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Frases de Siomara Reis Teixeira

289 frases

Mas... Se não existe preço para a paz, lamento profunda [mente] informar
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Mas... Se não existe preço para a paz, lamento profunda [mente] informar de que [ainda] não será desta vez, nem por mínima in – sensatez, que iremos, negociar!

DESPREZO Percebes o quão rudes são os versos Que outrora abrilhantaram com exatidão
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DESPREZO Percebes o quão rudes são os versos Que outrora abrilhantaram com exatidão Caminhos tortuosos e inversos Banindo suntuosos, a sofreguidão? Oras, pois, que os tons destes verbos Açoites dispersos da inexatidão Provém de sentimentos incertos Vis, cruéis e sem compaixão Então, segues teu caminho, Que te vem enquanto troça Perseguido em desatinos, Por esta dor, tão sem resposta

REALIZAÇÃO Utopia ou discernimento? Discernir é compreensão
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REALIZAÇÃO Utopia ou discernimento? Discernir é compreensão Atente ao verdadeiro sentimento Utopia, mera ilusão! Pare! Centre-se por um momento. Pergunte ao seu coração Expulse agora o lamento E seja apenas você em oração Inteligência emocional a contento Agora e sempre a solução Na conquista de um novo intento Banir o medo é vida em evolução Transformar o querer e fazer é estar atento Conquistando assim, realização!

POSSUIDOR DO MEU AMOR Por te amar assim, mesmo de dantes que não desejo teus lábios selados
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POSSUIDOR DO MEU AMOR Por te amar assim, mesmo de dantes que não desejo teus lábios selados guardando sentimentos não pronunciados ferido e amargurado por decepções cortantes Então...Avante! Faz de mim um apanhado de tudo que temos sonhado Mas atenção! Não deixa de lado nenhuma emoção, nenhum detalhe Tome! Leve embora minh’alma, sem demora espalhe a lascívia em nossos corpos febris enlouqueça-nos com a ânsia das paixões juvenis sê o possessor, deste imenso ardor, aqui e agora!

Sim! Sou teus versos reescritos, impuros e aflitos Como a vertigem, doce e quente da paixão arremetendo aos delírios da compreensão
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Sim! Sou teus versos reescritos, impuros e aflitos Como a vertigem, doce e quente da paixão arremetendo aos delírios da compreensão Ah! Alucinação impenitente da minha saudade... Entra em mim como doença, dor intensa Aí não falo, engulo o grito Não durmo, me agito fico insana, me torno a mais profana de todas as mulheres faço todas as tuas vontades, perco a identidade abandonada, lânguida e sem defesas desejo o meu desejo, servido em tua mesa ser a entrada, o prato principal e a sobremesa

AMOR A MODA ANTIGA Sou aquela, fadada às mazelas das paixões sinceras e obstinadas.
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AMOR A MODA ANTIGA Sou aquela, fadada às mazelas das paixões sinceras e obstinadas. Amo a moda antiga, sou fiel, leal e amiga e não há quem me diga se estou certa ou errada. Quando amo e não sou amada, se sou banida e relegada, caio prostrada. Não consigo falar e nem me alimentar por ser preterida; maldita ferida da vida. Não quero mais nada se meu amor já não está fico na cama quietinha chorando pelo amor que “tinha” e sofrendo como um cão sarnento, sem discernimento do que farei com o amontoado de sonhos que sonhei. Dos desejos e planos? Ah! Eles ferem como enormes enganos São punhais, danos ao corpo quente da febre intermitente em meus mais profundos ais.

DESEJEI Desejei em todos os meus dias, que falasses que toda a fantasia transcenderia a covardia
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DESEJEI Desejei em todos os meus dias, que falasses que toda a fantasia transcenderia a covardia implorei que compreendesses minhas faces nestas fases polifásicas de tristeza e alegria Desejei a mágica reciprocidade do amor tatuada em nós, através da sincera cumplicidade na mais bela e terna amizade, laureada com louvor em uma história com cor e sabor de eternidade Desejei que suprisse, os matizes da minha carência fazendo da tua ausência, adendo p’ra dias felizes com veemência, doasse-me sorrisos em excelência e com paciência junto ao passado, curasse as cicatrizes Desejei acreditar na possibilidade de amar a tua essência implorei que a sina dos meus sonhos de menina, se fizesse desejei que as rimas fossem verdades e não, fluência mas os Deuses infelizmente, não ouviram as minhas preces

O PLEBEU E A BAILARINA Ele a chama de menina e diz ser ela, bailarina que dança a vida colorida, revestida de esperança
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O PLEBEU E A BAILARINA Ele a chama de menina e diz ser ela, bailarina que dança a vida colorida, revestida de esperança que sua rima o domina e seu sorriso, lhe fascina do Cupido, velho amigo, pega flecha e hábil lança Pensa que a tudo alcança e sem conversa, a domina versejando canta amor; na contradança, a dor vai julgando com esmero a verdade que abomina atrás da mascara sem cor, palavreia com primor Propagando impropérios, logo vem pisando em cima curta mente que não sente um passado tão recente pobre tola apaixonada; equivocada dançarina Busca sabedoria e vê que o sonho se perdeu naquele coração de pedra que impetra hipocrisia a heresia de um infante que só soube, ser plebeu

INSUBSTANCIALIDADE E vou cedendo a confluências de idéias, extravasando sentimentos rebuscados
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INSUBSTANCIALIDADE E vou cedendo a confluências de idéias, extravasando sentimentos rebuscados como fosse, o abstrato desta poesia, na heresia da emoção, em tema de quinta categoria, sem noção do que é bom poema ou não. No entanto, não atento ser mais uma. Arquiteto o lugar exato do feliz projeto ou ato o ato, quiçá, da infeliz ruína. Esqueço o espírito, entidade menina e a alma aflita que com medo da sina, está. Que seja então feita a minha vontade! Direi não a iniquidade destes dias mórbidos Entregando o castiçal sagrado a ele, o ladrão! Que roube logo tudo, que leve com ele o marasmo, este imenso sarcasmo dos dias nublados, do frio arquitetado das estações, a rotina incessante, a hipocrisia das emoções, a ausência perversa do sol, o cinza dos dias ermos, a sombria face da saudade a versar, felicidade! Aí então, perceberei que a bem da verdade, todos estes versos refletem a minha própria identidade. Render-me-ei aos pés do oleiro e direi: - Sim! Foi minha a culpa! Foi minha, a tão grande culpa!

RESPOSTA Mova-se por formação, opressão ou emoção busque mundo afora preencher o que devora
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RESPOSTA Mova-se por formação, opressão ou emoção busque mundo afora preencher o que devora na alegria, amor em supremacia ou lagrimas de paixão nem a peregrinação mostrará o que tanto implora A explicação não esta ali ou acolá para toda pergunta inexiste regra imposta no entanto, observe o âmago e lá ela estará Ouça! É o canto universal que obterá como resposta Esvair-se em sentimentos? Desatino que está! Extremada rutilância; ânsia exposta borbulhas fulgurosas incitando a prosa Impossível opor-se ao esplendor da inspiração É sangue em nossas veias, é o ar que respiramos A vida santificada em real libertação!

CENTELHA DIVINA Não citem impropérios sobre mistérios que enobrecem espíritos inquietos, criticam arquétipos e valores diferentes,
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CENTELHA DIVINA Não citem impropérios sobre mistérios que enobrecem espíritos inquietos, criticam arquétipos e valores diferentes, interpelam diligentemente em ritos que desconhecem ousando recitar a esmo, o que surge em suas mentes Ao vernáculo sagrado, muito respeito e recato! Depois do fascínio, o silêncio áspero e indiferente mas quando os agregados, ácidos e arraigados, enfim são desvendados, surge à fúria veemente Na prosa delituosa, desconjuram como amaldiçoados condenam todo e qualquer clamor de falsas juras desferindo palavras infames, ferindo amores sagrados não, ninguém é desprezível e é crível que almas são puras Errar tentando acertar; mundo de personalidades obscuras blefar quando no fundo não se deseja enganar enquanto centelha divina, o que lhe ilumina, vem das alturas ore e implore a monada sagrada que invada, a lhe abençoar!

VESTES DA PAIXÃO Com audácia e sem contestação a alma que um dia fez-se fria
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VESTES DA PAIXÃO Com audácia e sem contestação a alma que um dia fez-se fria em noites insones e sombrias desperta agora com voraz exatidão Nada promete além da fantasia e é assim que quer meu coração nunca mais ter o engano na emoção destruindo a calmaria dos meus dias Das promessas, lanças vis de ilusão prefiro a doçura das palavras; marca inconteste, das vestes da paixão Apenas divaga imaginário, aquece e lavra enriquece o que restava desta imensidão tece a vida colorida que a fabula narrava

PAIXÃO OBSCENA Trago em meus versos porções infindas de indizíveis
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PAIXÃO OBSCENA Trago em meus versos porções infindas de indizíveis e imprevisíveis palavras soletro o desejo complexo dos braços em milhares de abraços com os dedos furtivos, bocas em corpos lascivos de um querer intenso e proibido que esquece o impreciso perigo sentimentos somente exprimíveis através do contato das mãos ou talvez as mesmas palavras roubem toda e qualquer cena de tão obscenas que parecerão

BRAVOS SERTANEJOS Aproximou-se lenta e pausadamente de iluminado dia à noite misteriosa
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BRAVOS SERTANEJOS Aproximou-se lenta e pausadamente de iluminado dia à noite misteriosa do calor de um sol incandescente a treva total e impetuosa Era o tempo que gritava tempestivamente pesada, sombria e ruidosa era a sua prosa raios e trovões em um barulho veemente e a tudo molhou a chuva generosa Nos meus olhos, lágrimas conscientes lembrei de imediato das vicissitudes assombrosas dos sertanejos que vivem sofregamente Estiagem, terra rachada, galhos secos, vidas dolorosas resistem à fome e a água lamacenta, bravamente desigualdade da sobrevivência, cruel e desesperançosa