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Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

À NOITE QUANDO A LUA... À noite quando a lua convidou-me para escrever Pensei em escrever um poema só para ti;
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À NOITE QUANDO A LUA... À noite quando a lua convidou-me para escrever Pensei em escrever um poema só para ti; Mas só sentia solidão…… Uma dor dentro do peito Como uma faca afiada, espetada no coração Rabisquei, apaguei, rasguei, rescrevi Não é nada fácil escrever para ti Amo-te tanto que já mais amarei assim mais alguém Com uma saudade, vontade doida de te ver Os teus olhos quando se cruzam com os meus. São os meus poemas já escritos Os dedos das tuas mãos entrelaçadas nas minhas São os versos que faço a pensar em ti; Esta saudade….. Esta dor no peito, esta ausência de ti em mim É à noite quando a lua convida-me para escrever Da certeza que tenho… Que preciso escrever tudo o que sinto por ti!

DESATEI TODAS AS PALAVRAS Desatei todas as palavras e deitei-as a voar ---------------Fugiram para as estrelas na palidez da lua.
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DESATEI TODAS AS PALAVRAS Desatei todas as palavras e deitei-as a voar ---------------Fugiram para as estrelas na palidez da lua. Lamentos de um coração ferido, partido. -------------------Carrego nos ombros, os filhos que eu pari Flores abrir, no orvalho quente da manhã --------É nas tintas que escrevo que mergulho e esqueço Folha branca escrita em que meto-me e liberto-me! -------------É nas palavras que navego no silêncio da noite Luto contra os uivos e gemidos do vento ------------------Tintas de um poema de letras magníficas Onde eu encontro-me e perco-me no tempo !!

SILÊNCIO Hoje quero estar em silêncio. Simplesmente eu.....
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SILÊNCIO Hoje quero estar em silêncio. Simplesmente eu..... Faz já tanto tempo que não converso.... Com a minha alma, com o meu coração Com Deus..... Hoje preciso de silêncio.... De recolhimento.... De paz.... De quietude.... Hoje quero ignorar o mundo lá fora.... Que chama-me aos gritos..... Que me exige..... Hoje só quero um momento para estar silêncio para pensar.... refletir....... rezar.. meditar.... Ter um tempo só meu... Hoje não quero falar...só eu e Deus, no silêncio.!!

CARPIR E RESIGNAR São quase duas e meia da manhã! O sono tarda a chegar. Nem o cansaço vence-me, nem a quietude derruba-me.
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CARPIR E RESIGNAR São quase duas e meia da manhã! O sono tarda a chegar. Nem o cansaço vence-me, nem a quietude derruba-me. Noites mal dormidas, enquanto espero a madrugada. Raiar do sol com este sono quase perdido. A insaciável sede de escrever não disfarça o meu silêncio Faltam-me todas as coisas que não vivemos esta noite... O beijo que não te roubei... Quase sinto-te aqui nos meus braços, a ver nascer um novo dia. É claro que o poeta é um fingidor capaz de fingir até a sua própria dor. Talvez eu seja um poeta fingidor, ou talvez não seja. A única certeza é o meu amor por ti. As saudades transformam-se em frases, poemas, versos soltos. Cada letra que escrevo é uma lágrima que escorre pela minha face. Nem sei se são lágrimas minhas ou tuas; palavras de esperança que perderam-se Sei que gostas muito de ler-me como eu gosto de escrever-te. Eu sei e tu também sabes que a saudade aperta quanto mais nos afastamos Das coisas que temos vivido e das que ainda não vivemos. Das viagens feitas em silêncio que preenchem o nosso pensamento. Lágrimas que choro quando não posso dar às crianças tudo que eu tive em miúda. Das nossas de dificuldades que são tantas! Às vezes penso que Deus só devia dar filhos aos ricos e não aos pobres. Da raiva que sinto Ao longo destes anos todos; estou cansada de inventar soluções Espero um milagre mas nem a ferros ele vem; é só problemas! O dinheiro nunca chega; as crianças estão a crescer e é cada vez mais difícil educá-las. Os tempos são outros, não são como eram antigamente. O sorriso das crianças é contagiante e reconforta-nos; vemos a sorte que temos. Não sou valente, jamais serei invencível; choro, grito de dor muitas vezes ao vento Na tempestade do tempo; que não desistem de me carpir as mágoas Já começo a resignar; não gosto muito confesso. Mas enquanto o silêncio meditar nas agruras da minha vida continuarão a escorrer-me as lágrimas feitas de palavras soltas em cada poema, verso ou frase que escrevo, nestas noites da minha solidão em que tu estás ao meu lado.!!!

BEIJA-ME O OLHAR Beija-me o olhar com a esperança Nos meus passos cansados de um caminho
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BEIJA-ME O OLHAR Beija-me o olhar com a esperança Nos meus passos cansados de um caminho Sobre os seixos das fragas nas estradas Rosto inquieto que afaga os meus medos Silencia-me o grito de um beijo quente Fazendo estremecer esta solidão Calando os silêncios de uma melodia de amor Lanço no abismo do inferno, tudo que me faz mal Cheia de dores e saudades sem remorsos Só a lembrança de um doce amor cala-me os gritos. Deste meu desejo sentido e talvez já perdido!

A VOZ DOS TEUS LÁBIOS Verões inquietos, que não voltam mais. Unidos pelas nossas bocas, coladas ao nosso rosto.
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A VOZ DOS TEUS LÁBIOS Verões inquietos, que não voltam mais. Unidos pelas nossas bocas, coladas ao nosso rosto. Respiramos toda a essência de uma paixão. Não contida nos velhos livros Onde deixam passar as palavras. Os amores eternos, do crepúsculo dos olhares perdidos. Olhos nos olhos fechados... ao exterior a tudo que fluía à nossa volta. Ser-te-ei sempre como um poema incompleto Não por falta de palavras... Mas apenas pelo receio de as pronunciar No eco das árvores. Mesmo quando ninguém me tem… O teu coração enche a minha ausência. Obrigado, por me amares assim… Por ficares aqui, e me quereres sempre. Lá fora as minhas lágrimas escureciam A alma cor- de- rosa Onde encostavas o teu rosto Fixei-me na voz dos teus lábios. Juntei os meus lábios aos teus, o teu sabor devorou-me. Tirei-lhes a tua vida Dei-lhes a minha meu amor, éramos um só Posso não ser a primeira... Nem a única, mas deixa-me ser a tua última flor. Que os teus olhos veem, ao despedirem-se dos meus lábios. Harpa em mim, melodias de sonho… Perdi-me de mim e a tua boca iluminou-se. Dela saíram as palavras que eu não quis encontrar… Enquanto te sentia Verões inquietos, que não voltam mais… Do crepúsculo dos olhares perdidos!

Cala-te Cala-te óh vento Tira-me deste pesadelo
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Cala-te Cala-te óh vento Tira-me deste pesadelo Que deixas-te nesta pobre alma Entregue ao seu cruel destino poético Amarfanhadas palavras no ventre amado Magoa que destrói todos os gemidos de amor Lírios brancos de dor no silêncio em cúpulas de ti As vestes negras de seda soltam-se do corpo sofrido Noites repletas do teu odor Numa taça de sons compreendidos de amor Cala-te óh vento que eu não quero Ouvir os gemidos da tua dor em mim.!

A MINHA DOCE A minha doce alma está sepultura Esquecida...
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A MINHA DOCE A minha doce alma está sepultura Esquecida... Derrotada... Aprisionada... A solidão é tanta que a angústia parece sufocar-me Sufocada numa mente vazia Que grita para ninguém ouvir Cativa por medos Feridas abertas que tardam em fechar. O desespero leva-te ao delírio E o coração parece parar As lágrimas que caem dos olhos Queimam-te a face Mas que fazer quando se perde o gosto pela vida? Vou esperar ate a tempestade passar Afinal isto não vai durar para sempre, vou acreditar Que a minha alma vai voltar a sorrir!

A ALEGRIA NO MEU... A alegria no meu peito transformou-se. Com o fim do inverno.
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A ALEGRIA NO MEU... A alegria no meu peito transformou-se. Com o fim do inverno. Vesti-me de branco para esperar a primavera. No meu peito florescia de amor Perfumada em emoção Onde as lágrimas transformam-se em sorrisos As tristezas em alegrias A solidão em companhia, o desespero em esperança... No fim a saudade insiste…. Porque a vida e a dor resiste Vagueia minha alma onde nasce uma lágrima Porque meu amor…… A paixão resiste com o começo de cada estação! livro -zelai-me óh morte 2014

"BRINCAR COM AS PALAVRAS" Brincar com as palavras Por caminhos sinuosos
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"BRINCAR COM AS PALAVRAS" Brincar com as palavras Por caminhos sinuosos Confusos os sonhos Perdidos e achados Trevas de luzes Escondidos e difusos Nas dores do amor Os sentidos, os suores As paixões nascem da esperança Renascida de uma herança Outrora perdida, agora encontrada Palavras que confortam como um beijo Delicado, contido, desejado Profano pelos segredos escondidos Agora despertos e acordados Beijo que desnuda-se sem excessos Pela crença mantida Um corpo dormente, anestesiado. Na força celestial, que une os astros, os corpos Ao amor eterno de um poeta que viu a luz Traduzem-se os sentimentos, que brincam com as palavras Onde desnudam-se as letras suavemente. 2015

"OBRIGADO" Obrigado por seres quem és Obrigado por estares quando preciso
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"OBRIGADO" Obrigado por seres quem és Obrigado por estares quando preciso Obrigado por tomares conta de mim Obrigado por tirares-me o medo Obrigado por me encontrares Obrigado por não me perder Obrigada por me dares a mão Obrigado por o teu abraço Obrigada por saberes sossegar-me Obrigado por me protegeres Obrigado por me defenderes Obrigado pelo amor que me tens Obrigado pela tua dedicação Obrigado por seres quem és em mim. 2015

DEUS Quando nos tornamos felizes Com a alegria dos outros
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DEUS Quando nos tornamos felizes Com a alegria dos outros Mergulhamos bem fundo Na procura de Deus Encontramos as pérolas da sua presença. Não sou exigente com a vida Muito menos com nada Só quero que Deus conserve a beleza De uma sede de vida De um vendaval de emoções Na coisas mais simples e belas Da minha, da tua, da nossa vida. 2015

"PRISÃO" Ar contemplativo das feras presas Passeiam mudos, os bandidos cativos
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"PRISÃO" Ar contemplativo das feras presas Passeiam mudos, os bandidos cativos Em grades de algemas frias Calcam e recalcam tudo em redor Olhos frios, calculistas, mesquinhos, vorazes Coração de ferro deitado ao mar Alma triste resignada, cérebro mole Corpo de um inútil deserto Tatuagens no peito, no braço Entre guerreiros e poetas Olhos cansados, riso magoado Mata-se a dor, a saudade invade o regresso De novos trilhos, novos caminhos Pés doridos, roxos de espinhos Perde-se a imagem da auto estima Morre-se na hora prometida Apaga-se a luz na noite da vida Cessa-se a ressaca das trevas Chora-se o pesadelo em ruínas Olhar apagado cansado de ver Acorda-me depressa que eu não quero beber O veneno que me dão doidamente Como um verme doente e frio. 2015

"AMAR É BOM" Como é bom Amar e sentir-me amada
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"AMAR É BOM" Como é bom Amar e sentir-me amada Como é bom Poder acordar, nos teus braços Onde me abrigo em ti Como é bom Protegeres-me de mim, em ti Como é bom Entregar-me a ti, sem reservas Como é bom Amar-te incondicionalmente Como é bom Poder acordar contigo Com um beijo ensonado Numa manhã nublada Com a confiança na alma No coração, na mente. 2015

"METADE DE MIM ÉS TU" Sofro por não te ver, sofro se te perder Palavras feitas de silêncios, esquecidas no sótão
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"METADE DE MIM ÉS TU" Sofro por não te ver, sofro se te perder Palavras feitas de silêncios, esquecidas no sótão Longe de perder os teus gestos, os teus afetos Onde o sorriso embala a tua, a minha alma Durante todos os segundos, minutos Horas, dias, meses e anos No silêncio da noite os nossos corpos Estão sobre os lençóis amarrotados de linho Noite de todos os segredos desvendados Que o tempo despertou em versos solitários Onde a felicidade vive agitada, sem tempo de recordações Da fome das palavras que dizíamos no nosso silêncio Olho-te, sinto o teu pulsar, és como um vulcão Num laço apertado de desejo, de amor. Porque metade de mim é amor e a outra metade és tu. 2015

"DO TEU CHEIRO "GOSTO " Do teu cheiro gosto bastante Quando me invades a alma
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"DO TEU CHEIRO "GOSTO " Do teu cheiro gosto bastante Quando me invades a alma Fazes-me viajar para longe Roubas os meus pensamentos Leva-os para terras longínquas Nunca me perguntas se eu quero Levas-me simplesmente Contigo ando de mãos dadas As tuas folhas são linhas do meu coração Que eu permito, preciso e procuro Contigo levito, voo sem asas As minhas mãos estão sedentas de ti Página a página, de partes de nós Amo sentir, contigo recomeço tantas vezes eu queira Sonho contado, escrito em várias línguas Em todos os idiomas pelos quatro cantos do mundo Dimensões, realidades, sonhos de encantar Incentiva os corações de várias gerações Até os insensíveis, os durões choram Riem, amam e sofrem Do teu cheiro eu gosto muito Sentem-se a germinar, a transformar Dos velhos livros já lidos e relidos E os novos à espera para serem lidos.

CAMINHO DO AMOR O caminho é e será sempre Deus Não carregue mágoas no seu coração
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CAMINHO DO AMOR O caminho é e será sempre Deus Não carregue mágoas no seu coração Pois ele foi feito para amar Não prenda a sua alma às correntes das tentações O seu corpo foi feito para fazer o bem Deixe as preocupações de lado e seja feliz A nossa liberdade começa quando obedecemos à alma Senão, somos levados à nossa própria escravidão Ajude os outros, porque o caminho para a felicidade É o caminho da nossa sintonia com Deus Derrube as limitações que o seu ego lhe impõe Livre-se do egoísmo, liberte-se da maldade Esqueça-se de si mesmo, pense mais nos outros Ponha fim a esta cadeia de todas as preocupações Embeba o seu coração, com tudo que o faz feliz Cultive a alegria em dose máxima, na plenitude da vida Afinal a alegria provém dentro de nós mesmos No amor com os outros, que vibra nos nossos corações Apesar de todos os sofrimentos e injustiças desta vida Sejamos sempre alegres e quando a dor, a tristeza Quiser encobrir o arco-íris do sol que há na sua vida Peça a Deus a serenidade e a luz brilhará novamente.

É BOM Como é bom poder acordar Acordar bem disposta
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É BOM Como é bom poder acordar Acordar bem disposta Com um doce beijo ensonado Mesmo num dia nublado Como é bom acordar Sentir a tua pele perfumada Enrolada num abraço apertado De um sorriso rasgado Como é bom poder acordar Acordar bem humorada Mesmo num dia chuvoso Com um doce beijo molhado Enrolado num abraço carinhoso De um sorriso rasgado Como é bom poder acordar Acordar bem humorada Com um ensonado beijo profundo Sem dissimulações ou cobranças Enrolada num abraço apertado Como é bom, um beijo simples molhado.

"HÁ UM CORAÇÃO" Há um lugar em mim De onde mais ninguém tem acesso
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"HÁ UM CORAÇÃO" Há um lugar em mim De onde mais ninguém tem acesso Há um sitio, onde não me ausento Há um cantinho, que eu não saio Há um sitio, que é intocável Há um coração, onde eu não quero sair Onde é tudo intocável De onde mais ninguém tem acesso Que não me ausento, de onde permaneço Esse lugar és tu, meu amor Há um lugar no teu sossego Do nosso desassossego Que nos teus braços, nos teus beijos Que me transportam para longe Para as tuas mãos perdidas em mim. Num afago lento, numa paixão declarada A minha pele é tua, a tua é minha.

"COMO LER É BOM" Como é bom ler, sem fôlego Com paixão, com amor, sem dor
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"COMO LER É BOM" Como é bom ler, sem fôlego Com paixão, com amor, sem dor As palavras, letras, lidas, escritas São impacientes de vontades apressadas Irrequietas, agitadas de quereres constantes Apressadas, inquietantes que entram de rompante. Constantes, determinadas de ideias arrumadas Obstinadas, decididas, sabem bem onde encaixar. Cismadas, apaixonadas sabem por que regras guiar É bom ler o amor, a paixão através dos outros Sem fôlego, talvez mesmo que nada aprendamos Ó que eu duvido muito meus amigos.

"QUANTO TEMPO" Há quanto tempo meu amor Há quanto tempo que não me ouves
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"QUANTO TEMPO" Há quanto tempo meu amor Há quanto tempo que não me ouves Há quanto tempo não me olhas nos olhos Há quanto tempo não sentes a minha alma Há quanto tempo que não me dás um abraço Há quanto tempo não me dizes, gosto de ti Há quanto tempo não sentes o meu abraço Há quanto tempo não mostras que gostas de mim Há quanto tempo não provas a minha boca Há quanto tempo que não me prendes com as tuas mãos Há quanto tempo não tenho o sabor dos teus lábios Há quanto tempo não dizes que me amas Há quanto tempo não ouves o bater do meu coração Há quanto tempo somos dois, num só corpo, numa só alma.

SENHOR Senhor, tu sabes que sou frágil. Tão frágil, ao ponto de partir-me
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SENHOR Senhor, tu sabes que sou frágil. Tão frágil, ao ponto de partir-me Como uma simples porcelana Quero curvar-me diante de ti com humildade. Tu sabes que tudo em mim São como os dias de tempestades Guia os meus passos, pois os meus Levam-me para as águas intermináveis dos mares Orienta as minhas noites que são revoltas e tristes. Sopra nos meus ouvidos uma prece Refresca a minha pobre alma Tu sabes que sou imperfeita e por vezes desatenta. Humildemente agradeço-te e ajoelho-me Bendito seja o teu amor por mim Amém