Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
VERSAR MORIBUNDO (soneto) Tome, solidão, está espada, e.… fira Meu sofrente coração, tão azarento. Que importa a mim ter árduo lamento Se a sorte no destino é persistente ira Ah! .... emoção lacrimosa e funesta lira Que ao vazio regi, mirrando o momento Que esbroa o plural tramite do alento Polvilhando no peito essa dor tão cuíra Ó silêncio! Que vem musicar saudade Troando a minha vida em tempestade Na aberração do infortúnio fecundo... Mas a atormentada trava da teimosia Infeliz. Catuca a inspiração da poesia Sangrando o meu versar moribundo! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 24/07/2020, 09’12” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde