Frase de R. Matos
Crócea nebulosa firmando Sobre as estrelas blasfemando Feixes escuros de sombras volumosas Dão o tom a criaturas ostentosas Um apocalipse visceral tormentoso Sobre o firmamento, nuvens vermelhas Asseguram o fim das eras Hora da colheita, das feras O ceifeiro acordou é agora que começou O fim almejado cobiçou Chuva de chamas na íntegra alvorada Deixam desprotegidos os falhos dos que não acreditam na condecorada Maremotos em ardência escapulam dos céus Despencando no que reflete o céu Trazendo baleias assassinas a voar pelos ares Deixando rios e lagos correndo ao contrário dos mares Astro caído de aço, luzidio como a sorte Fez as fontes encontrarem a morte Absinto é o seu gosto Amargo fel que provoca desgosto No exílio da luz, galãs espaciais apagaram Intencionalmente causando perturbação nos que já enxergaram O câncer profético alimentaras demônios e matarás a legião Longínquo já avisa este guardião O que restou não restará mais, as pragas aladas Conseguiram extinguir o amor ás deixaram mutiladas Como um fim um sinal forasteiro Iluminarás o mundo por inteiro.
No pensador.ai desde