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Frase de Siomara Reis Teixeira

O PLEBEU E A BAILARINA Ele a chama de menina e diz ser ela, bailarina que dança a vida colorida, revestida de esperança que sua rima o domina e seu sorriso, lhe fascina do Cupido, velho amigo, pega flecha e hábil lança Pensa que a tudo alcança e sem conversa, a domina versejando canta amor; na contradança, a dor vai julgando com esmero a verdade que abomina atrás da mascara sem cor, palavreia com primor Propagando impropérios, logo vem pisando em cima curta mente que não sente um passado tão recente pobre tola apaixonada; equivocada dançarina Busca sabedoria e vê que o sonho se perdeu naquele coração de pedra que impetra hipocrisia a heresia de um infante que só soube, ser plebeu

Siomara Reis Teixeira

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Pensador.com

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SERENÍSSIMA Estranhamente mansa, aquiesceu Buscou respostas nas propostas da esperança Com confiança rodopiou vastas perguntas E como quem dança rodou a roupa casta Então, renderam-se a ela belos e vários versos Universo de palavras não proferidas Conferidas a serenidade e a plenitude Lavradas na quietude da maturidade

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MARUJO Ouço teu grito ao longe! Olho! Na penumbra, te vejo! Oh! Marujo dos meus sonhos, Quem tu és na realidade? Busco em ti o amor e o sonho... Será que tu podes me dar? Penso...Não sei... Porque tu te escondes no mistério? A bruma ao teu redor aumenta... Teus gritos, outrora, audíveis, Agora...Quase inaudíveis, o são... Tu te afastas! Teu navio desaparece... Só o que resta, é o olhar... O meu olhar, Na névoa!

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SONHOS PERDIDOS O tempo que passa Em asas fugazes, Transpondo os sonhos E desejos audazes... Enfadonhos! Nos tornam incapazes... Não mais planam, As asas! A memória sobrevoa, Sobrevoa a história E a solidão se me apresenta, Machucando, A memória... O tempo passou... Ficaram os sonhos... Desejo ficou Perdido na lembrança, Que dentro de mim, restou!