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Frases de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

627 frases

⁠OUTONO EM POESIA (soneto) Bailando no ar, gemia inquieta a folha caída No azul do céu, do sertão, ao vento rodopia
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⁠OUTONO EM POESIA (soneto) Bailando no ar, gemia inquieta a folha caída No azul do céu, do sertão, ao vento rodopia Agitando, em uma certa alvoroçada melodia Amarelada, vai-se ela, e pelo tempo abatida Pudesse eu acalmar o seu fado, de partida Que, dos galhos torcidos, assim desprendia Num balé de fascínio, e de maga infantaria Suspirosas, cumprindo a sua sina prometida A vida em uso! Na rútila estação, obedecia Um desbotado no horizonte, desenhado E em romaria as folhas, em ritmo e magia No chão embebido, o esgalho adormecido Gótica sensação, de pesar e de melancolia No cerrado, ocaso, do outono em poesia... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 28/07/2020, 10’22” – Triangulo Mineiro

⁠CONTA E AMOR (soneto) Amor roga terna conta do meu afeto E eu, servil, ao amor dar-lhe-ei conta
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⁠CONTA E AMOR (soneto) Amor roga terna conta do meu afeto E eu, servil, ao amor dar-lhe-ei conta Mas, sem a ponta, como dar-lhe fronta De tanta conta, se no amor fui inquieto Para dar desponta neste tal decreto O amor me foi dado com boa monta E eu, de incúria tonta, não fiz conta Do tempo, que hoje me é incompleto Ah! tu que tens o amor que desponta No peito, me conta, para eu ter tempo Se ainda tenho em conta, nessa conta O tal que, na remonta, gorou o atempo Quando lhe chegar à conta, na esponta Do amor, chorará, como eu, sem tempo! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 27/07/2020, 08’43” – Triângulo Mineiro paráfrase Frei Antônio das Chagas

⁠RUMO (soneto) Cada amor é um perfume, uma flor, um jeito Nem se conhecem, o que vale, e que importe
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⁠RUMO (soneto) Cada amor é um perfume, uma flor, um jeito Nem se conhecem, o que vale, e que importe É a essência, ah, essa tem de ser bem forte Sentimento e poesia de um cântico perfeito O jungido de alma, ocupando o mesmo leito Olhares e o pulsar do coração numa tal sorte Que faça do pensamento um elegante porte E dos beijos recato de orgulho e de respeito E assim, o tempo no tempo, as duas vidas No mais profundo vínculo e em comunhão Ajustando as emoções nas boas acolhidas E os dois seres, então, um do outro perto De mãos dadas com a doce afável paixão Onde o caminho de afinidades é coberto © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 27/07/2020, 13’17” – Triângulo Mineiro

⁠CONFIDÊNCIAS (soneto) Eu fui falar, vexado, da minha solidão Ao cerrado; e aos arbustos torcidos
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⁠CONFIDÊNCIAS (soneto) Eu fui falar, vexado, da minha solidão Ao cerrado; e aos arbustos torcidos Querendo pacificar a minha emoção Dessas pequenas queixas e alaridos Incomovido permaneceu sem alusão Não quis a lamentação dar ouvidos Nem cessar as cantilenas na imensidão Pôs-se indiferente aos meus sentidos Mas, devagar passou a prestar atenção Aquietou-se mais, e mais ainda contido Arregalou-se para a carrancuda aflição E, em um ato inesperado, assim, dizia: - Caro poeta acabrunhado e, aturdido Da melancolia me converto em poesia... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 26/07/2020, 07’30” – Triângulo Mineiro

⁠TOCAIA (soneto) Ao sopro do vendaval no cerrado No céu azul da vastidão do sertão
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⁠TOCAIA (soneto) Ao sopro do vendaval no cerrado No céu azul da vastidão do sertão Segue veloz os sonhos do coração Entre os uivos do já e do passado A quimera, se acautela na ilusão Prudente, contra o sentir errado Tenta equilibrar estar apaixonado Pra não sufocar a sofrida emoção Na procela no peito esganiçada Brami uma dor abafante e escura Que perambula pela madrugada E, em aflitivos véus da sofrência Dando-lhe, assim, ar de loucura No amor valência é ter paciência © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 24/07/2020, 15’15” – Triângulo Mineiro

⁠VERSAR MORIBUNDO (soneto) Tome, solidão, está espada, e.… fira Meu sofrente coração, tão azarento.
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⁠VERSAR MORIBUNDO (soneto) Tome, solidão, está espada, e.… fira Meu sofrente coração, tão azarento. Que importa a mim ter árduo lamento Se a sorte no destino é persistente ira Ah! .... emoção lacrimosa e funesta lira Que ao vazio regi, mirrando o momento Que esbroa o plural tramite do alento Polvilhando no peito essa dor tão cuíra Ó silêncio! Que vem musicar saudade Troando a minha vida em tempestade Na aberração do infortúnio fecundo... Mas a atormentada trava da teimosia Infeliz. Catuca a inspiração da poesia Sangrando o meu versar moribundo! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 24/07/2020, 09’12” – Triângulo Mineiro

⁠A ÁRVORE DA SERRA (soneto) A árvore, da serra, no cerrado, tem encanto! E essa árvore tão colorida que o olhar acalma
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⁠A ÁRVORE DA SERRA (soneto) A árvore, da serra, no cerrado, tem encanto! E essa árvore tão colorida que o olhar acalma Aderna a sequidão e rega o fascínio da alma Avindo entre ipês, buritis num belo recanto Ó manacá da serra! Que brota sem trauma No cerrado. Num brilho de sedução, tanto Florescendo e entalhando por cada canto Que pelo chão do planalto, graça espalma Tão longe de sua vivenda, vai albergando Num poema transposto, prófugo e brando Trajando o cerrado com as vestes da serra De branco e lilás, a flor, de lampejo santo O manacá, cá tem, no sertão tal um manto Influindo em mais um espetáculo da terra! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 23/07/2020, 11’33” - Cerrado goiano

⁠ATO DE CARIDADE (soneto) Que eu tenha o Bem, e Paz. Assim eu faça! Que a mão posta ouça as preces, alce voo
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⁠ATO DE CARIDADE (soneto) Que eu tenha o Bem, e Paz. Assim eu faça! Que a mão posta ouça as preces, alce voo Maria, Mãe, volva tua face para essa graça Que eu seja caridoso sem louvar que sou Se muito ou pouco, que tudo me satisfaça Não importe ou doa o quanto me custou Não deixe que o orgulho seja uma ameaça E a minha fé seja o troco que me sobrou Que o riso e abraço, seja pra quem vier De onde vier, onde estiver, assim seja! Ó Deus Pai! Me abençoe nesse prover E, no viver, sempre tenha amor e laços E no pão de cada dia, bênçãos, eu veja Partindo com o irmão em dois pedaços © Luciano Spagnol -poeta do cerrado 22/07/2020, 09’52” - Triângulo Mineiro paráfrase Djalma Andrade

⁠FLOR DO IPÊ (soneto) Pra o Ipê florar tal uma poesia, não basta A poética e encantos dos seus segundos
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⁠FLOR DO IPÊ (soneto) Pra o Ipê florar tal uma poesia, não basta A poética e encantos dos seus segundos Sua beleza acesa, são cânticos profundos Que invadem o olhar na amplidão vasta Do cerrado. Flor igual em todo mundo Não há; tua delicadeza tão bela e casta Declama graça que pelo pasmo arrasta Ornando o sertão, no seu chão sitibundo Mais terna, e pura, frágil, fina e à mercê Do matiz: rosa, amarelo e branco, airoso São essências vibrantes das pétalas do ipê Hei de exaltar está flor além da sedução Porque o meu fascínio, ao vê-la, é ditoso Onde o poeta inspira a emotiva emoção. © Luciano Spagnol -poeta do cerrado 20/07/2020, 18’48” - Triângulo Mineiro

⁠⁠⁠AME O TEU AMOR (soneto) Ame o teu amor, enquanto tens e enquanto O teu afeto é o aconchego no amável olhar
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⁠⁠⁠AME O TEU AMOR (soneto) Ame o teu amor, enquanto tens e enquanto O teu afeto é o aconchego no amável olhar Assim, quem no singular amor te ame tanto Porque nunca cortejarás outro pra tal lugar Que nunca o deixe solitário, no vão vagar Lembra-te sempre, no convívio, o quanto É bom poder com o outro contar e confiar E no teu abraço encontrar o teu real canto Ame-o, este amor, e sentirás, por certo Cada ausência, a falta, ó suspiro agudo Se a saudade no peito for impulso incerto Então, ame! Clame por tê-lo por perto Ao alcance do coração, da vida, de tudo Pois, assim, pulsarás na emoção o acerto... © Luciano Spagnol -poeta do cerrado 21/07/2020, 10’31” - Triângulo Mineiro

⁠POÇO (soneto) Dizem que a saudade é a dor profunda Que no peito nem o suspirar a estanca
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⁠POÇO (soneto) Dizem que a saudade é a dor profunda Que no peito nem o suspirar a estanca Todos querem tirar, mas pouco arranca E se mais a cava, tanto mais se afunda Contudo, padece sempre, ó prava tunda! Que nessa sofrência mina e desbarranca E vai dando aflição, tão velhaca retranca Que desalenta e de insatisfação inunda Quanto vazio, e noite que não encerra Dando ao olhar um gemido que berra Té que o silêncio a prostração convida E então, nesta lavra tão árida e tão nua Que na lembrança só se tem a falta tua Sufoca, estrangula e empobrece a vida! © Luciano Spagnol -poeta do cerrado 20/07/2020, 09’46” - Triângulo Mineiro

⁠Amor Sofremos! Se de amor for, que seja! Viver no coração amado de paixão
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⁠Amor Sofremos! Se de amor for, que seja! Viver no coração amado de paixão Quero no afeto estar sem peleja: - choro, riso, que venha emoção. Que assim, então, sejamos vigor Amemos! Na mais doce razão E no suave desejo, ofertar: - flor Olhar com beijos, e satisfação... Pois, o que vale é ser amador E, no elevo da sede absoluta Quero afago, quero o dispor Onde a alma fique na escuta Com seus suspiros e o ardor De cada um deste momento Quero, - morrer nos braços do amor! © Luciano Spagnol -poeta do cerrado 17 de julho de 2020, Triângulo Mineiro

⁠NÃO ERA AMOR... Não era amor aquele amor da gente Que me fazia achar que era profundo
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⁠NÃO ERA AMOR... Não era amor aquele amor da gente Que me fazia achar que era profundo E que causava sentimento diferente Tal como se fosse o maior do mundo Era, então, talvez, amor vagabundo Breve, em que se sente indiferente Ligeiro, daqueles de um só segundo Surgido no olhar, assim, de repente Creio, que calou no peito sem freio E que de toda aquela paixão, veio No anseio e se perdeu, e ali finda! Ah! Loucura que o destino brota Rescaldado o coração não esgota Em palpitar que não amei ainda! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 26/02/2021, 10’49” – Triângulo Mineiro paráfrase Paulo Fender

⁠FANTASIA ... Sempre achei que faria versos um dia E quando, assim, então, me inspirava
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⁠FANTASIA ... Sempre achei que faria versos um dia E quando, assim, então, me inspirava Fingia que criava e vestia de fantasia O motivo, mas, ainda nada inventava E, notei que até numa lhana poesia Da palavra o encaixe ali me faltava Era desbordada, fria, sem a magia Mesmo privado, insistia e sonhava Tudo em vão, carente de comunhão Dispersas as rimas, vazia a sensação Pois, eu só tinha um mundo genuíno E, pra se ter poeta tem de ter ilusão Senão, nenhum verso traz emoção E nenhum estro poético será hino... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 24/02/2021, 09’29” – Triângulo Mineiro

⁠CAIR DA TARDE ... O céu do cerrado está tão imenso Todo dum vermelho compassado
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⁠CAIR DA TARDE ... O céu do cerrado está tão imenso Todo dum vermelho compassado O vento lhe rodeia, incerto, tenso Na vastidão do azul, árido e alado O horizonte mais rubente, intenso No aparato carmim que é tomado Em nuances no celeste suspenso Em reza, num oratório imaculado Quanta ilusão, quanta, no parecer Do entendimento, fica a embalar A imaginação, perdidas no viver Ah! grandioso, de infinita beleza Aos olhos não se pode desvendar Os mistérios ocultos na natureza! ... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 23/02/2021, 18’28” – Triângulo Mineiro

⁠TEM SAUDADE, TEM ... Hei de sentir uma sensação que não impeça Qualquer coisa que da emoção seja nascida
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⁠TEM SAUDADE, TEM ... Hei de sentir uma sensação que não impeça Qualquer coisa que da emoção seja nascida Tentando surpreender, criando sem pressa O soneto, que diga, quão ao coração és vida No exato amor, talvez seja a essencial peça Poética, e um sentido na paixão repartida Em que, em ter-te, é prazer, é bom à beça Concebendo ventura, a chave na acolhida Há no cerrado um senso de melancolia Sem o teu olhar, alegria e, só em tê-los Tudo fica tão mais sedutor no meu dia Sim, muito mais agrado, quimera e além Do cheiro, beijos, aqui nos meus apelos... Tem saudade, tem! E dela eu sou refém! ... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 22/02/2021, 10’21” – Triângulo Mineiro

IN SOLITUDINE ... Quando o cerrado se ensombra, desce a noite, numa silenciosa negra vastidão
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IN SOLITUDINE ... Quando o cerrado se ensombra, desce a noite, numa silenciosa negra vastidão sinto que o atroz tormento reaparece em uma sensação de aperto no coração Vejo o teu penoso volto, em pura ilusão estou assim, queixa posta, numa prece e o pensamento desprezado na solidão tento esquecer o que não se esquece Passaste pelo meu sentido sem o ver Se o teve, agora não mais, hoje findo contentar-me?... se triste é o meu ser E, por te desejar vivamente, no gueto o sentir, seco, ermo. Vou prosseguindo “in solitudine”, com arrimo do soneto... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 20/02/2021, 18’18” – Triângulo Mineiro

⁠VIBRAÇÕES AMOROSAS ... [...]e ele ri e chora, o intenso amor, e ri Aperto no peito, os olhos esbugalhados
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⁠VIBRAÇÕES AMOROSAS ... [...]e ele ri e chora, o intenso amor, e ri Aperto no peito, os olhos esbugalhados O desejo faminto, sentidos desvairados Em uma junção fatal com o querer, e aí Ele, o sedutor, sente, e ao sentir, argui A emoção, dos amores se são amados Querendo mais, e não anseios fanados Mais agitados, mais canoro, acolá, ali Mas, nada se é previsto, tudo lampejos Lábios a sorrirem, tão cheios de beijos Sensação a gracejar, e os sentidos baços É o amante, ao ser amador, no caminho Que vai cantando a canção, a do carinho Baixinho, pra se embalar nos seus braços! ,,, © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 21/02/2021, 08’26” – Triângulo Mineiro

⁠SONETO PRA MANUELA ... Quando a primeira vez revelaste pra vida Do afeto acordaste, em devoção inteira
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⁠SONETO PRA MANUELA ... Quando a primeira vez revelaste pra vida Do afeto acordaste, em devoção inteira De dentro do sonho, do desejo foi parida Desabrochando o amor da filha primeira Com olhos rasos d’água, ovação, querida Em anunciação, uma emoção verdadeira És tu, menina, mimo, uma infinda torcida Ao bem e a ventura, a felicidade te beira E no zelo, por onde a ternura aí passar Tão velada, ó pitéu pequenina, estrela És “Manu”, um agrado que veio causar Foi, assim, que se fez a surpresa bela De simpatia, tua alegria, sorriso no ar Feliz Novo Ano, viva, menina Manuela! ... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 20/02/2021, 06’48” – Triângulo Mineiro *Um ano da minha sobrinha neta Manuela Naves Abraham

⁠A UM AMOR MOTIVADO ... Nestes teus olhos tristes, contidos Me vi apaixonado, e tão contente
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⁠A UM AMOR MOTIVADO ... Nestes teus olhos tristes, contidos Me vi apaixonado, e tão contente Que trouxe paz aos meus sentidos E agrado ao querer profundamente No prazer com que os meus ouvidos Ouvem o pulsar do coração ardente Meu e teu, assim, juntos, coloridos Que nos enamoram tão ternamente Nessa presença completa de desejo Que suspira, abraça, num doce beijo É onde reside o teu maior encanto Se o teu amor notasse exatamente O quanto mais és a mim presente Saberia: - de como te quero tanto! ... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 18/02/2021, 13’19” – Triângulo Mineiro

CANÇÃO DO DESEJO QUERER... Eu desejo o teu amor queimando intenso Pro anseio de meus braços nus. Te quero!
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CANÇÃO DO DESEJO QUERER... Eu desejo o teu amor queimando intenso Pro anseio de meus braços nus. Te quero! Desejo-te integral e assim eu te pertenço Desejo a paixão, no bem querer, venero! Quero o teu agrado num agrado imenso De carinho, e em um sentimento sincero Desejo suspirar cada uma vez que penso Em ti. Quero o nosso amor em um bolero Assim, espero, sim, com tal intensidade Onde se possa vivenciar uma felicidade Na qual de ti e eu possa assentir o nós... Desejo-te! Te quero! Nas boas diretrizes Se dor, alegria, cumplicidade: aprendizes Pois, no amor desejo querer laço, não nos... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 18/02/2021, 06’43” – Triângulo Mineiro

⁠MEU SENTIMENTO ... Meu sentimento é uma sensação doirada Luzidio, saciado de afeto e ébrio de humor
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⁠MEU SENTIMENTO ... Meu sentimento é uma sensação doirada Luzidio, saciado de afeto e ébrio de humor Que, no peito rosna uma força enamorada Que aguça o sonho. Sou dos que manda flor Meu sentimento é uma quimera encantada Que, metamorfoseia em lealdade e em amor Vem vibrar em canções minh’alma extasiada Inundando de emoções o meu meio interior Meu sentimento é uma poesia de ternuras Contendo surpresas magnificas, tão visceral Que poetizo verso a verso o encantamento Meu sentimento é firmamento em farturas Do infinito do coração, uma doçura musical Ah! meu sentimento tem mais sentimento! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 17/02/2021, 15’48” – Triângulo Mineiro