Pular para o conteúdo

Frase de Willas Gavronsk

CERTEZA DO FIM Há dias penso. Há noites em claro Peno nos dias diurnos No escuro, um descaso. E que escuro tão medonho Nao mais pareço a nada Sera isso uma fase? Talvez o pesar de um último passo? O que isso que espantas Se mais nada temo a viver Eis-me aqui um fraco distante Buscanso sem saber decerto o que. Temo a vida à fora Por àqueles que persistem a mim Por ora, vivo a demora, Mas ja me é certa a certeza do fim! Willas Gavronsk

Willas Gavronsk

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Willas Gavronsk

POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
Continuar lendo

POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
Continuar lendo

POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu
Continuar lendo

Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu Uma aurora ja vivida, tão bem esquecida Que derepente ascendeu e fluiu. Um riso pulsante despertou novamente Cegando por ora as atuais trincheiras E pôs-me num contentamento insessante De poder me entranhar novamente em tua teia. O lobo solitário não mais rugiu essa noite Apenas uma melodia soou no momento Era tua voz a bailar no meu inconsciente Me afogando num saudar deslumbrante. Desnudei tais olhos enegrecidos Reacendi alvoraz chama ardente E queimei junto a ela benevolente. Mas nao tardou a chegada do inverno Posto você, o maior inferno Apagar meu fogo, minha chama. Willas Gavronsk

GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas...
Continuar lendo

GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas... Minutos... Segundos... Já se foram os sonhos... Quimeras... Desejos... Paixões... Já se despediram... Do amor... Do beijo... Do hímen... A abiose humana vestiu-se... De desilusões... Afagas fracassadas... Pensamentos em torturas... O eu lírico se afogou... No cururu... No tapajós... Nas próprias lágrimas... Willas Gavronsk (...)