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Frase de André Vilela Filho

O QUE APRENDI ao meu filho Daniel Aceno para partida do meu filho, mesmo jovem ele seguirá o seu caminho, trilhando a estrada que escolher. Aprendi que não poderei esconde-lo em meu mundo, mas sim deixar meus braços aberto para sua volta. Aprendi que não poderei substtui-lo nas lutas que poderá travar, mas sim, se ele precisar, travar as batalhas ao seu lado. Aprendi que não poderei mais ensina-lo, mas sim ajudar a formular as perguntas para sua reflexão. Aprendi que não poderei mais exagerar seus atributos, mas sim dizer-lhe o quanto ele é único. Aprendi que não poderei mais deixa-lo atrás de mim no perigo, mas sim enfrentar os obstáculos ao seu lado. Aprendi que não poderei mais dizer-lhe o que não poderá fazer, mas sim dizer biblicamente que "tudo é permitido mas nem tudo nos convém". Aprendi que não poderei mais dizer-lhe que é um anjo, mas sim que o amo sem medida. Aprendi que não poderei mais assusta-lo com lendas, mas sim apontar os perigos. Aprendi que não poderei mais falar da importância de adquirir conteúdo, mas sim em adquirir o saber para vida. Aprendi que não poderei mais dizer-lhe sobre um mundo competitivo, mas sim que o mundo molda-se as nossas intenções se firmemente acreditarmos nisso. Aprendi que não poderei mais contar-lhe sobre castelos, mas das simplicidade e importância das pequenas coisas. Aprendi que não poderei dedicar-lhe a vida, mas sim mostrar que podemos vivê-la plenamente. E finalmente aprendi que atrás das nuvens negras das tempestades está escondido o céu azul e que devemos alimentar as esperanças e não descarta-las.

André Vilela Filho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de André Vilela Filho

Sei que há coisas urgentes como debelar a fome, mas apenas dando o acesso ao conhecimento faz o homem respeitar seu próximo e repudiar a tirania!
Te encontro dentro da esfera E firmo-me em tua ausência Sinto o pulo covarde
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Te encontro dentro da esfera E firmo-me em tua ausência Sinto o pulo covarde Do meu coração perdido Por saber que tuas mãos Não cabiam dentro das minhas. Dor dentro da dor, E era apenas você, Mas eu morri demais Para encontrá-la. Este cadáver que adere Sobre os pelos do peito E faz-me lembrar do Vento caminhando vacilante E trazendo no dorso As tristezas do brilho escuro De todas estações.