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Frases de Siomara Reis Teixeira

289 frases

REVERSO DO AMOR Se tu soubesses o quanto te procuro na força do amor e do verbo
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REVERSO DO AMOR Se tu soubesses o quanto te procuro na força do amor e do verbo em mil sonetos, quase todos obscuros sonhando a tua estrada em meu universo Seja então, bem mais que estes gestos duros ou, poema de improviso, em simples verso não seja da conquista esboço impuro interrompendo traços, deixando amor disperso Não crave a reticência como ultraje inseguro Na veemência da solidão a que me reservo Proteção adquirida dos espíritos maduros Mostre da face, emblema sincero no anverso Da força ao inverso, sentido ardente e seguro E o coração mais puro, desvendara no reverso

NÓS DOIS Vou te mostrar como são os gemidos incontidos
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NÓS DOIS Vou te mostrar como são os gemidos incontidos mil segredos entre lençóis, olhos de águia ensandecidos sons selvagens, hálito quente, dança língua louca, na pele e corpo ardente no abandono, dança inconsequente rodopia nos poros, penetra em cada espaço e nos braços em lascívia a rigidez da carne no tremor da emoção

A PAIXÃO Não tema, codifique o poema já que a distancia existe
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A PAIXÃO Não tema, codifique o poema já que a distancia existe e a saudade insiste completa e extrema A certeza consiste na arte do versejar cristal raro p’ra se guardar jóia que ainda inexiste Nos sonhos o divagar laços coloridos em riste que enlaçam sentidos no amar É desejo ardente e persiste invade p’ra muito alegrar aquele que um dia foi triste

E então, sobrepujando antigos sentimentos em uma tarde ensolarada de final de inverno, percebi que meu olhar já não brilhava ao ver
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E então, sobrepujando antigos sentimentos em uma tarde ensolarada de final de inverno, percebi que meu olhar já não brilhava ao ver ou o meu coração já não dava cambalhotas e as borboletas no estômago tinham se aquietado. Aquela imensa admiração, os pequenos detalhes, tudo que me fazia delirar ou entrar em êxtase... Nada mais!

IMÓVEL Queria ficar aqui por dias, imóvel, De olhos fechados, mas sem dor.
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IMÓVEL Queria ficar aqui por dias, imóvel, De olhos fechados, mas sem dor. Paradigma de vida atribulada Com sementes lançadas ao chão Que levam a um pensar constante, Na luz serena do meu amanhã. No medo que aflora a vida, No breu de dias ermos, No assombro de almas fúteis, No se perder e se achar, No partir e no chegar, No odiar e no amar... Para sempre!

AMO VOCÊ Não tenho mais medos Nem tenho receios
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AMO VOCÊ Não tenho mais medos Nem tenho receios Não faço volteios Com meu coração Tentei negar Ate disse que não Mas é fácil amar Tão doce paixão Acordo menina A vida fascina É sonho e emoção Nem ligo p’ra rima Se é rica, se é pobre Felicidade É luz que recobre Se todos os segredos Não fossem entraves A frase mais grave: - Amo você!

CASULOS Casulos que se subdividem... Distribuídos estão, pela estrada da vida,
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CASULOS Casulos que se subdividem... Distribuídos estão, pela estrada da vida, Organizados em porções enigmáticas de emoções, Dificuldades, atribulações, sonhos, amarras! Reféns do medo são os que neles permanecem, Presos ou perdidos sem ver a luz Que lá de fora, do horizonte, Brilha firmemente Em um firmamento resplandecente. Deles libertam-se os corajosos, os que têm fibra Garra, determinação, sede e ânsia de felicidade. Rompem as duras e ásperas cascas Da crueldade injusta, Da existência infeliz, por opção, Optando por banir toda e qualquer insatisfação!

VÔO IMAGINÁRIO Seria então, o meu céu no teu sorriso Flores, beijos, nós dois...Mais ninguém
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VÔO IMAGINÁRIO Seria então, o meu céu no teu sorriso Flores, beijos, nós dois...Mais ninguém Neste mar fascinante, revolto e impreciso Porque ao teu lado sou mais e além Sou o sol em dia escuro e inconciso Iluminando o vil e sombrio engano do bem Pois contigo, sou só o céu e o paraíso Sou alma, coração e libido, também Nem contabilizo o ínfimo humano indeciso Decido querer ser p’ra sempre, tua refém Neste voo imaginário, enigmático e indiviso Aí então todos os poemas que fluem e nos mantém Serão a lírica e santa musica de versos concisos O universo, o amor e a paz...Amém!

DELICIOSA MAGIA Parece magia, aparece do nada Surge lindo, vem sorrateiro
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DELICIOSA MAGIA Parece magia, aparece do nada Surge lindo, vem sorrateiro Como saído de estória encantada Mago, bruxo, dos versos, feiticeiro Assim, amanheço em teus sorrisos, nem fico cansada E anoiteço em teus desejos, te quero inteiro A vida é leve, na mais longa e árdua estrada Desperta a vida, em colorido vítreo e faceiro Da dor que outrora, andei de mãos dadas Substituo pelas flores do ardor, em teu esteio P’ra minha vida, não estou mais calada E nas defesas do teu ser sensível e fagueiro Concluo que sabe amar, como jamais fui amada Da minha história é o início, o fim e o meio

REALIZAÇÃO PESSOAL Um caminho, uma história, uma vida. Entre vitórias e derrotas,
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REALIZAÇÃO PESSOAL Um caminho, uma história, uma vida. Entre vitórias e derrotas, O golpe que deveria ter sido fatal Não foi felizmente, mortal! Hoje, a amargura que se desfaz, Forja o doce encanto que se refaz. O oriente do passado triste e indiferente Dissolveu-se após longa prostração O ocidente hoje, mostra-se a minha frente, Horizonte colorido, luz divina, idealização! Caminho desconhecido, porém, querido. Sou eu, garra, fibra, determinação. A força da fé em nova estrada Indo ao encontro da realização!

SENSIBILIDADE DOS NOBRES A sensibilidade dos nobres? Pudera eu ter esta capacidade
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SENSIBILIDADE DOS NOBRES A sensibilidade dos nobres? Pudera eu ter esta capacidade Desfrutar de tal supremacia Ser eleita em espírito Pelo grande criador E com tal possibilidade Usar de desmedida vontade E ajudar a tantos em seu amargor Não! Não sou nobre Minh’alma é imensamente, pobre. Sou egoísta, orgulhosa, excêntrica E carrego comigo um fardo De ilusões, divagações e de enganos. Sonhos inúteis, Destituídos de bondade Que propiciam um viver Distante da fraternidade Equivocada sou no amor universal E agora é o ego quem proclama... Sou sim, pequena e ínfima humana!

O PREDESTINADO Aquieta-te e segreda indulgente exprime aqui, em meu ouvido
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O PREDESTINADO Aquieta-te e segreda indulgente exprime aqui, em meu ouvido sobre esta introspecção inerente já que em tempos idos Nascer poeta; teu pior castigo perfil improvisado, inconsistente passagem hercúlea; solitário esquivo qual estrela vítrea e transparente Carrega templos; tempos esquecidos vida e morte dos sobreviventes que muito sente, arrependido Na poesia, palavras pungentes insatisfação em coração contrito fadado aos versos, eternamente

O CONSORTE Quando dei por mim, Era toda minha própria imensidão
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O CONSORTE Quando dei por mim, Era toda minha própria imensidão Em um universo fantástico a ser explorado. Não por um ou outro a se considerar desbravador Mas aquele singular de características ímpares. Aquele, o qual eu ainda não havia encontrado E que o destino, sagaz e inteligente Possui guardado em um futuro habilmente traçado.

AUTOESTIMA Seja presente ou ausente teu aperto de mão Não importando se abre ou fecha a porta
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AUTOESTIMA Seja presente ou ausente teu aperto de mão Não importando se abre ou fecha a porta Sigo adiante guiada pela intuição Penso somente no que minha alma suporta Hoje valorização é o nome da minha emoção O resto deixo pra trás, o muito, pouco importa Cuido com carinho de um maltratado coração E evito veemente mais dor que só corta Elevo em mim a lucidez do ato e da ação Com toda a transparência que meu ser comporta Agora sei que propicio o julgo, em errônea dedução Mas ágil, a mente consciente, ao outrora reporta Dizendo que o que mais vale é se amar com paixão Se na troca o valor inexiste, a realidade, exorta

JARDIM DO AMOR De atos murchos, hoje estou cansada esquivo nos carinhos que preciso
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JARDIM DO AMOR De atos murchos, hoje estou cansada esquivo nos carinhos que preciso veste roupagens de homem indeciso pareço então, terra seca e maltratada A flor p’ra florir, precisa ser regada cansei do teu jeito vago e impreciso na mesma hora que oferece o paraíso terra árida, já me fazendo descartada não quero mais em ti estar atada ou da tua casca de passado ressequido tentar quebrar p’ra outra vez ser rejeitada mas, queria mesmo era arar a tua estrada trocando gotas de amor lindo e irrestrito saberias então, que enfim, fui conquistada

AMOR MEDIEVAL Seus olhos... Espelhos d’alma mais bela Em que mergulho suave e bem fundo
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AMOR MEDIEVAL Seus olhos... Espelhos d’alma mais bela Em que mergulho suave e bem fundo São meus sonhos na mais linda aquarela Retratando o que sinto, refletindo meu mundo Paixão sincera sublimada na esfera Fecho meus olhos por breves segundos Vejo então, pergaminho, tinta e vela É real em sentimentos fecundos Esta escrevendo p’ra sua donzela Envolto em mistério mantém o assunto Distante da plebe e suas mazelas Exalta a emoção de um amor oriundo De anseios estros glorificados na espera Cavaleiro cortes, cordato e profundo.

CONSAGRAÇÃO Eu poderia morrer neste momento Levaria comigo a intensa luz do teu olhar
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CONSAGRAÇÃO Eu poderia morrer neste momento Levaria comigo a intensa luz do teu olhar E os mais belos versos que me fazem te amar Quão belo e imenso é teu encantamento Eu poderia morrer neste momento Em que os teus sonhos estão soltos pelo ar Que teus lábios desejam meus lábios beijar Quão lindo e denso é este arrebatamento Eu poderia morrer neste momento Aonde em meus sonhos vem me abraçar Quão nobre e intenso é este movimento Eu poderia morrer neste momento Mas quero viver sem nada indagar Quão elevado e sagrado é este sentimento

HOMEM MENINO No homem que se diz menino Um gentil cavalheiro, herdeiro da paz
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HOMEM MENINO No homem que se diz menino Um gentil cavalheiro, herdeiro da paz Inebriada, deixo as dores lá atrás Colorida surpresa, um real desatino Uni [verso] de [in] versos, descortino Da mansidão doce, que envolve tenaz A lírica ternura do canto, audaz Incita desejos, com olhar de felino Exposta em resposta, a tudo imagino Urgente meu corpo, suplica mordaz Atiça e provoca; vem ser inquilino Pertinaz, me mostra teu ser libertino O prazer delirante em apetite voraz Esqueça a candura, te quero ferino

DUALIDADE Não acredite em meus versos mentirosos Usualmente escrevo o que me convém
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DUALIDADE Não acredite em meus versos mentirosos Usualmente escrevo o que me convém Arte de palavras em jogos de vai e vem Moldam fácil, pensamentos enganosos Se é dos fatos que todas as idéias provêm Os sentimentos profundos e carinhosos Podem resultar de mil gestos ardilosos Que só o egocentrismo dos poetas contém Sim, sou feita de vários compostos E componho ouvindo vozes do além Inventando amores volúveis e melosos Agora, ao ler, assimile e julgue; porém Sem esquecer dos meus atos amorosos Lembre que sei amar intensamente, também!

MEDO De onde vêm tantos medos Que não te permitem, amar?
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MEDO De onde vêm tantos medos Que não te permitem, amar? São decepções do passado Que bloqueiam teu despertar? Sabores de amores forjados São acres em teu paladar Quantos blefes agora usados Acusa p’ra se safar Mordaz, vestido de ácido Receia o íntimo revelar; Teme por estar enredado? Assimile, são tempos idos Acredite, sem duvidar Ame, pois faz sentido