos e adormecemos, deixamos acesas todas as luzes de todos os nossos próximos dias, deixamos tocar a nossa música para nunca a esquecermos,
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⁠Deitamo-nos levemente na cambraia dos nossos sonhos e adormecemos, deixamos acesas todas as luzes de todos os nossos próximos dias, deixamos tocar a nossa música para nunca a esquecermos, cavamos um buraco bem fundo para enterrar em nós a eternidade a cada anoitecer, e a cada despertar, desenterramos o tesouro da excelência que nos habita para vivermos o nosso para sempre.

⁠Turbulentos, débeis e dilacerantes estes momentos que vivemos, cuja dor, nos sonega este sol
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⁠Turbulentos, débeis e dilacerantes estes momentos que vivemos, cuja dor, nos sonega este sol que se veste deste inverno, tardio em retirar-se, resoluto em permanecer, na expressão sôfrega das nossas almas apoquentadas por este vírus. Visto-me de silêncio, para agasalhar as palavras que guardo, para que não morram e arranco à memória alguns sorrisos, para enfeitar os dias desta aflição. Há choro na voz da esperança, morte a circundar-nos, pelos soluços que nos invadem, nestes resquícios cancelados. Bebo a água de todas as dores e fervo uma oração de ventre rasgado, abandonada aos teus pés Senhor. Desço às águas tranquilas, que nascem na claridade dos dias, na quietude do sopro matinal e abandono-me inundada pela Tua Luz. Permaneço aonde os passos caminham em compasso, na mesma direção, acompanhando todo o batuque do ritmo desta vertente sintonia. Adormeço a dor do peito, limpo a chuva de todas as lágrimas caídas no chão da alma, para renascer no corpo de uma flor cujo viço revigora e me presenteia a vida com o milagre de todas as esperas. E para sempre haverá de renascer na bravura dos dias um eco de esperança que permanecerá em uníssono no imprevisto e todo o nosso existir. Alice Vaz De Barros