Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
TOCAIA (soneto) Ao sopro do vendaval no cerrado No céu azul da vastidão do sertão Segue veloz os sonhos do coração Entre os uivos do já e do passado A quimera, se acautela na ilusão Prudente, contra o sentir errado Tenta equilibrar estar apaixonado Pra não sufocar a sofrida emoção Na procela no peito esganiçada Brami uma dor abafante e escura Que perambula pela madrugada E, em aflitivos véus da sofrência Dando-lhe, assim, ar de loucura No amor valência é ter paciência © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 24/07/2020, 15’15” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
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