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Frase de alexandre morais

Questionando a Saudade Ó saudade! Porque levastes aquela moça ? Aquela pequena moça. Para sempre dos lábios meus. De desespero tu ouves o meu chorar. De alegria debocha ao olha-lá no breu. Saudade, porque ser tão cruel? Corpo e alma a entreguei em vida. Em morte dormirei e subirei aos braços teus. Saudade, onde foi que eu errei ? Por merecer tamanha frieza. Por ter sido verdadeiro? Isso um desejo que nunca saberei. Difícil será esquecê-la. Impossível ao vê-la com outro. Deus há de me ajudar, junto com os anjos dai-me força. Bela se faz. Seus cabelos soltos estão mais. Bela se fez, por mostrar-me suas mãos, seus suspiros e sua languidez. Saudade, sinto saudade dela. O vento lembra-me seu toque, as ruas seu corpo, a luz a sorte. Caminhávamos por caminhar. Sonhava só por sonhar. Sorria talvez por amar. Saudade, ela tens raiva de mim? Me esqueceu? Conte-me bem baixinho no meu ouvido para não acordá-la. Prometo não contá-la ao saber o que aconteceu. Saudade, ela vai voltar? Pelo meu sentir acho que não. Choro dia e noite, me entreguei a solidão. Mi'alma jás do corpo são. Podes ficar com ela para ti saudade. Cuide-a como mereces. Se ei de saber que faz-a sofrer. Meus olhos há de temer. Saudade, não irás ganhar. Não deixarei que apague-a do meu passado. Espero continuar outrora dessa vida. Cheio de suas memórias. Daquela pequena moça.

alexandre morais

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Pensador.com

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E aos trancos e barrancos continuo a carregar a minha vida nas costas. Por ter caído várias vezes não desisti de levá-la junto a vida que sempre vivenciei. Desafiou o certo e que fez orgulhar-me por ser minha essência, o meu cheiro. Encontrada no caminho perdido com vigor e simpl…
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E aos trancos e barrancos continuo a carregar a minha vida nas costas. Por ter caído várias vezes não desisti de levá-la junto a vida que sempre vivenciei. Desafiou o certo e que fez orgulhar-me por ser minha essência, o meu cheiro. Encontrada no caminho perdido com vigor e simplicidade. Apenas uma vida não afortunada, mas uma vida que deita-se no travesseiro e escorre no lençol o suor da minha verdade, nutrindo-me de paz.