Frase de Risomar Sírley da Silva
'MADRUGADA FRIA' A vontade era ser livre, prosseguir com paladares, coisas estranhas. Livretos. Histórias... Advento, a madrugada trouxe brusca trajetória, destruíra pontes. Não vira mais o rio que respira, tudo outrora... Esvaiu-se o tempo para compilar resumos, resenhas. Ficara tudo a fazer, construir, planejar... Dilúvio! Porquê permanece frio adentrando embaraços? Sem avisar! Meu sorriso esparramar! As poucas horas findar! Crivou-me às entranhas. Plantou espaços, saudades. Abraçou-me e recusei. Contou-me a última história e não tive interesse... Aprisionou-me cativo. No final a escurecer, sem trilhos/avisos. Tantas folhas perecer, não haverá outra estação? Saí de mim causadora leveza! Leva teus faróis degradantes que planejou-me às escuras, sem brilhos, saídas. Despir-me aquém essa misura? Olhares no cômodo quadrângulo me despem, mui reflexivos que eu. Aguçados no coma que persegue. Tristonhos, silentes... Aflições ou outros dilemas, a ferida sempre finda. Mera calada! Pobre nos temas. Geralmente na arquitetura não desejada... Chegara o ápice dos velhos minutos, já respiro águas brandas , metais desconhecidos. Serei divindade em outras chegadas? Mendigo? Liberto estou das amarras, o espírito não abandonei! Eis o maior sarcasmo da vida: trilhar novos caminhos/novos rumos, não sei!!! +++ Homenagem a mais um 'grande amigo'... Que se foi (Jack)...
No pensador.ai desde