Coisas que não entendo. As coisas que não entendo, Em vãs empresas, são boas;
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Coisas que não entendo. As coisas que não entendo, Em vãs empresas, são boas; e, assim as compreendo. O ato de não entender, às vezes traz, ou não, calma a esta alma solitária. Como se preso fosse retido no meu ser profundo, que insiste em querer, abrir portas e se ver. Talvez nas marcas do rosto. Talvez no amargo desgosto. A porta aberta, escancarada, nesta longa jornada, em detrimento do entendimento, nenhum discernimento. Desejos e paixões. Desalento.