Frase de Siomara Reis Teixeira
AMOR A MODA ANTIGA Sou aquela, fadada às mazelas das paixões sinceras e obstinadas. Amo a moda antiga, sou fiel, leal e amiga e não há quem me diga se estou certa ou errada. Quando amo e não sou amada, se sou banida e relegada, caio prostrada. Não consigo falar e nem me alimentar por ser preterida; maldita ferida da vida. Não quero mais nada se meu amor já não está fico na cama quietinha chorando pelo amor que “tinha” e sofrendo como um cão sarnento, sem discernimento do que farei com o amontoado de sonhos que sonhei. Dos desejos e planos? Ah! Eles ferem como enormes enganos São punhais, danos ao corpo quente da febre intermitente em meus mais profundos ais.
No pensador.ai desde