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Frases de valdenir de lima oliveira

174 frases

O Barco Da Vida O tempo passou E eu ja nem lembro mais
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O Barco Da Vida O tempo passou E eu ja nem lembro mais Quem foi embora atracado ao cais E na minha vida Quem ficou pra trás Sem dizer adeus Ou até nunca mais E quem atracou á minha alma E não me abandonou jamais Eu já nem lembro Quem chorou mais Quando o barco da vida sumiu E o meu amor Disse adeus e partiu Com aqueles olhos De quem sempre volta Mas nas voltas que o mundo dar Veio o asteroide e nos iludiu E me deixou com o rosto Todo amarrotado Iludido de tanto esperar Quando fechou o meu coração Com tudo que ele tinha pra te dar.

Tempo Assim como passam as horas O meu tempo eu também invento
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Tempo Assim como passam as horas O meu tempo eu também invento Você eu quero é agora E cada segundo Eu há de fazer Ele passar mais lento Assim como passam as horas Eu amarro também as cordas Pra que o tempo ele nunca passa Quando você do meu lado acordar E pra nunca querer ir embora Por isso eu faço O meu tempo Pra que ele não voa Como os meus pensamentos Tempo eu faço pra tudo Pra tomar banho na lagoa E curar alguns sentimentos Pra beber a água da chuva E conter as mágoas Daqueles mendigos na rua Sempre a padecer Parado e calado na curva Tempo eu faço pra você Que chora de barriga cheia Um dia vai faltar Quem vem pra te ver E vai perceber que aquela amizade Era mais que uma ceia Pois mesmo regada A uma mesa farta A beleza não vinha do pão E sim da certeza De uma sã e sincera união.

Ademanes Quando o meu sorriso Não te disser mais nada
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Ademanes Quando o meu sorriso Não te disser mais nada Talvez as minhas lágrimas Possam te dizer Tudo que eu tenho Aqui dentro guardado E guardei só pra você Quando o meu olhar Não te disser mais nada Talvez a minha boca Possa te mostrar A sede que ela tem guardada É de secar uma nascente Ou morrer afogada Quando o meu jeito Não representar Eu te apresento Um outro jeito Onde a gente possa fazer direito E de uma vez se ajeitar Sem olhar os nossos defeitos Pois eles são de arrepiar Mas tudo é questão de conceito E um dia pode mudar No amor a gente pensa primeiro Porque é coisa Que vem do coração É fogo que arde certeiro E não cabe na palma da mão É voz que não cala o dia inteiro E quando fala tem sempre razão.

Imprudência Carro não atropela ninguém Quem atropela são os condutores
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Imprudência Carro não atropela ninguém Quem atropela são os condutores Pois carro foi feito pra rodar E não feito pra matar Quem mata é o condutor Que não sabe guiar E tão cedo quer pegar a estrada Mas seus limites Não sabe respeitar E sem nenhuma responsabilidade Já quer logo enfrentar a cidade O carro sozinho Não invade a contramão E nem avança o sinal vermelho É você quem anda apressado E na pressa perde a atenção Pra esperar o sinal abrir E seguir o seu caminho Olhando adiante Quem vem a sorrir E depois só ver a chorar Seguindo sem direção.

Utopia Eu vi tudo escuro E o mundo todo rodar
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Utopia Eu vi tudo escuro E o mundo todo rodar Escondi atrás do muro Pra o meu sonho ninguém lapidar Eu vi que a estrada era torta Mais insistir em querer chegar lá Correndo dos infortúnio E me escondendo atrás da porta E quando invadiram o meu quintal Só levaram as rosas do jardim E as pequenas flores de jasmim Só deixaram as roupas do varal E as pequenas celamim Um roseiral inteiro balançou Pois nunca tinha visto nada igual Tentaram levar os nossos sonhos Mas eles andam sempre Tão bem guardados Aqui presos dentro de nós Já tão concebível e quase real Pois um sonho, É sempre indestrutível E tão incapaz de alguém roubar Ou fazer virar pó.

Desígnio Já que a vida quis assim Colocar você no meu caminho
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Desígnio Já que a vida quis assim Colocar você no meu caminho E se fez dessa estrada o seu ninho Agora tem que ir e ficar até o fim Eu sei de onde eu venho Mas não sei pra onde eu vou Mas com você do meu lado Eu sei bem quem eu sou Aonde eu vou E o que tenho A minha estrada é de sol De poeira e suor A minha estrada é de nó De carreira e de pó Porque a vida quis assim Mas nunca estive só Tinha sempre um amor Um amigo e um jiló Pra momentos de doçura E também de amargura A minha vida é uma pedra E um martelo na mão E quando o sorriso se quebra Quem conserta é o coração Mesmo que a vida Esteja sempre em pedaço Ela se refaz e te convida A se amar e sorrir E dar sempre um abraço Pra tocar fundo na alma E mexer com a nossa emoção Perto dali Ou longe quem sabe Quem há de dizer Que ali Já não cabe a razão É porque já não sabe o que fazer.

Desafogo Aonde queima o fogo Afoga também a água
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Desafogo Aonde queima o fogo Afoga também a água E quando se entrega o jogo Entrega também as mágoas Guardadas no coração No auge dessa jornada E a dor quando vem É sempre em disparada A gente quer segurar E tirar ela com as mãos Aonde passa o ferro Fere também a fé O menino solta um berro E o destino morre a pé E quanto mais ele corre Mais longe parece que é Aonde passa o riso Passa também o choro Só não passa o que é preciso Pra nos tirar desse agouro Volta e meia é sempre isso Sentimento tão valente Por vezes tão conciso E forte como um touro.

Solidariedade Se teu mundo é confuso E tão barulhento
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Solidariedade Se teu mundo é confuso E tão barulhento Se de mim tem abuso E pra você é um tormento Então me esquece de vez E me deixa sozinho Aqui tranquilo e em paz Assim evita o meu E o seu sofrimento E discórdia entre a gente Não se vê nunca mais Se teu mundo é um furacão Mas o meu não é não Pois o meu ainda resta Um generoso e bom coração Que nunca deixa a fogueira apagar Pra manter sempre acesa A velha chama da ilusão E quando nada mais restar Em sua vida Saiba que eu vou estar Sempre aqui Pra te dar o meu apoio E segurar a tua mão.

Fascínio O que eu sinto por você Não caberia num papel
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Fascínio O que eu sinto por você Não caberia num papel É tanta vontade em te ver Que chega ser maior que o céu E quando você passa por mim E nem olha pra trás É como se me deixasse ao léu E decretasse o meu fim O que eu sinto por você Vai além dos meus olhos Você é a mais pura magia Com a mais louca e sabia alegria Por isso quero te ver toda hora E já fico mal se eu te espero E você demora É como se a noite ali chegasse E o dia já fosse embora É um sentimento tão puro Que invade e queima Dentro do coração É dias e noites assim Esse tormento dentro mim É como um ferro Martelando na pedra Ou eu caindo de cara Em cima do chão duro Todos os dias eu penso em você E o que eu sinto é tão sincero Por isso tenho medo em te perder E ser feliz contigo É só o que eu espero E ser teu amigo só é tão pouco Eu quero ser muito mais que isso As vezes parece que eu sou louco Mas é de você que eu preciso Eu nunca vou te esquecer E sempre mais Eu vou te querer Você é luz que ilumina Os meus passos Quando o sol sumir E o céu escurecer E quando o seu abraço surgir Tudo aqui há de vencer Todo medo que tenho guardado Já não vou mais temer E tudo que chorou Aqui dentro de mim Um dia vai sorrir.

O Trem Sai o trem da cinco E chega o trem das seis
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O Trem Sai o trem da cinco E chega o trem das seis Quem não partir agora Só no outro mês Quando a greve acabar E o homem parar De querer cantar reis O trem quando parte Leva sempre três destinos O que é meu E o que é seu E também o dos meninos O trem quando apita Nos aperta e nos aflita E acelera o coração Pois alguém está chegando Pra descer na estação E cada vez tá mais perto Não é alguém que me conta É só o que a gente palpita.

Dilúvio A casa desabou Porque choveu
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Dilúvio A casa desabou Porque choveu A noite inteira O telhado parecia Uma enorme peneira E tanta gota ali desceu Molhando o que se não via Quando a luz se apagou E casa escureceu O vento forte E tão veloz Fez o menino se assustar E tudo ali deixou sem voz E quando o relâmpago abria E o trovão turrava Já não sabia Quem mais empurrava E tão pouco o que seria de nós.

Sentimentos De Um Palhaço O espetáculo Já vai começar
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Sentimentos De Um Palhaço O espetáculo Já vai começar Então pule o obstáculo E vem ver o palhaço dançar Hoje o circo está lotado A família está completa Só me falta alguns amigos E sem eles não se completa Já me basta a menina Que perdeu o seu namorado Só porque olhou pro lado E se apaixonou pelo atleta O palhaco estava engraçado E muitas vezes ele sorria Mas por dentro ele chorava Porque a tristeza lhe consumia E por ter de tudo dentro guardado Água dos seus olhos se escorriam.

Arcano Humano Lá vem o homem que diz Ser o dono da razão
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Arcano Humano Lá vem o homem que diz Ser o dono da razão Mas esconde segredos da alma E guarda no fundo do coração Lá vem o homem que diz Ser o dono da verdade Mas esconde segredos da alma E guarda na palma da mão Com medo de um furacão Ou pra nunca perder a amizade O homem quando chora É porque não sabe sorrir Quando o desejo insistir E o amor for embora O homem quando morre É porque já cansou de viver E ele só lamenta Não saber o que fazer Com tanto amor que sobra E pela veia se escorre. O homem quando reza É porque não sabe xingar Por isso ele despreza Quem nasceu pra vingar O homem conhece a tristeza E encara sempre de perto Mas nunca veste a frieza E espera tudo dar certo.

Lição De Um Arrependimento Arrepender-se É aprender
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Lição De Um Arrependimento Arrepender-se É aprender Com o erro Pra que da próxima vez Possa fazer diferente Se tiver de render-se Que seja sem nenhum berro Mesmo que a situação É de desespero E exija de você Ser um pouco mais serio Não devemos Fazer o que faz essa gente Sem antes escutar O que diz o coração Porque as vezes uma palavra dita Por mais pequena que ela seja Pode tomar a proporção De uma profunda enchente Capaz de inundar um coração E mudar a nossa mente.

Espelho O espelho Não sabe falar
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Espelho O espelho Não sabe falar Mas a sua alma Ele sabe tao bem enxergar Desde o momento Em que você se pinta Pra ir a uma festa Ou qualquer outro lugar Pois ele conhece Os seus pensamentos E sabe que você tem hora pra ir Mas nunca tem pra voltar O espelho conhece segredos Que você esconde a vida inteira Alguns o seu olhar te conta E outros a boca detona Quando você passa um batom E pensa ali ser a dona Fingindo logo que é santa E pensa que é um dom Em cada fio de cabelo Esconde um grande segredo Que se esparramam Por entre os dedos Quando você pentear Pra ir a uma missa Ou querer passear O espelho já conhece Os seus passos em vão Desde que o dia amanhece E eles são deixados no chão.

Dogma E agora que a luz apagou A dor te faz sofrer na escuridão
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Dogma E agora que a luz apagou A dor te faz sofrer na escuridão Pobre de quem nunca amou E só guardou rancor no coração E agora que a cruz pesou Pra um sonhador sem amor Já não tem perdão E pra quem nunca rezou Jamais vai saber O que é ter por alguém Certa compaixão E tão cedo vai perder o prazer E também toda ilusão.

Retrato Eu te vi da janela Com um olhar flutuante
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Retrato Eu te vi da janela Com um olhar flutuante Estava sempre tão bela Mas de mim tão distante Eu te vi muito além Correr entre o céu e a terra E como um arco-íris Lá no pé da serra Eu vi o seu olhar No meu olho também E quando a brisa se levantou Eu vi paixão correr pro terreiro Com passos tão apressados De quem quer ser o primeiro Eu vi que a emoção Ali também dançou Como jamais ninguém Ousou dançar E quando o coração Se abriu O amor se libertou E a menina sorriu.

Fim De Tarde O final de tarde Sempre esconde alguma cobaia
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Fim De Tarde O final de tarde Sempre esconde alguma cobaia É uma pimenta que arde É um talento de saia É um menino que morde É um cachorro que late É uma ciumenta que raia E um homem de laia covarde O final de tarde Sempre esconde alguma frieza Algumas invade o coração E outras já vem plantadas Por natureza Algumas envelhecem Mas tem vida própria E nos acompanham Uma vida inteira Sempre ao subir Ou descer uma ladeira Sempre ao cair Ou entrar na bebedeira E depois do poste Tem sempre a fogueira Pra que tu encoste E passe a noite inteira.

Labor Lá vem o barco E o braço fraco
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Labor Lá vem o barco E o braço fraco Do menino a remar Ele vem pra cumprir o destino E mostrar que sabe lutar E quando nada sai Do jeito que ele espera Também não se desespera Porque sabe que a vida é um arco E dona de grandes percalços Mas tem sempre alguém na curva Sempre prontos á nos esperar Porque conhece o segredo da vida E sabe que um dia ela vai melhorar Por isso os sonhos Ele desenha na areia Porque sabe que um dia Ele vem pra pintar.

Presságio Eu vejo braços no ar Defendendo a nação
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Presságio Eu vejo braços no ar Defendendo a nação Eu ouço desatinos E me ponho a chorar Pois conheço o destino De toda essa gente Que insiste segurar o rojão E conter a enchente Obedecendo o coração Pra poder se libertar Eu vejo uma multidão a caminhar Intensamente na mesma direção E sinto que a luta Ainda demora acabar Enquanto não se falar em amar E em ter compaixão Eu vejo abraços Travados com a luta Por isso há uma luz Lá no fim do túnel Acendendo um sorriso Que ainda reluz Mostrando que esse É o fim da labuta.

Grilos Hoje eu acordei assustado Com grilos no meu blusão
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Grilos Hoje eu acordei assustado Com grilos no meu blusão Hoje eu paguei meus pecados Com grilos até no colchão Tinha grilos em todo lugar No quarto,na cozinha No banheiro e na sala de estar Alguns já em pé no portão Esperando a sua vez de entrar Tinha grilos até no telhado Todo atrevido e molhado Parecia que saiu do banho Ou talvez do fundo do mar Tinha grilos até na torneira E quando se abria Parecia cachoeira Era tanto grilo pra lá, E tanto grilo pra cá Como se fosse uma cordilheira E quanto mais se subia Menos parecia acabar Tinha grilos pra todos os lados E grilos de todos os modos Pois enquanto alguns Se agasalhava no cobertor Alguns passeavam no corredor E outros refrescavam na geladeira.

Brasil Vamos embora desse lugar Pois já deu o que tinha que dar
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Brasil Vamos embora desse lugar Pois já deu o que tinha que dar Quem ficar aqui vai sofrer E tão certo vão te liquidar Quando o poder mais alto mandar E o velho barão aqui morrer Brasil é a poeira, De um triste e lamentável deserto Entre grandes futuros insertos Que o vento costuma levar Sempre junto com a bandeira Brasil é pra quem sabe nadar E não pra quem quer chegar lá Pois no caminho morrerá afogado Ou de bala perdida em algum lugar Brasil é a fome Brasil é a guerra O dinheiro ele come E a noite ele berra Tão alto que a besta fera Que de susto até some O Brasil é um relógio atrasado Nos passos, De quem anda apressado Correndo se contra o tempo Pra sustentar o presente E consertar o passado O Brasil, É a miséria Mais séria Que existe Ela cerca você E em toda odisseia Ela persiste Cortando como uma faca amolada Todos os seus punhos Como se eles fossem salada O Brasil é uma gilete No bolso no pobre E por mais que ele corre Acaba grudado feito chiclete Trabalhador aqui não tem vez Só contas no final do mês Murro ele leva no rosto E juros ele leva no bolso Carne pra ele é puro pecado Mas chumbo é sempre do grosso Amizade sincera é pura vaidade Diferente daquela, Que te corta o pescoço Quando o pivete chega E diz não querer roer só o osso.

Imprensa Já não é o que pensa Já não é o que faz
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Imprensa Já não é o que pensa Já não é o que faz Quando a imprensa é quem diz O que a gente não fala Ela entra e sai sem pedir licença E aonde quer que ela vá Já carrega na mão a sua mala Cheia de fofoca Cheia de indecência Não importa a cor, Credo ou a crença Ela está sempre presente Ali fazendo sala Pra vida alheia Que não te pertence Como se fosse uma aranha Tecendo cada fio No emaranhado da vida Como se fosse sua teia.

De Bem Com A Vida Vamos dar cambalhotas E fingir que está tudo bem
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De Bem Com A Vida Vamos dar cambalhotas E fingir que está tudo bem Deixe de lado as revoltas Curtidas sempre por alguém Curte a delicadeza da vida E viva sempre até abusar Busque a felicidade Na beleza pura de um novo do dia E viva sempre com muita alegria Porque o amanhã é incerto E ele pode nunca chegar Vamos dar gargalhadas Porque somos muito vivo E por si só isso já é motivo Pra lhe servir de medalhas Vamos abrir o nosso coração E deixe o seu orgulho de lado Abrace com muita emoção E ame pra ser amado Vamos abrir um sorriso Pras coisas simples da vida Deixe a ambição de lado E viva só o que é preciso.