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Frases de Risomar Sírley da Silva

341 frases

'NÃO DESISTA!' Não desista das estrelas quando elas se forem, tudo ficará bem!
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'NÃO DESISTA!' Não desista das estrelas quando elas se forem, tudo ficará bem! Insista nas boas lembranças dos tempos de outrora, das brincadeiras atravessando ruas, lagoas. Não adormeça os lugares que se vai tão facilmente quando se estar triste, faz parte viajarmos distraído respirando o ontem... Não desista dos novos amores que baterão a velha porta empoeirada, abra-o sem medo de ser feliz. Não esqueça dos rastros perdidos na chuva ou dos pingos molhando o velho espírito, as flores na varanda podem já não ter tanta importância, mas elas continuam exalando vida, abraços... Não seja tolo confinando mágoas no escasso tempo, ele é verdadeiro em curar dores, angústias, sofrimentos. Seja fã dos temporais, não pelos fortes ventos ou a violência dos estragos, mas pelos rastros das aprendizagens, ensaios...

'SOMBRAS' Possui lugares imprescindíveis quando os homens te nascem. Imortal como trevas pedindo fluorescências.
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'SOMBRAS' Possui lugares imprescindíveis quando os homens te nascem. Imortal como trevas pedindo fluorescências. Oculto entre atalhos deméritos, cabanas, fissuras. Aparência obscura, és profundeza de almas, oceanos. Fantasmas... Atrofia solidão submersa no peito, aposentos. Cultivas segredos, passos. Suspira luxúria, dispersão. Tirania minguante quando o sol expira, imitação. Penúria... Embarcado nos movimentos, sombrio. És vestígio de aproximação ausente, travesseiro. Opaco como as veias que à sombra do pulsar respira vida, receio. Intrínseco aos homens falecendo dias. Amordaçando loucuras, paixões, perfumes, melodias...

'SEI LÁ O QUÊ!' É fácil 'amar' quando a pessoa cobiçada é inalcançável. É fácil 'amar' os olhos,
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'SEI LÁ O QUÊ!' É fácil 'amar' quando a pessoa cobiçada é inalcançável. É fácil 'amar' os olhos, cabelos, sorrisos. Não é nada estranho admirar o modo como se anda, o jogo de cintura, passos lentos esbanjando sensualidade... Fala-se: - Quero-te nem que seja pela metade. Alguns diriam que só serviria 'o todo'!. Ela parece desprezar-lhe. Talvez nem saiba da explosão que corrói-lhe a alma ou das noites em afrescos pensamentos. O amor talvez comece com a troca de olhares. Essa 'troca', talvez, nunca tenha existido para um dos amantes. Mas do outro lado, a perfuração sempre será profunda, enraizadora. Mistura de dores sem medidas exatas. Não importa a idade, a criança começa aflorar e o falta de doces deixa-lhe os dias entristecidos. - Deve ter sido amor à primeira vista! Amor, paixão, fanatismo, entusiamo. Sei lá o quê! Sabe-se apenas que a intensidade ardente de querê-la é desvairado. - A felicidade poderia estar na dor. Levaria milhares de topadas se em indenização, conhecesse seus olhos, cabelos, sorrisos...

'DESENHO' Cogito o mundo dos vernizes, obra de arte,
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'DESENHO' Cogito o mundo dos vernizes, obra de arte, teu corpo. Sou breve em rasuro, representações, embaralho. Fragmento telas, borracho novos quadros. Fito o linear dos olhares. Pinto álgebras em giz, cenários. Amplificações de afeições, Painéis, compassos... Traço esboços diários, tuas curvas, retratos. Infinito novos dramas. Torturo faces, mãos, papéis, panoramas. Inspiro geometricamente tua forma, incorporo métodos, desejos... Nos quadrângulos/côncavos, sussurro prospectivas. És partículas, com seus ângulos moldados à grafites, tintas, cores, sulfites. Sínteses de contornos harmoniosos, fictícios, provisórios. Tentações...

'EU' Ando descalço no mundo genuíno. Não porque o abracei,
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'EU' Ando descalço no mundo genuíno. Não porque o abracei, As terras temporárias são forasteiras. No meu amplexo já cansado, Diluo a espera. No branco sem destino, Na latência de sentimentos, A fluorescência ofusca-me, Assombra-me. Sou migalhas de um pobre na dor que não cura... Invento psicanálises nos dias perturbadores. Adentro o espírito infértil vaga fortuito, Probabilidades casuais, Sedento de anseios como as infinitas variáveis no espaço, Sem cabanas. Sou inesperado, Duvidoso, Eventual tal qual os olhares distantes que se abraçam demorado... As sátiras deixaram-me, Corro feito louco, Sem domicilio. Abraço o improvável como se abraça os mares. Os tantos mares que moram em mim, Chegando tempestuosos, De súbitos, Embaçando a ficção aflorada. Na incerteza, Crio outros mundos, Terras ditantes, Aconchegantes para aliviar as dores. As dores que outrora, Tornaram-me identidade, Sem essência, Ou analogias...

'DISJUNÇÃO' Carrego teus olhos nos meus, Perdidos em sombras disfarçadas.
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'DISJUNÇÃO' Carrego teus olhos nos meus, Perdidos em sombras disfarçadas. Participo das tuas noites perdidas, Ludibriada em paixões lufadas... Abraço-te não mais como a flor que imaginei, A essência do perfume não mais existe. Sonhos de outrora encarcerou-se, Gracejos ficaram tristes... 'Direções' serão outras, Não há culpados quando a dor é ausente. Andar-nos-emos outros destinos, Discorrendo-nos do presente... Envolto nas pedras que seremos, Nas almas acorrentadas em fragrâncias. Seremos como velhos artigos: 'O aMoR oCuLtO eM lEmBrAnÇaS.'

'VASO' Ruidoso, feito com as mãos, Industrializado.
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'VASO' Ruidoso, feito com as mãos, Industrializado. Sou natureza. Ferro. Do homem estraçalhado. Cheiro/argila, cerâmica, madeira, polietileno, resina, palha, sintético. Castiço... Quando bem trabalhado, sou admirado, beleza, suspiros. Decoro, adorno, alinho, ornamento, aformoseio. Enfeito o imperfeito. Sitio povoados, vidros temperados... Sou dos cantos. Dos lados. Artificial. Nas paredes pendurados... Sou do arcaico, do homem abstrato, sarcástico, quadrado, redondo. Aromo onde passo. Encanto com minhas formas diferenciadas. Tenho sabor tateado. Expressão do humano: transparente, engraçado, pintado em infinitas cores. Cristalizado ou inexpressivo. Sem desígnios ou escritos, serei intuito, Vaso qUeBrAdO...

'TROPEÇOS' Tropeçamos nas indecisões/decisões. Cores sem tintas. Abstrações. Painéis lúgubres. Quadro sinuoso, sem repouso. Metáforas em pincéis. Colinas... Tropeçamos nas sombras do último vagão. Nas dores que tornaram-se horrores. Fumaça embaçando a visão. Peito fatigado sem…
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'TROPEÇOS' Tropeçamos nas indecisões/decisões. Cores sem tintas. Abstrações. Painéis lúgubres. Quadro sinuoso, sem repouso. Metáforas em pincéis. Colinas... Tropeçamos nas sombras do último vagão. Nas dores que tornaram-se horrores. Fumaça embaçando a visão. Peito fatigado sem proteção, morada. Fatalidades abertas, enferrujadas... Tropeçamos nos rios estrangulando faróis. Maresias sem beira-mar, paraísos. Na práxis do tempo. Textos vazios. Chuvas ácidas, atormentando sangrias veladas.... Tropeçamos para nos tornarmos gigantes. Conquistadores do mundo glacial, abrasador e determinista. Para contemplarmos as estrelas soltas no infinito, com suas luzes intactas que nos enchem de sentimentos, acendendo os faróis desprovidos. Subjeção de estarmos vivos, abraçando o tempo remanescente, vindouro, incisivo...

'MÃE' Inala-me com teus impulsos e verdades. Vejo-te 'SUPER',
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'MÃE' Inala-me com teus impulsos e verdades. Vejo-te 'SUPER', Influentes Olhos Quebradiços. Cabelos brancos inspirando proteção. És pedra preciosa, Diamante lapidado pelo tempo. E no tempo, És transmissão de vida... Quero agradecer-te pelos auxílios nas noites acordadas. Pelos seus superabraços e carinhos quando mais precisei. O meu amor por ti, longe de ser passageiro, É duradouro, Infindável, Aromatizante em todas as estações...

'NATUREZA' Presenciamos-te virgem na tua breve morada, Passageira como nuvens,
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'NATUREZA' Presenciamos-te virgem na tua breve morada, Passageira como nuvens, Maravilhando-nos nos dias inventivos, Jorrando admiração por entre vales e matas. Transcendental, Tal qual o bater de asas e o cantar dos pássaros, Que ausente de amarras/dores, Respira liberdade, Multiplica felicidades, Transforma vidas... Era-nos lugar de predileção. Espetáculo ao olhos na chama do alvorecer. Ar puro inclinando pulmões, Adocicando crianças, Trazendo esperança. Sem declives, Os córregos clamavam-te com suas águas límpidas, Criando canções/moradas, Animais livres. Natural Habitat das Vegetações... És agora lacônico na tua célere morte. Transformaram teus dons/paisagens. Tuas jazidas exauridas, Todavia, Berços de atrocidades. Calhordas visionários te despem, Não gestam tuas belas e provocantes tonalidades. Desvairam tua pobre sobrevivência. Homens/Naturezas não mais existem Apenas eloquências ausentes/saudades...

'SEMITONS' Os dias vazios aproximam pequenos tons que se perdem no espaço. O regresso das melodias atenuam-se em semitons que viajam às novas terras desconhecidas. O ardor da ausência, abastarda, dança pequenos passos, imprecisos, já sem tantas sinfonias... Entonações descrevem…
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'SEMITONS' Os dias vazios aproximam pequenos tons que se perdem no espaço. O regresso das melodias atenuam-se em semitons que viajam às novas terras desconhecidas. O ardor da ausência, abastarda, dança pequenos passos, imprecisos, já sem tantas sinfonias... Entonações descrevem a fosca expressão imbuída no rosto. O convite aos vários 'concertos' deleita-se aos diários aplausos viscerais. Encontramo-nos e perdemo-nos a tantas novas orquestras, tormentos. E a chegada de novas composições que nos apaixonam de imediato, servem de fôlego nos dias inférteis... As belas canções que aprendemos em busca dos enigmas que criamos, miniminizam as tantas perguntas que afligem os pequenos vácuos. E das tantas trovas óbvias lançadas, que sejamos gigantes nas pequenas palavras e estritamente enorme nos grandes abraços...

'SEI LÁ![2]' Quero-te sei lá! Convencional.
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'SEI LÁ![2]' Quero-te sei lá! Convencional. Inverídico. Amar-te-ei como o mar? Quero-te silenciosamente, embaralhar... Partículas no ar. Sei lá! Deletar meu coração. Abrir corpos, tencionar. Insinuar outro mar... Quero ausência cingir! Titubear, não só teu olhar. Maquino detalhes, litorais... Sei lá!

'INIMAGINÁVEL' Escrevo o inimaginável como quem compõe esboços na areia, solto nos grãos,
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'INIMAGINÁVEL' Escrevo o inimaginável como quem compõe esboços na areia, solto nos grãos, livre de quedas, Amparo-me às tantas luzes que se sacrificam, homogêneas e dispersas, luas lêvedas. Imagino o mar acuando montanhas, abatendo e aliviando correntezas. Aconchego de calmas, libertando prisões, ventanias! Assim crio, sem tantas alegorias ou parâmetros, figurado, mortal... Sucinto o inimaginável que peçonha o peito, e rói uma habitude sempre infinda. Posso ser íntimo, campestre. Rei, miserável. Os cárceres perguntam algo totalmente desfigurado, invital. Sou inimaginável, mas cultivo existência. Apascentando os supetões dos grande e pequenos alpendres, avanço calmaria, sem ode, ou tesouro algum...

'ABELHAS' Sob a mesa amarroada, abelhas polonizam a carne crua.
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'ABELHAS' Sob a mesa amarroada, abelhas polonizam a carne crua. Zumbidos ao redor de um copo caído parece infinita cena. Embebidas com o cheiro acre, destilado, decalque... Próximo a elas, papéis jogados, acolhendo a letargia de algumas, veemente saboreando seu pedaço de carne. Asas parecem bater mais fortes, volúpias, vaidades, ... Para onde fora o própolis? Sem significado, os papeis sofrem: abelhas já mortas, sem voo, empalhadas pelo próprio 'mel' que criara. Vilipendias, caminham lentamente na emoção... Parado na reflexão, a casa de palha observa-me petrificada. Serás casa nos dias que virão? Ou apenas lembranças de rodas dentadas? Tudo será abelhas, engrenagens? E em meio a tantas, sopeio as que ainda restam. Mas outras voam sem rumo, sempre a procura, carnes cruas, colmeias...

'LUA' O veneno corre, vivificador febril nas entranhas,
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'LUA' O veneno corre, vivificador febril nas entranhas, covil dos tentáculos envoltos na alma. O amarelo, fogo brando. Simetria de mudos mistérios... O pequeno rio barulha, a pobre visão carapuça. Hora de acordar! Esquecer! Adormecer inquietudes, redemoinhos... O andar às escuras, extinguindo flores. Flores absolutas! Múmias juntos à acinzentada lua. Refletora de luz, horto na escuridão... Porque tantas flores perecidas no escuro? Se bem que o clarão já não importa. Aqui distante, loucos matam todas as formas, lua míngua/futuro. Homem inexpressivo no muro... Tudo confuso! A lua desencanta-te. Fita-te ao horizonte, é a muda esperança. O pairar de mais um painel: 'o pincelar na lua minguante'... 'Traçado de homens flamejantes', pronunciando-se ao glacial, acidental. Embaralhando neblinas, as tantas luas que se foram, pontos na velha retina... O mundo paisagístico revela algo sinistro: Lua Negra tão pequenina, vagão! Um curvar-se ao pequeno ponto! E o traçado atônito, imensidão na palma da mão?

'MADRUGADA FRIA' A vontade era ser livre, prosseguir com paladares,
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'MADRUGADA FRIA' A vontade era ser livre, prosseguir com paladares, coisas estranhas. Livretos. Histórias... Advento, a madrugada trouxe brusca trajetória, destruíra pontes. Não vira mais o rio que respira, tudo outrora... Esvaiu-se o tempo para compilar resumos, resenhas. Ficara tudo a fazer, construir, planejar... Dilúvio! Porquê permanece frio adentrando embaraços? Sem avisar! Meu sorriso esparramar! As poucas horas findar! Crivou-me às entranhas. Plantou espaços, saudades. Abraçou-me e recusei. Contou-me a última história e não tive interesse... Aprisionou-me cativo. No final a escurecer, sem trilhos/avisos. Tantas folhas perecer, não haverá outra estação? Saí de mim causadora leveza! Leva teus faróis degradantes que planejou-me às escuras, sem brilhos, saídas. Despir-me aquém essa misura? Olhares no cômodo quadrângulo me despem, mui reflexivos que eu. Aguçados no coma que persegue. Tristonhos, silentes... Aflições ou outros dilemas, a ferida sempre finda. Mera calada! Pobre nos temas. Geralmente na arquitetura não desejada... Chegara o ápice dos velhos minutos, já respiro águas brandas , metais desconhecidos. Serei divindade em outras chegadas? Mendigo? Liberto estou das amarras, o espírito não abandonei! Eis o maior sarcasmo da vida: trilhar novos caminhos/novos rumos, não sei!!! +++ Homenagem a mais um 'grande amigo'... Que se foi (Jack)...

'NATAL HODIERNO' Não sou de ficar empolgado com o Natal, considerado pela maioria das pessoas, importantíssimo. Mas sempre fui de participar e contribuir de alguma forma para as reuniões da família todos os anos. Olhando de alguns ângulos, cheguei a conclusão de que esse ano eu…
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'NATAL HODIERNO' Não sou de ficar empolgado com o Natal, considerado pela maioria das pessoas, importantíssimo. Mas sempre fui de participar e contribuir de alguma forma para as reuniões da família todos os anos. Olhando de alguns ângulos, cheguei a conclusão de que esse ano eu não quero Confraternizações Natalinas! As pessoas não estão preparadas para tal, sequer sabem seu real significado. O Natal teria de ser um ponto de partida para a mudança individual e coletiva. Reflexões à cerca dos nossos atos como seres humanos. Apertos de mãos e abraços sinceros. Se bem que esses pequenos [grandes] detalhes deveria acontecer constantemente e não apenas na data prevista. Mas o Natal proporciona essa reunião familiar tão querida, que às vezes pode demorar anos para acontecer, mas que de um modo geral, é apenas mais uma 'reuniãozinha qualquer de alguns parentes distantes ou próximos.' Por falar em proximidade, há aqueles que moram tão próximos (dos parentes) que são verdadeiros ausentes; irmãos que não se respeitam; outros, literalmente abandonam os pais e só servem para criticar; outros são ardilosos em enganar sua prole sem quaisquer escrúpulos. A irrelevância é uma barbárie diária nas famílias. Não quero o Natal! Não pelo fato de ser uma Festa Capitalista ou uma estratégia antiga da Igreja Católica que deu certo, mas pela simbiose que não existe entre as pessoas; pela demasiada falta de respeito que à antecedem; e pelos tantos panos negativos estampados à nossa frente na maioria das famílias falidas. Há um trecho da bíblia que relata: 'chegou o tempo de nascer o bebê, e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.' Natal é sinônimo de humildade, simplicidade e celebrações verdadeiras. Nada de pompas ou desavenças familiares. O espírito natalino tão falado, caiu em desuso. Não mais existe! As pessoas extinguiram a transformação que teria de começar de dentro para fora, mas que sempre é o contrário, não fazendo nenhum sentido fazê-lo.