Frase de Paul Celan
Salmo Ninguém nos molda de novo da terra e do barro, ninguém conjura o pó nosso. Ninguém. Louvado sejas, Ninguém. Por amor a ti queremos florescer. Ao encontro de ti. Um nada éramos, somos, seremos ainda, a florescer: a Rosa-de-Nada, a Rosa-de-Ninguém. Com o almacândido cálamo, o ermoceleste filamento, a rubra coroa do verbo purpúreo, que cantávamos sobre, oh sobre o espinho. (Tradução de Matheus Guménin Barreto)
No pensador.ai desde