Frase de Charlanes Oliveira Santos
Escrevo poesia como alguém que pede a morte Que espreita se esconde na sombra tornando meus dias de dor imortais Sete vezes me definho esfolio minha alma a quem por ti destruo Minha pele como escama cai no vazio sobre o som do relógio Lanço minha carne e arranco meu membros aprisionado neste ser rejeitado A dor escorre a seiva que melindra pelas fendas da minha alma Entre as veias o magma em fel que ressurge com a eterna fênix E no siclo vicioso morro todos os dias Meus pensamentos labutam e sobre faces distintas cada um morde por dentro os sentidos na gastura desta luta sem fim Saudade do seu amor é como uma baba viscosa dentro da cabeça que não se escapa Um silencio ensurdecedor preso no vaco lanço me no vazio e sobre melodias sou apunhalado Minhas chagas são abertas pelas lagrimas acido inesgotável.
No pensador.ai desde