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Frase de Rui Alexandre Cascão de Campos Oliveira

Covid-19 Nas aulas de ciências naturais que tive no primeiro e segundo ciclos preparatório, cedo me lembro do professor me dizer que havia a possibilidade de o mundo ser muito afectado e nas versões mais dramáticas, ser dizimado por um virus ou por uma bactéria e a verdade é que as aulas de história também revelavam casos semelhantes passados na história da humanidade. A peste negra dizimou metade da população da Europa, o H1N1 matou cerca de seiscentas mil pessoas e tantos outros virus que matam sem precedentes. Eu, na verdade, apesar de cedo estar consciente dessa realidade, nunca imaginei que ela iria acontecer no meu tempo de vida, mesmo depois de assistir ao surgimento de todas as outras como a SIDA ou até o próprio e mais recente H1N1. O facto é que o mundo hoje vive uma dicotomia entre os meios de comunicação que bem utilizados, podem servir para que mais rapidamente se espelhem mensagem de alerta, de medidas a adoptar, ajuda a difundir a mensagem de forma global. A dicotomia está numa outra forma de tecnologia e essa sim ajuda a fazer precisamente o contrário. Ajuda a alavancar a disseminação do virus de uma forma muito mais rápida que nos passado, à data da peste negra por como exemplo. Falo dos meios de transporte rápidos que todos conhecemos e que por essa mesma razão têm, até à data, vindo a ser cancelados. A mim entristece-me em particular as pessoas que de alguma forma se aproveitam da catástrofe para benefício próprio e não só. A utilização dos meios de informação e comunicação utilizados para difundir o medo, o pânico, para fabular histórias sem confirmações credíveis ou bases sólidas, com intuito de meter-nos uns contra os outros e não falo só no mero cidadão. Plantar duvidas que não tem na sua base uma consistência sólida feita através dos meios próprios para o efeito, como o trabalho de investigação e a confirmação das mesmas através das autoridades competentes para o efeito, pode ser uma fagulha que incendeia nações umas contra as outras, podendo até ameaçar e por em causa as bases da democracia, caso a catástrofe tome maiores dimensões e a tranquilidade entre povos e nações. Por isso é altura de nos consciencializarmos de que a melhor forma de ultrapassar as dificuldade é estando todos unidos, sem apontar de dedos sem justificação, nem plantar dúvidas sem refutação alguma. Por isso digo que se quebrou a fina camada de verniz que separa a ordem do caos e quando isso acontece resta ao ser humano o repensar das suas atitudes, a nível interior e até mesmo à escala global, através da emersão da consciência! Por isso, cumprir as regras que nos são impostas pelos estados e difundidas pelos meios de comunicação sociais é essencial, de forma pacifica, unidos e em consciência, não em grupos, e ajudar a restabelecer a paz em detrimento da desordem ou do conflito, seja ele de que forma for. Eu espero sinceramente que as coisas sejam controladas o mais rapidamente, pois confio nos profissionais de saúde e em todos os que estão dispostos a salvar vidas até em troca das suas. Por isso um momento de silencio para com todos os profissionais de saúde e para com todas as vitimas deste COVID-19.

Rui Alexandre Cascão de Campos Oliveira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Aprendizagem O conhecimento é a combustão da máquina do tempo A aprendizagem são os passos necessários para montar esse engenho
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Aprendizagem O conhecimento é a combustão da máquina do tempo A aprendizagem são os passos necessários para montar esse engenho O Ser Humano com toda a sua aprendizagem Um dia será senhor do Universo Tudo o que nós podemos ser ou querer fazer só depende de nós e dos esforço que aplicaremos nos nossos objectivos nunca desistir, persistir, praticar, ser resistente! Está tudo nas nossas mãos. Conhecimento e aprendizagem faz com que o ser humano não tenha limites... Conhecimento e aprendizagem sempre, até ao fim da vida, até não haver mais fim.

Da flauta flutua O lírico poético. A sátira sutura
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Da flauta flutua O lírico poético. A sátira sutura Com o quê céptico, Que verga a envergadura Da armadura pó sentido métrico. Pulsão que castrou a dita ditadura, Punção na mão do povo e o olhar na face/interna, Mira agora o seu governo novo que não é mais que uma baderna. Sufrágio clama o mouro para responsabilizar o tolo, Diz - "tens poder" - mas - "pensa" - não és mais que um palerma! Mas o povo é tento do descontentamento, falcão atento. Lhe corroí ácido por dentro quando moi o pensamento. Não há dito nem tortura que acabe com cultura, Nem Maria nem José que não saiba como é O fundo do tacho e a falta de rapadura. A critica bate o pé com mão dura, Com fé no Ser e na cultura. Porque o Ser não esquece. Que a espada enfraquece, A flauta flutua, A sátira sutura, Com o quê céptico, E o lírico poético. A sagrada triangulação, o olho que tudo, ou quase tudo, vê... Só não o vê o que não quer ver e quem não quer ver que o que está visto é que temos que andar é de olho nisto, principalmente em quem está no poder. A mim não me compete competir, mas gosto de escamotear, falar por dizer e advertir para não esquecer. Que politicas fundamentalistas, como as que ainda vemos hoje, algumas até parecem nascer de novo, já exterminaram muito povo e censuraram muita pulsão que é só coisa do criador. Não devemos permitir censuras sobre a nossa envergadura. Nunca houve um tempo tão bom como o que se vive nos dias de hoje, para andar de olho, temos uma ferramenta que nunca antes houvéramos pensado sequer poder um dia existir. Esta janela para o mundo também é uma maneira de exercer, esclarecer, escutar e debater, aquilo que vai acontecendo. Todo temos e devemos ter algo a dizer... Nem que seja uma lírica mal escrita, cujo único objectivo é não sair da sátira poética! O resto fica à interpretação de cada um e a quem de direito com vontade de (munido de suas próprias ferramentas), agir. Sigo convencido de que pelo menos não fiquei inerte daquilo que eu sinto que penso!

Condor Quero eclipsar a minha existência E quero-o já... não é um pedido,
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Condor Quero eclipsar a minha existência E quero-o já... não é um pedido, É uma ordem que me anda a deixar insolente. Quero ir para o lado de lá do teu sentido Dar sentido à minha vida. Quero ser uma pena na bigorna do forjador. E que ele não perdoe das suas mãos a minha demência. Esta sentença de estar onde não estou, Esta injunção que me obriga a ser quem não sou, Pois não é mais da ausência a minha dor. O Anjo do Abismo com sua gadanha É presença que ao meu lado se senta. Ouço o sobrevoar silencioso do Condor Só ele me acalma a alma. Enquanto ele inalar o meu padecer, Enquanto ela pairar sobre minha cabeça, Eu sei que não estarei só. Porque é para o lado de la Que eu quero ir... e quero ir já! Quero ser o litígio entre ambas as partes, Ser acuso de não ter cumprido o compromisso, Quero que as cabeças que me andam a atormentar Sejam mutiladas por Excalibur. Ordeno sair de dentro de mim. Irei fazer escorrer meu sangue ladeira a baixo, Trocar a minha alma pela epifania E vou querela a toda a hora Sem demora nem mania, A toda a hora!... Ordeno eu ao mais alto dos altos Que seja agora. Que seja neste minuto. Troco o meu lamento Pelo teu estatuto! Transforma-te ó Tempo, No mais bruto forjador, No cavaleiro de maior talento E ordeno a Excalibur Acabar com este momento Decepar esta minha dor Onde eu só sinto sofrimento!... Ouço o alento do bater das assas, Vai pousar ao meu lado o Condor... Já não lamento!... Um tentativa em exonerar da minha imaginação, da minha alma se assim me atrevo a dizer, a dissertar aquilo que de mais profundo imagino pairar sobre muitas consciências humanas, ao se aproximar o momento de uma morte anunciada. Por mais difícil que seja de me pronunciar desta forma tenho que ser fiel àquilo que sinto e deitar cá para fora tal como sinto ao imaginar esse momento.

Quem dera ser horizonte Num dia poder escolher ser céu, Noutro pedaço de terra no cume de um monte!
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Quem dera ser horizonte Num dia poder escolher ser céu, Noutro pedaço de terra no cume de um monte! O olhar paira a aura branco cinza que se esbate sobre o planalto do horizonte, lá longe, longe de o encontra, longe de o tocar invejando o sentido do seu propósito de ser. Limite entre todo aquilo que existe e tudo aquilo que não existe dentro do coração da gente. Linha fina, infinita, que não se aumenta nem diminui, vectorial dentro de de mim onde eu desenho um ou dois... Universos!