Noite esta eu queria estar ao seu lado mas os seios fartos
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Noite esta eu queria estar ao seu lado mas os seios fartos me seguram nos seios leitosos e nodosos pela blusa modelados fixados nos poros da mão. Seu eu pudesse te puxaria agora da cadeira fria te levaria para ler no telhado da casa o livro que eu lia e beber o mesmo vinho que eu bebia. a nuvem de gafanhotos questionaria que acima passaria compactada pelo frio e que guerreava com vaga-lumes no ardor do lindo dia que surgia. Subiríamos pela escada de madeira afunilada rebocada na parede, por argila modelada posicionada ao céu com folhas emaranhadas folhas verdes de fel. Se caso amanhecesse, levaria coxas de retalhos, bem simples, com amassos. Alguns travesseiros para vermos constelações secretas no seu maior ensejo. Ordenharia vacas voadoras e tomaríamos leite espumejante vindo de lugar nenhum, dançaríamos ao som da viola do campo beijaríamos com adoçante para viver um grande e incessante amor. Se esse abstrato meu pintado em um quadro ou em uma carta que não fosse enviada gotejasse na sua mão, não entenderia o tamanho do tato sentido e cultivado no pergaminho escondido que é minha solidão.