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Frase de Willas Gavronsk

Submersão Negar-te como amor Temporariamente é impossível. Não há como domar o que sinto Nesse consumar do instinto. E uma agonia me consome Quando ao homízio me encontro nivelado, Pois a cama é nosso maior reflexo Dos beijos, do toque, o mel provado. E rente ao meu (eu) me defronto Uma imparável e tenebrosa guerra fria; De um lado o ego ferido - talhado, De um outro a razão que me guia Mas ambos num mesmo prisma distinto Por querer enlaçar-te aqui e agora E mesmo ao recente epílogo que se fez Hei de por ti padecer à demora. E assim a vida segue seu curso Onde tudo que existe nasce e morre Feito a chama que inda vive em mim Que externamente implode e interna eclode E por estar sendo sem sentido A insistencia dum sentir sem estar Nada mais comporta tamanha dor De estar remando sem rio navegar. Agora, doce minha, mentira- peregrina Translúcido louca(mente) desvairado Acorrentei-me às palavras furtivas Que fortes eu teu amor, teu amado. Negar- te hei, oh abioso tempo Para que tuas feridas nao me sumam às presas, Mas que bem sei, quando bem querer Haveis de curar-me dessa dor que me resta! Willas Gavronsk

Willas Gavronsk

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Pensador.com

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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu
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Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu Uma aurora ja vivida, tão bem esquecida Que derepente ascendeu e fluiu. Um riso pulsante despertou novamente Cegando por ora as atuais trincheiras E pôs-me num contentamento insessante De poder me entranhar novamente em tua teia. O lobo solitário não mais rugiu essa noite Apenas uma melodia soou no momento Era tua voz a bailar no meu inconsciente Me afogando num saudar deslumbrante. Desnudei tais olhos enegrecidos Reacendi alvoraz chama ardente E queimei junto a ela benevolente. Mas nao tardou a chegada do inverno Posto você, o maior inferno Apagar meu fogo, minha chama. Willas Gavronsk

GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas...
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GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas... Minutos... Segundos... Já se foram os sonhos... Quimeras... Desejos... Paixões... Já se despediram... Do amor... Do beijo... Do hímen... A abiose humana vestiu-se... De desilusões... Afagas fracassadas... Pensamentos em torturas... O eu lírico se afogou... No cururu... No tapajós... Nas próprias lágrimas... Willas Gavronsk (...)