Frase de R. Matos
Mira na espreita soldado Ergue a cabeça olha ao seu lado Adejando ou em seus velhos rasantes De momento em momento, a cada instante Faúlha em baixo e no topo Deixando um espaço dimensional infindo Campos astrais se atraindo e confluindo Numa dança macabra, de eletricidade Gerando corisco luminares com intensidade Para segunda parte do préstito Hora de brilhar, trilhas de luzes do ar Alvejando com meteoritos vijo Alagando tudo, imergindo o que existe Acalmar as correntes elevar o coexiste Porfiar na ideia da torrente baixar Para em cima a luz fosco fulva, estar lampejar.
No pensador.ai desde