Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Cala-te Cala-te óh vento Tira-me deste pesadelo Que deixas-te nesta pobre alma Entregue ao seu cruel destino poético Amarfanhadas palavras no ventre amado Magoa que destrói todos os gemidos de amor Lírios brancos de dor no silêncio em cúpulas de ti As vestes negras de seda soltam-se do corpo sofrido Noites repletas do teu odor Numa taça de sons compreendidos de amor Cala-te óh vento que eu não quero Ouvir os gemidos da tua dor em mim.!
No pensador.ai desde