Frase de Célia Moura
Quando te deitares comigo não pises as camélias que trago no olhar e me afagam a púbis neste vale encantado de luxúria entre lençóis, nem beijes a nudez do meu silêncio. É tarde meu amor, tão tarde. Peço-te que teu cálice transborde, enlouquecidamente a saudade que me morde as entranhas, enquanto eu… …eu apenas trago corais nos sentidos e asas nos pés. © Célia Moura, in “No Hálito de Afródite”
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