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Frases de André Vilela Filho

26 frases

Sei que há coisas urgentes como debelar a fome, mas apenas dando o acesso ao conhecimento faz o homem respeitar seu próximo e repudiar a tirania!
Te encontro dentro da esfera E firmo-me em tua ausência Sinto o pulo covarde
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Te encontro dentro da esfera E firmo-me em tua ausência Sinto o pulo covarde Do meu coração perdido Por saber que tuas mãos Não cabiam dentro das minhas. Dor dentro da dor, E era apenas você, Mas eu morri demais Para encontrá-la. Este cadáver que adere Sobre os pelos do peito E faz-me lembrar do Vento caminhando vacilante E trazendo no dorso As tristezas do brilho escuro De todas estações.

Um discurso de Albert Einstein que adaptei para expressar o que sinto diante de alguns atuais acontecimentos, envolvendo os defensores e contrários ao governo: "Eu odeio o excesso de sentimento cívico. Um homem que se excede desta forma faz-me sentir desprezo... Não merece um cér…
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Um discurso de Albert Einstein que adaptei para expressar o que sinto diante de alguns atuais acontecimentos, envolvendo os defensores e contrários ao governo: "Eu odeio o excesso de sentimento cívico. Um homem que se excede desta forma faz-me sentir desprezo... Não merece um cérebro humano, já que a medula espinhal o satisfaz. Deveríamos fazer desaparecer o mais depressa possível este câncer da civilização. Detesto com todas as forças o heroísmo obrigatório, a violência gratuita e o nacionalismo débil. A guerra, seja em qualquer dimensão, é a coisa mais desprezível que existe. Preferiria deixar-me assassinar a participar desta ignomínia."

SALVOU-ME Ontem nao te conhecia, sofria perdas irrecuperaveis,
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SALVOU-ME Ontem nao te conhecia, sofria perdas irrecuperaveis, submersos em águas profundas, n'águas do meu ser. Você trouxe dos ceus os dias que faltavam-me, pois vivia-me esquecido. As noites eram sombras eternas, vivia-me esquecido. Havia a invisibilidade em meu olhar. As coisas eram coisas, sem identificações. Perambulava nos becos da mente. e o mundo só tinha cavernas habitadas pelos raios do lado escuros da lua. Vivia maltrapilho, oco, com cheiro da morte aderido em minha carne. Sepultado, abandonado e entregue Ate que trouxe-me teu halito de anjo adocicando minha língua. e tua luz me cobriu e salvou-me, enchendo as brisas do outono de muitas existência.

O QUE APRENDI ao meu filho Daniel Aceno para partida do meu filho, mesmo jovem ele seguirá o seu caminho, trilhando a estrada que escolher.
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O QUE APRENDI ao meu filho Daniel Aceno para partida do meu filho, mesmo jovem ele seguirá o seu caminho, trilhando a estrada que escolher. Aprendi que não poderei esconde-lo em meu mundo, mas sim deixar meus braços aberto para sua volta. Aprendi que não poderei substtui-lo nas lutas que poderá travar, mas sim, se ele precisar, travar as batalhas ao seu lado. Aprendi que não poderei mais ensina-lo, mas sim ajudar a formular as perguntas para sua reflexão. Aprendi que não poderei mais exagerar seus atributos, mas sim dizer-lhe o quanto ele é único. Aprendi que não poderei mais deixa-lo atrás de mim no perigo, mas sim enfrentar os obstáculos ao seu lado. Aprendi que não poderei mais dizer-lhe o que não poderá fazer, mas sim dizer biblicamente que "tudo é permitido mas nem tudo nos convém". Aprendi que não poderei mais dizer-lhe que é um anjo, mas sim que o amo sem medida. Aprendi que não poderei mais assusta-lo com lendas, mas sim apontar os perigos. Aprendi que não poderei mais falar da importância de adquirir conteúdo, mas sim em adquirir o saber para vida. Aprendi que não poderei mais dizer-lhe sobre um mundo competitivo, mas sim que o mundo molda-se as nossas intenções se firmemente acreditarmos nisso. Aprendi que não poderei mais contar-lhe sobre castelos, mas das simplicidade e importância das pequenas coisas. Aprendi que não poderei dedicar-lhe a vida, mas sim mostrar que podemos vivê-la plenamente. E finalmente aprendi que atrás das nuvens negras das tempestades está escondido o céu azul e que devemos alimentar as esperanças e não descarta-las.

VOO DE SILÊNCIO Fico a pensar e tudo ecoa em pedras
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VOO DE SILÊNCIO Fico a pensar e tudo ecoa em pedras Pedras que são poesia sólidas, de líquida dureza. Então o amor derrete em duro líquido. Minha mão não traça mais versos de amor, que antes vazavam do peito e tomavam tua alma, tua alma com letras tristes. Hoje, embora tristes Não vibram para alcançar teus ouvidos que eram violados e possuídos pela minha língua, antes de possuir teu corpo A flor nasceu sem perfumes, Pois foi picada por répteis com asas feitas de pedaços de pântanos. Suas pétalas caem em pó que cobre meu rosto e cega meus olhos. Vivo na sombra que me produz em gesso. A tenho moldada na brisa da manhã do orvalho frio onde a relva benze meus pés, pés que comem as distâncias. Busco teu rosto na distância dos trovões que pousam nos campos agarrados ao vento tocando o lábio da noite. Os gritos da escuridão estremecem o cheiro úmido do chão, mas a morte persiste transpassando os dias. Minha língua não tem paladar e a tristeza é não poder mostrar-te o campo após a chuva cálida mas apenas dar-te a dor de um punhado de argila para dissolver n`água. Colheria areia do céu Para escorrer entre teus dedos. O clarão ao iluminá-la Não diminui minha tristeza. Escuto as fontes frescas que cantam moldando sua passagem entre canteiros de margaridas. Os pombos brancos Perdidos entre nuvens Num lençol tingido de vermelho. Aqui está a mão lançada no crepúsculo Não consigo alcança-la Tarde! Tarde eterna! Sem revoada de pardais, sem o sol se por, sem luz e sem sombra. O tempo acabou e a espera continua acreditando poder enfeitá-la de amor. Um amor que insiste em perfumar a eternidade. Não sofra se minhas lágrimas deitar sobre teus seios. É assim que nós dois fizemos nossos caminhos por entre pedras e flores. Hoje resolvi busca-la, não para aproximar-me do teu corpo, mas para percebê-la no pulsar dos corações que habitam num único peito. Aprender a lição de pouco chorar e muito sofrer. Um voo de silêncio levando-me em passeio pelo mundo de sonho, um sonho de corpos, entrelaçando de imensidão. Desejos diversos, desejo que não acabam e existem nas lembranças do teu corpo entregue as minhas mãos imundas que tingem de pardo a brancura do teu ventre. Mas o sono desfez-se E restam os fantasmas. Vejo que os sonhos não são meus, porque a noite os levam os dissolvem e os destroem. Uma estrela acaba de deixar o firmamento e a escuridão se faz maior como um imenso sepulcro. Eu sou pedaço Para estar aqui e ali, Tenho salvação dividido. Estou livre e preso E vou esquecendo do nome, Atravessando o jardim Repleto de suas flores.