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Frase de Alice Vaz De Barros

⁠Somos um mundo em dor, um país em sofrimento. Somos amor e liberdade, somos a força da união dentro da raiz do amor vestida de esperança.

Alice Vaz De Barros

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alice Vaz De Barros

⁠Deitamo-nos levemente na cambraia dos nossos sonhos e adormecemos, deixamos acesas todas as luzes de todos os nossos próximos dias, deixamos tocar a nossa música para nunca a esquecermos,
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⁠Deitamo-nos levemente na cambraia dos nossos sonhos e adormecemos, deixamos acesas todas as luzes de todos os nossos próximos dias, deixamos tocar a nossa música para nunca a esquecermos, cavamos um buraco bem fundo para enterrar em nós a eternidade a cada anoitecer, e a cada despertar, desenterramos o tesouro da excelência que nos habita para vivermos o nosso para sempre.

⁠Turbulentos, débeis e dilacerantes estes momentos que vivemos, cuja dor, nos sonega este sol
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⁠Turbulentos, débeis e dilacerantes estes momentos que vivemos, cuja dor, nos sonega este sol que se veste deste inverno, tardio em retirar-se, resoluto em permanecer, na expressão sôfrega das nossas almas apoquentadas por este vírus. Visto-me de silêncio, para agasalhar as palavras que guardo, para que não morram e arranco à memória alguns sorrisos, para enfeitar os dias desta aflição. Há choro na voz da esperança, morte a circundar-nos, pelos soluços que nos invadem, nestes resquícios cancelados. Bebo a água de todas as dores e fervo uma oração de ventre rasgado, abandonada aos teus pés Senhor. Desço às águas tranquilas, que nascem na claridade dos dias, na quietude do sopro matinal e abandono-me inundada pela Tua Luz. Permaneço aonde os passos caminham em compasso, na mesma direção, acompanhando todo o batuque do ritmo desta vertente sintonia. Adormeço a dor do peito, limpo a chuva de todas as lágrimas caídas no chão da alma, para renascer no corpo de uma flor cujo viço revigora e me presenteia a vida com o milagre de todas as esperas. E para sempre haverá de renascer na bravura dos dias um eco de esperança que permanecerá em uníssono no imprevisto e todo o nosso existir. Alice Vaz De Barros

⁠Sinto a voz do egoísmo desenhada nos umbrais das janelas dos olhos, Vontades insanas que prevalecem
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⁠Sinto a voz do egoísmo desenhada nos umbrais das janelas dos olhos, Vontades insanas que prevalecem no arrepio da ignorância, prepotência e vazio na arrogância das palavras dos dias. Depois da insubordinação dos dias de Dezembro, trago o luto a gritar-me por dentro, vagueio pelo pensamento das gentes, e amordaço vontades negligentes. Olhos tristes, saudosos e vazios, buscam apenas um toque no fluir das palavras, que substituam gestos de amor não adiados. Veste-se a pele dos dias num abraço longínquo que sacia a alma neste agasalho dos sentidos, em dedicação, conforto, cuidado e consciência. O amor, este doce agasalho que cresce e alimenta de sensibilidade os dias. A ternura verte alinhada na espera, nesta respiração ofegante, neste peito que dilata quimeras e sorrisos com as vestes da esperança. Estendo a esperança, no lençol de todos os rios, para tocar as almas sem nome que passam, e apenas deixo no umbral da porta da minha alma, as palavras que me trespassam... Abraço a tua e a minha vida, em consciência. Alice Vaz De Barros