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Frase de Willas Gavronsk

A mais temida das feras Quem é ela? Lá vem ela No passo do escorpião Na onda da maré Na tempestade - mansidão Na quietude da fé. Ela vem, ela vem Com seu jeito seduzente E olhar eloquente Como brilho do diamante Tomando para si Os amores mais diversos do mundo. De menina a mulher Ela sabe o que quer, Não arreda o pé do chão É doçura, mas também furação No ápice da combustão. Com seu riso estrondoso Faz com arte e goso A disseminação da felicidade no mundo. Com sua garra e força Não tem medo da onça Faz da briga uma jogada Não tem medo da boiada Ela é encaralhada... O inimigo não dá o gosto Pra testar seu pescoço, Pois ela é vulcão Faz ate o diabo se queimar no fogo. Quem é ela Quem é ela Que lá vem em meios as feras Gritando seu brasão Ela é de escorpião A mais temida das feras. Para minha escorpiana, Ivaldeth Sarmento, com amor.

Willas Gavronsk

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Pensador.com

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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu
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Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu Uma aurora ja vivida, tão bem esquecida Que derepente ascendeu e fluiu. Um riso pulsante despertou novamente Cegando por ora as atuais trincheiras E pôs-me num contentamento insessante De poder me entranhar novamente em tua teia. O lobo solitário não mais rugiu essa noite Apenas uma melodia soou no momento Era tua voz a bailar no meu inconsciente Me afogando num saudar deslumbrante. Desnudei tais olhos enegrecidos Reacendi alvoraz chama ardente E queimei junto a ela benevolente. Mas nao tardou a chegada do inverno Posto você, o maior inferno Apagar meu fogo, minha chama. Willas Gavronsk

GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas...
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GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas... Minutos... Segundos... Já se foram os sonhos... Quimeras... Desejos... Paixões... Já se despediram... Do amor... Do beijo... Do hímen... A abiose humana vestiu-se... De desilusões... Afagas fracassadas... Pensamentos em torturas... O eu lírico se afogou... No cururu... No tapajós... Nas próprias lágrimas... Willas Gavronsk (...)