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Frases de Célia Moura

84 frases

⁠Atitude Não importa o que esteja passando em sua vida, quanto dinheiro possua na carteira ou como vai a sua saúde. Não importa quanta injustiça lhe têm causado, nem mesmo as difamações, humilhações pelas quais ao longo dos anos você poderá ter passado.
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⁠Atitude Não importa o que esteja passando em sua vida, quanto dinheiro possua na carteira ou como vai a sua saúde. Não importa quanta injustiça lhe têm causado, nem mesmo as difamações, humilhações pelas quais ao longo dos anos você poderá ter passado. Na verdade, o que realmente importa é a sua consciência, essa sensação maravilhosa de estar em paz consigo e com o mundo, ainda que o mundo possa não o amar e muito menos o entender. O que importa é a sua atitude perante as situações e perante o seu próximo! Isso sim pode fazer toda a diferença em sua vida e na vida de outros. Seja grato, pratique a gratidão diariamente como um exercício e acima de tudo limpe o coração de toda a mágoa, liberando perdão. Exerça Amor!

⁠Trago no rosto O bisturi Do medo e da esperança
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⁠Trago no rosto O bisturi Do medo e da esperança E no bailado Das flores silvestres Me entrego Plena Do cio das primaveras, Amado Para celebrar cânticos novos À mater lusa essência Fecundação dos dias Nesta catarse De nós. © Célia Moura

⁠Prece Senhor, que eu não perca a inocência da criança que fui, por mais que meu corpo pereça e envelheça até ser nada, partícula de pó ao longo da estrada.
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⁠Prece Senhor, que eu não perca a inocência da criança que fui, por mais que meu corpo pereça e envelheça até ser nada, partícula de pó ao longo da estrada. Que jamais eu perca a ternura e o amor ao meu próximo, a capacidade de perdoar e de me sentir perdoada e que reine em mim a calma e o bom senso, por mais pedras que me possam atirar. Pai, que eu não perca a fé na Tua bondade e na Tua soberana Justiça quando tudo ao meu redor for denso e o deserto me dilacerar a alma exposta perante todas as tragédias. Que de todas as capacidades que me concedeste eu jamais perca a visão e o andar e que a minha existência possa ser de humildade independentemente do caminho a percorrer. Sempre que eu me perder Senhor, porque o mundo é uma mentira, ajuda-me a Te reencontrar. Que sempre Te lembres de mim quando a Ti eu clamar na solidão deste mundo vão e que a Tua liberdade esteja em meu coração. Senhor Que não seja vã a minha existência por aqui, ajuda-me a ajudar quem de mim necessitar, por isso concede-me Pai o pão de cada dia, a suficiência de tudo o que vier de Ti. Acima de tudo, livra-me de todos os que de dia e de noite buscam o meu mal, de todos os que com hipocrisia dizem amar-me, lembra-te o quão foste traído pelos que eram Teus. Senhor, Que a amargura não se instale em minha alma e que não se aparte de mim a capacidade de sonhar, sobretudo que esta angústia tenha um fim e eu consiga acalentar os filhos sem pais e os pais órfãos de filhos. Que eu diminua, para que Tu resplandeças cada vez mais e que toda a angústia me ensine o voo das aves, o caminho da gratidão. Célia Moura

⁠Aos meus dias de pranto, às vertigens ocas espaços inexplorados
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⁠Aos meus dias de pranto, às vertigens ocas espaços inexplorados e às virgens destrambelhadas o meu aplauso. Às flores de lótus quimeras incendiadas de paz e opala minha rendição. À poesia, mãe amada companheira de glória e infortúnio, única e dedicada amiga todas as pérolas, poemas, almas decepadas ouro, platina, filhos que amei sem parir e chorei. Agonia que jamais ousei de meu ventre amor aos pedaços pela enseada de azul e nada. À poesia e somente a ela todas as alegrias, todas as tragédias!

⁠Nascem-me das mãos madrugadas de afronta, enquanto do meu ventre
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⁠Nascem-me das mãos madrugadas de afronta, enquanto do meu ventre gritam araras em agonia No lagar da morte aprecia-se o vinho enquanto gemem os dias absurdamente iguais mordendo pétalas, as mais belas. Nasce-me dos olhos a fome com rosto de meninos mas é em becos sorridentes onde meu fado habita que a morte se esgueira expande, agiganta-se num leito de beijos. Nascem-me das mãos madrugadas de afronta, mas é na face uterina da noite que se incendeiam os dias e nessa luz imensa acalma-se a agonia deste meu ventre de pranto

⁠Quando te deitares comigo não pises as camélias que trago no olhar
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⁠Quando te deitares comigo não pises as camélias que trago no olhar e me afagam a púbis neste vale encantado de luxúria entre lençóis, nem beijes a nudez do meu silêncio. É tarde meu amor, tão tarde. Peço-te que teu cálice transborde, enlouquecidamente a saudade que me morde as entranhas, enquanto eu… …eu apenas trago corais nos sentidos e asas nos pés. © Célia Moura, in “No Hálito de Afródite”

⁠O perdão é uma decisão. É um processo diário de exercício espiritual, nem sempre fácil, mas que o irá beneficiar bastante, pois quando você decide perdoar alguém, limpando toda a mágoa do seu coração, aos poucos o que lhe fizeram, deixa de ter a enormíssima importância que tive…
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⁠O perdão é uma decisão. É um processo diário de exercício espiritual, nem sempre fácil, mas que o irá beneficiar bastante, pois quando você decide perdoar alguém, limpando toda a mágoa do seu coração, aos poucos o que lhe fizeram, deixa de ter a enormíssima importância que tivera, e ainda que esteja no meio de um fogo cruzado, creia que sua alma transbordará serenidade e gratidão.

⁠A gratidão que me emociona é aquela que consegue superar todo o Mal que contra nós um dia foi dia lançado. Como tal resplandeço na Luz do amanhecer em todas as mãos que se erguem, e faço tatuagens eternas em silêncio, numa enseada de Amor, elevando meus braços ao céu, firmando…
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⁠A gratidão que me emociona é aquela que consegue superar todo o Mal que contra nós um dia foi dia lançado. Como tal resplandeço na Luz do amanhecer em todas as mãos que se erguem, e faço tatuagens eternas em silêncio, numa enseada de Amor, elevando meus braços ao céu, firmando e confirmando minhas preces por todos os meus Irmãos.