Frase de Charlanes Oliveira Santos
Me devora o frio de escamas negras que cresce na alma Escuto eles rastejando nas sombras dentro das paredes como o câncer que cresce Desaparecendo sinto o hálito da morte, algo me sufoca Meu corpo casca seca estala no corre do sangue nas veias A escuridão da noite onde penetra a luz da lua não existo ali O medo e incertezas corro entre as sombras os braços feridos respiração curta e acelerada Sopra o vento areia fina e se vão o tempo pesado o cansaço e as laminas que retalha pensamentos já asfixiados Me empurra jogando me fora e de lá os outros me puxa sem sentir aqui, sinto compelido a partir Não à emoção e sem noção devagar deixo me levar Nas águas turvas afogo com a dor oca no peito Para outro existir outro tem que se apagar O relógio frio escreve as voltas no vazio Não consigo sentir... Tentei cria um luz corpo de metal cabeça branca tentei planta o equilíbrio três e cipreste italiano só dois me deixaram... Pequenas coisas são tão grandes para mim e algo que deveria se relevante não sinto
No pensador.ai desde