Olhos Atentos... Voo pelo céu que se me abre Observo tantas e tantos muitos
Continuar lendo
Olhos Atentos... Voo pelo céu que se me abre Observo tantas e tantos muitos Apaixonados, amados, amantes Certos, errados, em risos... em prantos Ouço silencioso, segredos e sonhos contados Sobrevoo, desencantado, insanas verdades Ditas, quando uma flor era preciso Para desfazer impaciências veladas Tenho olhar aguçado e mente aberta Em meu voo liberto, ágil e seguro Sigo observando beijos apressados Folhas secas pela senda esquecida Tantos amores tombados... vencidos Talhados sem sutis despropósitos Na busca insana por nomeadas sem mérito Face a entrega de sentimentos sem valia Inocentes e reservados, ciciaram momentos Que no início, em tudo, magia e calor havia E no vão das paixões já não sentidas Fez calar de vez, a voz do outro que sentia