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Frase de Willas Gavronsk

Hei de por ti Eu quero tudo . Nao me contento com nada. Nada que não seja junto a ti Amante, amiga, eterna namorada. Quero este domingo azul E com voce ver o céu da madrugada. Caminhar sobre a praia completamente nús Contemplando a aurora da vida e mais nada. E estar sobre ti num eterno deleite Não vejo forma mais bonita de morte De em teu belo corpo poder me perder E novamente encontrar-te no meu tão belo norte. Ceifar-te-ei aos poucos, (dias todos) Para que de mim nao se vá as pressas, Pois se de amor hei de morrer num instante Nao ha mais nada que eu queira e resta Quero beijos, quero abraços, teus risos Quero sonhos, tua loucura, infinitas horas. E derepente num domar de um sono eterno, dormir Quero um sonho de amor que me leve. Willas Gavronsk 16.10.19

Willas Gavronsk

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Pensador.com

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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei
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POETA REI Até que ponto cheguei, Qual remo tocarei Em qual bar me farei O mais nobre e poeta rei. Até aonde pude ir Por que em escuro rio ousei remar Me afoguei dolorosamente Restou o endereço, o lugar. Nesta beira, findou a mocidade A quimera que tanto amou Como às águas que vem e vão E sob elas, meu sonho banhou. E entre as linhas de uma a outra Essas palavras se perderam a tentar Ser o poeta, o poeta rei Das breves vontades, que partiram sem par. Willas Gavronsk 07.09.16

Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu
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Nas entranhas de tua teia. Encontrei-te oh! Meu bem... Na linha do tempo que se perdeu Uma aurora ja vivida, tão bem esquecida Que derepente ascendeu e fluiu. Um riso pulsante despertou novamente Cegando por ora as atuais trincheiras E pôs-me num contentamento insessante De poder me entranhar novamente em tua teia. O lobo solitário não mais rugiu essa noite Apenas uma melodia soou no momento Era tua voz a bailar no meu inconsciente Me afogando num saudar deslumbrante. Desnudei tais olhos enegrecidos Reacendi alvoraz chama ardente E queimei junto a ela benevolente. Mas nao tardou a chegada do inverno Posto você, o maior inferno Apagar meu fogo, minha chama. Willas Gavronsk

GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas...
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GRITO DOS AFOGADOS Já foram despidos os dias... As Horas... Minutos... Segundos... Já se foram os sonhos... Quimeras... Desejos... Paixões... Já se despediram... Do amor... Do beijo... Do hímen... A abiose humana vestiu-se... De desilusões... Afagas fracassadas... Pensamentos em torturas... O eu lírico se afogou... No cururu... No tapajós... Nas próprias lágrimas... Willas Gavronsk (...)