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Frases de alexandre morais

137 frases

Uma lição aprendida é não fazer com ninguém, nunca. Nem pensar em tamanha barbárie contra o carinho. É amargo, seco e faz mal. Eu? Já gosto de doce, com confeito, glacê e enfeites, algo mais saboroso.
E aos trancos e barrancos continuo a carregar a minha vida nas costas. Por ter caído várias vezes não desisti de levá-la junto a vida que sempre vivenciei. Desafiou o certo e que fez orgulhar-me por ser minha essência, o meu cheiro. Encontrada no caminho perdido com vigor e simpl…
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E aos trancos e barrancos continuo a carregar a minha vida nas costas. Por ter caído várias vezes não desisti de levá-la junto a vida que sempre vivenciei. Desafiou o certo e que fez orgulhar-me por ser minha essência, o meu cheiro. Encontrada no caminho perdido com vigor e simplicidade. Apenas uma vida não afortunada, mas uma vida que deita-se no travesseiro e escorre no lençol o suor da minha verdade, nutrindo-me de paz.

Carrego as minhas companheiras que ao fim do dia, com a chuva de verão, lutam contra os pensamentos atormentados. Com os olhos opacos e sem esperança, sento no canto esquecido do quarto mofado e coloco-as na cabeça. Tentam rasgar o sentimento que está dentro do eco da toca, a sau…
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Carrego as minhas companheiras que ao fim do dia, com a chuva de verão, lutam contra os pensamentos atormentados. Com os olhos opacos e sem esperança, sento no canto esquecido do quarto mofado e coloco-as na cabeça. Tentam rasgar o sentimento que está dentro do eco da toca, a saudade, que fura o coração e congela as veias. A falta de calor direciona para o inevitável, a solidão.

‎A sua mágoa aliou-se com o meu medo e me levaram. Foram covardes e juntos espancaram a minha felicidade, jogando-a depois no poço fundo e obscuro do meu vazio. Ao encontrar o seu fim desesperou-se com a água que começava a molhar sua cabeça e preenchia toda a solidão do poço. Ag…
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‎A sua mágoa aliou-se com o meu medo e me levaram. Foram covardes e juntos espancaram a minha felicidade, jogando-a depois no poço fundo e obscuro do meu vazio. Ao encontrar o seu fim desesperou-se com a água que começava a molhar sua cabeça e preenchia toda a solidão do poço. Agonizou-se ao ver que era a morte que chorava do lugar de onde vinha a luz.

‎Deusas não morrem, isso é a ordem natural do mundo. Evaporam-se em perfume no ar para que continuem a viver dentro das pessoas. Os ensinamentos e a marca de batom por elas deixados são inalados e transformados em vidas mais esperançosas, sábias, alegres e com algum sentido ainda…
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‎Deusas não morrem, isso é a ordem natural do mundo. Evaporam-se em perfume no ar para que continuem a viver dentro das pessoas. Os ensinamentos e a marca de batom por elas deixados são inalados e transformados em vidas mais esperançosas, sábias, alegres e com algum sentido ainda em resto. - 8 de Março.

"O tabuleiro escorrido" O jogo de damas. Disputado no horizonte com suas formas quadradas e secas, formado por duas cores que a muito tempo combinaram-se e marcaram a história, o preto e o branco. Certa vez, um rei e uma rainha travaram uma guerra em um jogo acirrado e amoroso,…
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"O tabuleiro escorrido" O jogo de damas. Disputado no horizonte com suas formas quadradas e secas, formado por duas cores que a muito tempo combinaram-se e marcaram a história, o preto e o branco. Certa vez, um rei e uma rainha travaram uma guerra em um jogo acirrado e amoroso, idealizado ao nascer-do-sol com seu esplendor, modelaram uma massa saborosa e lisa. O conjunto de três nobres talharam no mármore um tabuleiro escorrido na vertical, redesenhado em humano, uma princesa. A combinação sabiamente molhada pela tinta fresca, com fortes pinceladas de raios solares, queimaram cada fio de cabelo branco, herdados da rainha que-lhe presenteou com paz. Cada fio negro foi inspirado na beleza da noite, misturada com o fim do dia, e formou-se um escuro claro. O azar deixado de lado do jogo diferente, cedeu tempo para o jogo vivo. Assim chamado de o jogo das realezas.

Era para chegar, marcar e ir. Vivenciei o mais puro dos sentimentos. A brisa veio e levou, me arrancou da pior maneira possível, mas quando passou foi devagar, aos poucos, e ao partir olhei para trás e vi que aproximava-se uma tempestade que tentei correr. Foi mais forte, mais rá…
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Era para chegar, marcar e ir. Vivenciei o mais puro dos sentimentos. A brisa veio e levou, me arrancou da pior maneira possível, mas quando passou foi devagar, aos poucos, e ao partir olhei para trás e vi que aproximava-se uma tempestade que tentei correr. Foi mais forte, mais rápida e me alcançou. Até hoje recolho destroços do que foi um dos períodos mais turbulentos da minha vida. Mais turbulentos e mais gostosos do meu viver.

Tem vez que a primeira impressão faz escorrer uma lágrima até a boca e o gosto da salinidade trás consigo o rosto da tristeza, um rosto sem expressão e sem vida, confunde-se com a farsa que o tempo de momento esconde. Com o passar dos dias descobre-se que o sal era falso e cede e…
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Tem vez que a primeira impressão faz escorrer uma lágrima até a boca e o gosto da salinidade trás consigo o rosto da tristeza, um rosto sem expressão e sem vida, confunde-se com a farsa que o tempo de momento esconde. Com o passar dos dias descobre-se que o sal era falso e cede espaço e sabor para o doce acompanhado da verdade.

Você vai embora, deixando para trás várias histórias, vários sorrisos largos e brancos que me cegam, que fazem aparecer essas covinhas, que eu sinto a vontade de mergulhar e me refrescar no seu suor, que fazem qualquer um perder o juízo, até mesmo o mais duro dos corações. Imposs…
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Você vai embora, deixando para trás várias histórias, vários sorrisos largos e brancos que me cegam, que fazem aparecer essas covinhas, que eu sinto a vontade de mergulhar e me refrescar no seu suor, que fazem qualquer um perder o juízo, até mesmo o mais duro dos corações. Impossível não notar, impossível não olhar, impossível de falar. Beleza inimaginável. Obra esculpida não pelas mãos dos anjos e sim das mãos de Deus. Perfeição. Sem hesitar, sem errar. Ele quer que você caminhe pelo plano terrestre para depois encontrar a paz. Vários seria os séculos, as décadas e os anos que ele poderia ter - te esculpido. Mas não. Ele queria que eu te encontrasse, ter - te conhecido, ter - te admirado. Em silêncio. Mas te admirado. Com a mesma admiração de quando uma mãe dá luz a um filho. Uma admiração verdadeira. O que sobrou foi só a saudade. Saudade essa que crava com as unhas cada dia o meu coração. Que vai ferindo e sangrando, gota a gota, até chegar a hemorragia vermelha, fria e sombria. Não pelo vermelho do sangue, e sim o vermelho do amor. O trem vai partir, levando com ele nos trilhos os pés mais delicados, no farol o olhar mais brilhante, penetrante e intenso. Na chaminé os cabelos, que ao vento ganham os ares do horizonte. No apito a voz, doce e serena, que cruza os ouvidos e vira melodia no corpo. O seu andar leva passageiros, não como matéria ou apenas carne, e sim como pessoas, que encontram a segurança de poder embarcar nesse trem. Trem esse que tem tudo para ganhar o mundo, mas que nunca esqueça de onde partiu, de quem o idealizou e o concretizou. Até dos que quando acabou o combustível, desceram no escuro e deram um empurrão. Vá em frente, faça falta e preencha o vazio, arrepie meu corpo, me entristeça com a sua distância mas me alegre com suas conquistas. Não lembra - te de mim, lembre - se apenas que eu me lembro de você.