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Frase de Rui Alexandre Cascão de Campos Oliveira

Aprendizagem O conhecimento é a combustão da máquina do tempo A aprendizagem são os passos necessários para montar esse engenho O Ser Humano com toda a sua aprendizagem Um dia será senhor do Universo Tudo o que nós podemos ser ou querer fazer só depende de nós e dos esforço que aplicaremos nos nossos objectivos nunca desistir, persistir, praticar, ser resistente! Está tudo nas nossas mãos. Conhecimento e aprendizagem faz com que o ser humano não tenha limites... Conhecimento e aprendizagem sempre, até ao fim da vida, até não haver mais fim.

Rui Alexandre Cascão de Campos Oliveira

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Pensador.com

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Outras frases de Rui Alexandre Cascão de Campos Oliveira

Da flauta flutua O lírico poético. A sátira sutura
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Da flauta flutua O lírico poético. A sátira sutura Com o quê céptico, Que verga a envergadura Da armadura pó sentido métrico. Pulsão que castrou a dita ditadura, Punção na mão do povo e o olhar na face/interna, Mira agora o seu governo novo que não é mais que uma baderna. Sufrágio clama o mouro para responsabilizar o tolo, Diz - "tens poder" - mas - "pensa" - não és mais que um palerma! Mas o povo é tento do descontentamento, falcão atento. Lhe corroí ácido por dentro quando moi o pensamento. Não há dito nem tortura que acabe com cultura, Nem Maria nem José que não saiba como é O fundo do tacho e a falta de rapadura. A critica bate o pé com mão dura, Com fé no Ser e na cultura. Porque o Ser não esquece. Que a espada enfraquece, A flauta flutua, A sátira sutura, Com o quê céptico, E o lírico poético. A sagrada triangulação, o olho que tudo, ou quase tudo, vê... Só não o vê o que não quer ver e quem não quer ver que o que está visto é que temos que andar é de olho nisto, principalmente em quem está no poder. A mim não me compete competir, mas gosto de escamotear, falar por dizer e advertir para não esquecer. Que politicas fundamentalistas, como as que ainda vemos hoje, algumas até parecem nascer de novo, já exterminaram muito povo e censuraram muita pulsão que é só coisa do criador. Não devemos permitir censuras sobre a nossa envergadura. Nunca houve um tempo tão bom como o que se vive nos dias de hoje, para andar de olho, temos uma ferramenta que nunca antes houvéramos pensado sequer poder um dia existir. Esta janela para o mundo também é uma maneira de exercer, esclarecer, escutar e debater, aquilo que vai acontecendo. Todo temos e devemos ter algo a dizer... Nem que seja uma lírica mal escrita, cujo único objectivo é não sair da sátira poética! O resto fica à interpretação de cada um e a quem de direito com vontade de (munido de suas próprias ferramentas), agir. Sigo convencido de que pelo menos não fiquei inerte daquilo que eu sinto que penso!

Condor Quero eclipsar a minha existência E quero-o já... não é um pedido,
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Condor Quero eclipsar a minha existência E quero-o já... não é um pedido, É uma ordem que me anda a deixar insolente. Quero ir para o lado de lá do teu sentido Dar sentido à minha vida. Quero ser uma pena na bigorna do forjador. E que ele não perdoe das suas mãos a minha demência. Esta sentença de estar onde não estou, Esta injunção que me obriga a ser quem não sou, Pois não é mais da ausência a minha dor. O Anjo do Abismo com sua gadanha É presença que ao meu lado se senta. Ouço o sobrevoar silencioso do Condor Só ele me acalma a alma. Enquanto ele inalar o meu padecer, Enquanto ela pairar sobre minha cabeça, Eu sei que não estarei só. Porque é para o lado de la Que eu quero ir... e quero ir já! Quero ser o litígio entre ambas as partes, Ser acuso de não ter cumprido o compromisso, Quero que as cabeças que me andam a atormentar Sejam mutiladas por Excalibur. Ordeno sair de dentro de mim. Irei fazer escorrer meu sangue ladeira a baixo, Trocar a minha alma pela epifania E vou querela a toda a hora Sem demora nem mania, A toda a hora!... Ordeno eu ao mais alto dos altos Que seja agora. Que seja neste minuto. Troco o meu lamento Pelo teu estatuto! Transforma-te ó Tempo, No mais bruto forjador, No cavaleiro de maior talento E ordeno a Excalibur Acabar com este momento Decepar esta minha dor Onde eu só sinto sofrimento!... Ouço o alento do bater das assas, Vai pousar ao meu lado o Condor... Já não lamento!... Um tentativa em exonerar da minha imaginação, da minha alma se assim me atrevo a dizer, a dissertar aquilo que de mais profundo imagino pairar sobre muitas consciências humanas, ao se aproximar o momento de uma morte anunciada. Por mais difícil que seja de me pronunciar desta forma tenho que ser fiel àquilo que sinto e deitar cá para fora tal como sinto ao imaginar esse momento.

Quem dera ser horizonte Num dia poder escolher ser céu, Noutro pedaço de terra no cume de um monte!
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Quem dera ser horizonte Num dia poder escolher ser céu, Noutro pedaço de terra no cume de um monte! O olhar paira a aura branco cinza que se esbate sobre o planalto do horizonte, lá longe, longe de o encontra, longe de o tocar invejando o sentido do seu propósito de ser. Limite entre todo aquilo que existe e tudo aquilo que não existe dentro do coração da gente. Linha fina, infinita, que não se aumenta nem diminui, vectorial dentro de de mim onde eu desenho um ou dois... Universos!