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Frases de Willas Gavronsk

10 frases

POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

Ventania Que este momento não me perca e de mim nunca se aperceba
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Ventania Que este momento não me perca e de mim nunca se aperceba De estar perto e distante uma presteza Embora ausente, permaneça Que as trapoias diluídas furtivas Se cessem e de um só nó se restabeleçam Num domar dum sonho calmo e tranquilo Distante da mentira e da futileza Que os ruidos de horrores se calem e Povoem em risos bravos a beleza E que de mim mesmo sem estar sendo perseguido, Eu me crie fera e ñao somente presa. Que os ladroes das palavras ditas Morram por elas de tal forma, grandeza E aos herdeiros fiéis da verdade perorem Imortais à terra, a vida e a certeza! Wullas Gavronsk.

Submersão Negar-te como amor Temporariamente é impossível.
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Submersão Negar-te como amor Temporariamente é impossível. Não há como domar o que sinto Nesse consumar do instinto. E uma agonia me consome Quando ao homízio me encontro nivelado, Pois a cama é nosso maior reflexo Dos beijos, do toque, o mel provado. E rente ao meu (eu) me defronto Uma imparável e tenebrosa guerra fria; De um lado o ego ferido - talhado, De um outro a razão que me guia Mas ambos num mesmo prisma distinto Por querer enlaçar-te aqui e agora E mesmo ao recente epílogo que se fez Hei de por ti padecer à demora. E assim a vida segue seu curso Onde tudo que existe nasce e morre Feito a chama que inda vive em mim Que externamente implode e interna eclode E por estar sendo sem sentido A insistencia dum sentir sem estar Nada mais comporta tamanha dor De estar remando sem rio navegar. Agora, doce minha, mentira- peregrina Translúcido louca(mente) desvairado Acorrentei-me às palavras furtivas Que fortes eu teu amor, teu amado. Negar- te hei, oh abioso tempo Para que tuas feridas nao me sumam às presas, Mas que bem sei, quando bem querer Haveis de curar-me dessa dor que me resta! Willas Gavronsk

CERTEZA DO FIM Há dias penso. Há noites em claro
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CERTEZA DO FIM Há dias penso. Há noites em claro Peno nos dias diurnos No escuro, um descaso. E que escuro tão medonho Nao mais pareço a nada Sera isso uma fase? Talvez o pesar de um último passo? O que isso que espantas Se mais nada temo a viver Eis-me aqui um fraco distante Buscanso sem saber decerto o que. Temo a vida à fora Por àqueles que persistem a mim Por ora, vivo a demora, Mas ja me é certa a certeza do fim! Willas Gavronsk

Hei de por ti Eu quero tudo . Nao me contento com nada.
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Hei de por ti Eu quero tudo . Nao me contento com nada. Nada que não seja junto a ti Amante, amiga, eterna namorada. Quero este domingo azul E com voce ver o céu da madrugada. Caminhar sobre a praia completamente nús Contemplando a aurora da vida e mais nada. E estar sobre ti num eterno deleite Não vejo forma mais bonita de morte De em teu belo corpo poder me perder E novamente encontrar-te no meu tão belo norte. Ceifar-te-ei aos poucos, (dias todos) Para que de mim nao se vá as pressas, Pois se de amor hei de morrer num instante Nao ha mais nada que eu queira e resta Quero beijos, quero abraços, teus risos Quero sonhos, tua loucura, infinitas horas. E derepente num domar de um sono eterno, dormir Quero um sonho de amor que me leve. Willas Gavronsk 16.10.19

GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas...
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GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas... Minutos... Segundos... Já se foram os sonhos... Quimeras... Desejos... Paixões... Já se despediram... Do amor... Do beijo... Do hímen... A abiose humana vestiu-se... De desilusões... Afagas fracassadas... Pensamentos em torturas... O eu lírico se afogou... No cururu... No tapajós... Nas próprias lágrimas... Willas Gavronsk (...)

Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu
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Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu Uma aurora ja vivida, tão bem esquecida Que derepente ascendeu e fluiu. Um riso pulsante despertou novamente Cegando por ora as atuais trincheiras E pôs-me num contentamento insessante De poder me entranhar novamente em tua teia. O lobo solitário não mais rugiu essa noite Apenas uma melodia soou no momento Era tua voz a bailar no meu inconsciente Me afogando num saudar deslumbrante. Desnudei tais olhos enegrecidos Reacendi alvoraz chama ardente E queimei junto a ela benevolente. Mas nao tardou a chegada do inverno Posto você, o maior inferno Apagar meu fogo, minha chama. Willas Gavronsk

A mais temida das feras Quem é ela? Lá vem ela
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A mais temida das feras Quem é ela? Lá vem ela No passo do escorpião Na onda da maré Na tempestade - mansidão Na quietude da fé. Ela vem, ela vem Com seu jeito seduzente E olhar eloquente Como brilho do diamante Tomando para si Os amores mais diversos do mundo. De menina a mulher Ela sabe o que quer, Não arreda o pé do chão É doçura, mas também furação No ápice da combustão. Com seu riso estrondoso Faz com arte e goso A disseminação da felicidade no mundo. Com sua garra e força Não tem medo da onça Faz da briga uma jogada Não tem medo da boiada Ela é encaralhada... O inimigo não dá o gosto Pra testar seu pescoço, Pois ela é vulcão Faz ate o diabo se queimar no fogo. Quem é ela Quem é ela Que lá vem em meios as feras Gritando seu brasão Ela é de escorpião A mais temida das feras. Para minha escorpiana, Ivaldeth Sarmento, com amor.