Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
CONTA E AMOR (soneto) Amor roga terna conta do meu afeto E eu, servil, ao amor dar-lhe-ei conta Mas, sem a ponta, como dar-lhe fronta De tanta conta, se no amor fui inquieto Para dar desponta neste tal decreto O amor me foi dado com boa monta E eu, de incúria tonta, não fiz conta Do tempo, que hoje me é incompleto Ah! tu que tens o amor que desponta No peito, me conta, para eu ter tempo Se ainda tenho em conta, nessa conta O tal que, na remonta, gorou o atempo Quando lhe chegar à conta, na esponta Do amor, chorará, como eu, sem tempo! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 27/07/2020, 08’43” – Triângulo Mineiro paráfrase Frei Antônio das Chagas
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde