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Frases de Siomara Reis Teixeira

289 frases

ENCANTAMENTO Mesmo que quisesse, não saberia dizer-te quais eram as vestes que usavas
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ENCANTAMENTO Mesmo que quisesse, não saberia dizer-te quais eram as vestes que usavas nem quando ou como tudo aconteceu Apenas sei que aos meus gestos, observavas nivelando a energia de minhas calorosas manhãs ao sereno e ao breu de tuas noites frias e solitárias As lembranças de tudo e do todo, persistiam faziam um sibilar suave de aurora imaginária pós luar, pós pôr do sol, pós forma de amar Infiltravam-se em nós, como o agora em um constante entremear de intensos sentimentos, de desejos e pensamentos densos e infindos.

O NEÓFITO E o encanto que a vida trás refuta desencantos e temores.
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O NEÓFITO E o encanto que a vida trás refuta desencantos e temores. Tempos idos. O agora, se refaz! Seca ávida, lágrimas de dores em quente espaço, sacro e vivaz. Horizonte em paleta de cores Exalam perfumes, fontes de odores refazem laços, perfazem passos reacendem a fé aos conquistadores Tolhem a ilusão, ceifam a inspiração, vertem vestes que revestem os corpos em fulgor e verdade, rumo à iluminação!

PSICOPATIA Que seja o vento frio da madrugada nos pés e mãos e membros e o todo.
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PSICOPATIA Que seja o vento frio da madrugada nos pés e mãos e membros e o todo. É quando indiferente e gélido, o medo percorre a espinha, assalta os sentidos primazes, corre frente à confusão mental que breve, forma-se e verte-se em vértices de habilidade tácita da acida maldade que rompe, arranca, destrói e esmaga. Que seja o que for, isto ou aquilo; do desejo insano da vingança vã a inveja carregada de amor e de ódio. Às vezes, paixão! Ídolo e divindade. Tão diferente, tão indulgente... Tão com-pe-ten-te! Autenticidade protegida contra copias. Outras, que de tanto admirar sem poder reproduzir ou esboçar movimentos, atitudes, obras ou sinais, dantescamente, decompõem o, amar.

RAZÃO DOS MEUS VERSOS Já que nos amamos desde sempre e a cada dia um pouco mais
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RAZÃO DOS MEUS VERSOS Já que nos amamos desde sempre e a cada dia um pouco mais Vem e fica ao meu lado faz da minha vida, a tua vida Faz do teu caminho, o meu caminho Faz do meu corpo, o teu ninho Enfeita com carinho nossos cabelos com belas flores dos jardins do éden Cobre-nos com o manto perfumado dos que eleitos são pelo amor Sagrado Olha nos meus olhos profundamente mergulha em minha alma, em minha mente Sentes este calor no meu e no teu coração? É o amor semeado desta intensa paixão Então vem e traz tua emoção, traz teu universo, pois tu és a única razão de todos os meus versos.

TEUS SABORES E me quero em ti e te quer em mim Vem com odores, perfume de flores
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TEUS SABORES E me quero em ti e te quer em mim Vem com odores, perfume de flores Não sei se de rosas ou jasmins Talvez o perfume de outros amores Nada promete e só te quero, assim Promessas, são lanças que traçam dores Suposto imaginário...Ilusão, enfim Cruel corsário; o mestre dos rancores Mas teu corpo...Ah, poema sem fim Loucura espelhada dos versos em cores Enfeitando o meu corpo, como belo jardim Encantada, abro mão dos valores Tatuo em minha pele a palavra, sim Sentindo na boca os teus vários sabores

Não me Perguntes Não, não me perguntes para onde vão as perolas ensimesmadas de tuas mãos
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Não me Perguntes Não, não me perguntes para onde vão as perolas ensimesmadas de tuas mãos se me dissestes na estrada, certa vez não saber, por medo ou timidez que escondias habilmente o inócuo, em sombrio passado recente fragmentos sem brio de lembranças, dadas em tuas andanças displicentes.

Linguagem Divina Este rito é a real essência, a permanência de todos os sentidos embutidos na pele,
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Linguagem Divina Este rito é a real essência, a permanência de todos os sentidos embutidos na pele, n'alma, sangue, coração, não importando se defende ou se rende, se acusa ou recusa trajetórias Que o delatem, pois, enquanto usurpador destas instigantes histórias, frustrantes ou dignificantes em fio condutor Tudo é imparcial ou adoravelmente, total! São letras, são silabas, são versos, são rimas, São cantos teus, meus, de quem os ler Linguagem de tantos, porquanto, divinas!

QUE VENHA A MORTE! Se é necessário morrer para renascer Pois que venha então, a morte!
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QUE VENHA A MORTE! Se é necessário morrer para renascer Pois que venha então, a morte! Que invada o ser por vezes tão doente E que desta vez não seja apenas uma fatalidade Ou mais que outro engano, simplesmente! Que seja o encontro da razão e da verdade E que ao nascer forje a luz fortemente Iluminando os caminhos em realidade Eliminando os enganos, completamente!

NOVA AURORA Desejo explosivo em sonhos contido O instinto incitando a paixão
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NOVA AURORA Desejo explosivo em sonhos contido O instinto incitando a paixão Vontade imensa n’alma sedenta de libertação Extravasa na mente o que é recidivo Da calma aparente a negação Do orgulho dos versos ao permissivo Contido, compõem o perverso e o esquivo Entre dentes o nome e a composição Inda preso nos tempos de outrora? Não percebestes o breu sobre a noite Que todo o resto, acabou, foi embora? Não mais lamurias, saudade ou açoite agora a paz, satisfaz, revigora ao sol que lá fora, perfaz nova aurora

RESTRITA REALIDADE E o que dizer sobre as ventanias que enfrentamos a sós?
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RESTRITA REALIDADE E o que dizer sobre as ventanias que enfrentamos a sós? Que simplesmente passamos por elas ou são elas que passam por nós? É a dor indevida, é a emoção contida E a melancolia...Ah, a melancolia! Um presente algoz O desterro cruel na alegria de vida Tanto ardor e não saber o que fazer com a dor É irônico o destino e a realidade, restrita incita ao amor p’ra desabrochar em flor Porem a cruel e indevida incompreensão cerceia a livre expressão, desvanece a cor e concreta, decreta a não condição

OESTRUS Naquele por do sol inusitado enterrei os versos
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OESTRUS Naquele por do sol inusitado enterrei os versos e a prosa deixei de lado No sangue que banhava as vísceras a dor do estanque na hora da criação Como o tato do cego homem eis agora minha misera condição Nada mais denota velha e hábil, inspiração Nem a astúcia, um belo estratagema porem em meu ser, outro serio dilema De joelhos rogo aos deuses, iluminação Arrebatam-me agora, esta ficando tarde Húmile serva, curvo-me, a alma arde Permitam-me verter somente, composição

TODO MEU AMOR Temos então, o teu medo e o meu terror Na certeza de que por várias vezes
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TODO MEU AMOR Temos então, o teu medo e o meu terror Na certeza de que por várias vezes Já andamos de mãos dadas com a dor Mas...Se ao menos tu soubesses O que guardo em meus longos silêncios Saberia o que retratam, minhas preces Saberia que em tua linda suavidade Sou bem mais que poema imperfeito Sou rima, em doçura e intensidade Sentiria minha inscrição em tua alma Carinhos e desejos em profundidade Meus segredos em tua suposta calma Teria teu cheiro misturado ao meu perfume Enlaçados em profunda e santa insanidade Com todo o meu amor, dissipando teu ciúme

SORRISOS DE AMOR Talvez fosse a mentira idealizada da esperança quem nos oferecia a contra dança do pecado
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SORRISOS DE AMOR Talvez fosse a mentira idealizada da esperança quem nos oferecia a contra dança do pecado projetando em nós, enquanto verbo, nosso maior castigo... O amor lascivo entre amigos Mas era através do relógio da parede que nos sorria os sorrisos das horas e hipnotizava-nos sem nos deixar ir embora que nos lançávamos em um enlevo infinito entreolhava-mos a subdivisão da distância e nem despertávamos ao canto primaz da aurora pois todos os encantos existentes floresciam em nós como seiva divina nos jardins do nosso amor

APENAS, O HUMANO O que atrai a esperança e a paz? Comédias subumanas em rotas tortuosas?
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APENAS, O HUMANO O que atrai a esperança e a paz? Comédias subumanas em rotas tortuosas? Altivez dourada em atestado de incapaz? Pouco tato e muita prosa? Inerte e abstraído o ímpio, induz... Rei deposto carrega n’alma, o desgosto. Equivocado em sombrias ações atento a impressões meramente superficiais, ignora a profundidade das reações. Indelével frente a qualquer história, acuado por toda a vida frente à vitória, esconde na memória, inúmeras decepções. Então o sacrílego humano apenas, segue...