Essa noite será diferente... Não mais terei você ao meu lado... Ontem você era meu presente... Hoje você é o meu passado...
Frases de Renato Jaguarão
43 frases
EU SOU GAÚCHO... E DESSE JEITO EU SOU FELIZ NÃO ME LEVE A MAL... O RIO GRANDE É MEU PAÍS Eu sou Gaúcho, por favor não leve a mal,
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EU SOU GAÚCHO... E DESSE JEITO EU SOU FELIZ NÃO ME LEVE A MAL... O RIO GRANDE É MEU PAÍS Eu sou Gaúcho, por favor não leve a mal, do interior, capital me acompanha o chimarrão. Uso bombacha, em qualquer lugar que ande tenho orgulho do Rio Grande, minha terra meu rincão. Todos os dias eu retiro meu chapéu Agradeço ao Pai do céu por ter nascido Gaúcho... Canto meu hino com a mão no coração sou a própria tradição De um povo simples sem luxo. EU SOU GAÚCHO... E DESSE JEITO EU SOU FELIZ NÃO ME LEVE A MAL... O RIO GRANDE É MEU PAÍS
Um dia vendi meu cavalo. Foi num domingo, nessas voltas de rodeio... Eu garboso bem faceiro vinha com pingo a lo largo....
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Um dia vendi meu cavalo. Foi num domingo, nessas voltas de rodeio... Eu garboso bem faceiro vinha com pingo a lo largo.... Me ofereceram um trago e seguimo ali proseando... Logo vieram ofertando uns troco no meu Picasso... Era lustroso o bagual, calmo como chirca em barranca... Mansidão não hay quem compra, disse um velho paisano... Largaram uns peso no pano de primeira refuguei... Depois logo pensei, hão de cuidar do pingo... Eu nunca fui de apego, meu rancho é a solidão... Ainda dei o xergão e vendi o meu velho amigo... Quando voltava pras casa, a pezito curando o trago... Fui lembrando das andanças que fizemos pelo pago... Lembrei até duma noite, que quase se fomo nas barranca... Por causa de uma potranca o Picasso enlouqueceu... Depois obedeceu e voltou a compostura... São coisas da criatura, da natureza do bicho... Eu sei bem como é isso comigo se assucedeu... Mas eu já tinha vendido, de nada mais adiantava... A vida continuava, quantos já venderam cavalos... Uns bons outros malos, mas é coisa da tradição... Depois pegamo outro potro... Domamo e mais um tá pronto pras lides de precisão... E assim se passaram os anos, e nunca mais vi o Picasso... Mas ainda tinha a lembrança daquelas festas campera... Debaixo de uma figueira nos posando prum retrato... Eu virado só em dente, tamanha felicidade... E ele bem alinhado, com pescoço arrolhado, mostrando garbosidade. E o tempo foi passando, eu segui domando potros... Mas um deu pior que outro nunca mais tirei pra laço... Lembrava do meu Picasso, manso, bom de função... Trazia ele na mão, nunca me refugo... Desde do dia que chegou potranco bem ajeitado... Se acostumou do meu lado vivendo ali no galpão... A vida é cerca tombada, quando se sente saudade, dói uma barbaridade... O coração em segredo as vezes marca no peito, qual roseta na virilha... Não fica bem pro farroupilha ter saudade dum cavalo... Que jeito se vai chorar, são coisas de índio macho... Sentimento é um relaxo difícil de aquerencia... Mas o tempo vem solito, não trás amadrinhador... Num dia desses de inverno, juntando geada no pala... Eu vinha nos corredor pensando nas cosa da vida... Foi quando vi um cavalo magro ali atirado junto a cerca caída. Fui chegado mais perto daquele coro jogado Os olho perdido e triste, me perguntei qual existe gente mala nesse mundo. Pra atirar assim um crinudo, pra morrer a própria sorte Pedi licença pra morte em me cheguei sem alarde. Não creio em divindade, mas o milagre aconteceu Ali na beira da cerca, quando me olhou com tristeza... Na hora tive a certeza que aquele pingo era o meu. Levei ele pro rancho, tratei e curei os bixado... Dei boia e fique do lado, até ele melhora... Perdão meu Picasso amigo, agora ficas comigo... Não te vendo nunca mais... Por mim pouco importa se já não serves pra lida... Aqui será tua vida até o dia que morrer... Talvez não tenha perdão, sofresse em outras mãos... O que fiz naquele dia? Te vendi por alguns trocados, um amigo não tem preço, o que fiz foi judiaria... Nunca mais vendo cavalo.
UM MATE Eu vou tomando mais um mate Esperando ela voltar
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UM MATE Eu vou tomando mais um mate Esperando ela voltar A cuia Lembra aquela pele A erva verde aquele olhar Se eu soubesse que doía Tanto assim a solidão Eu fiquei tomando mate Ela tomou meu coração... Aqui sozinho eu vou lembrando Querendo quem não quer lembrar Até o mate tá lavado Ficou cansado de esperar... Mas enquanto essa saudade Quiser mi acompanhar Eu Vou tomando mais um mate Esperando ela voltar. Aquele adeus ficou no mate O mate sempre faz lembrar Ainda é verde a saudade Saudade as vezes faz chorar... Seu soubesse que doía Tanto assim a solidão Não tinha tomado mate Com quem tomou meu coração... Não tinha tomado mate Com quem tomou meu coração... Eu vou tomando mais um mate Esperando ela voltar A cuia Lembra aquela pele A erva verde aquele olhar Se eu soubesse que doía Tanto assim a solidão Eu fiquei tomando mate Ela tomou meu coração... Aqui sozinho eu vou lembrando Querendo quem não quer lembrar Até o mate está lavado Ficou cansado de esperar... Mas enquanto essa saudade Quiser mi acompanhar Eu Vou tomando mais um mate Esperando ela voltar. Mas enquanto essa saudade Quiser mi acompanhar Eu Vou tomando mais um mate Esperando ela voltar. Eu Vou tomando mais um mate Esperando ela voltar. Eu Vou tomando mais um mate Esperando ela voltar.
Nossa casa mudou muito... Tudo fora do lugar... Sem retratos, sem tapetes... Sem seu cheiro a exalar... Nem as flores são verdes como antes... Nem meus sonhos se permitem recordar... A saudade agora fria companheira, permanece onde foi o seu lugar.
*O retrato ainda está sobre a mesa... Faltou coragem de tirar... Tenho medo que ele falte em seu retorno... A esperança ainda teima em voltar...
Areeiro. Hoje, o sol escondido, fez sombra na barranca. O rio brilhou, mais que a nascente.
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Areeiro. Hoje, o sol escondido, fez sombra na barranca. O rio brilhou, mais que a nascente. Espelhou, Santa Rosa, escureceu o céu. João areeiro, transbordou a barca, planando na correnteza. Horizonte, incerteza, é o dia de amanhã. No cais aguarda o retorno, um filho uma mulher. No entardecer, correnteza bruta, que a vida leva de proa. A areia é a vida, o pão de cada dia. Espera Maria, a noite caiu. O filho chorou, o João não subiu. A tempestade sem aviso, não permitiu retornar. Jaguarão levou a barca, areeiro não tem mais a pá. Maria chorou para o rio, João, que não vai mais voltar.
POR ESSAS FRONTEIRAS Vou chegando despacito Assim pedindo permiso
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POR ESSAS FRONTEIRAS Vou chegando despacito Assim pedindo permiso Adentrando no galpão Cheguei hoje da fronteira De Santana com Rivera Tropeando léguas de chão Me espera o Aparício Nessa lida de Ofício De quem nasce pra ginete Gauderio de fundamento Forjado a quatro tentos Nas estâncias do Alegrete Por hoje peço pousada Amanhã pego a estrada Essa é a vida que escolhi Mais tarde na Madrugada Vamos quebrando geada Em direção a Quaraí Criado nessas fronteiras Cruzando as carreteiras Nem sei que lado nasci Gaúcho e castelhano Sou filho do minuano Com uma índia de Itaqui Neste pampa castelhano Me conhecem por paysano Origem de três bandeiras Com meu pala encarnado Sou herança do passado Dos tauras dessas fronteiras O meu pala correntino Que comprei lá na Argentina Quando andei em Uruguaiana Enxugou muitos lamentos Por juras de casamento Que fiz pra uma castelhana
"Viver é a maior das vitórias"
Eu nasci nessas estancias Da pampa que ao largo vai
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Eu nasci nessas estancias Da pampa que ao largo vai Trago a sina de ginete Que herdei do meu velho pai Nas dita demarcatória Não tive terra tropilha Me toca o sangue encarnado Do lanceiro farroupilha Que maula, sou pelo duro A história se me esqueceu Fiquei cuidando cavalos E campos que não são meus É a vida é a história Cosas de destino, revolução Uns nascem pra maiungo Outros nascem pra Peão. Um dia na estancia Um flete se desmamo Me deram como descarte E o potro guacho vingo Era ´último oficio Pras corda dum domador O primeiro cavalo Que vida me regalou Se fomo quage dez lua Naquele lançante inclemente Onde cavalo e ginete Medem força e pacença. Era pura resistença No palanque inclinado O cabresto estirado Preste se arrebentar O tempo faz sujeita A força é quage em vão Dei nome de solidão E terminei de enfrenar Era flor aquele pingo Clinudo, zoio salgo, Ligeiro como tainha Era sestroso o bagual Não tinha marca, sinal, Mas era tudo que eu tinha. Que lindo aquele retosso Naqueles findar de tarde Era a própria liberdade Demarcando território O taura fica simplório No orgulho do preparado Se brandeava pro meu lado Como quem nos pede um mate. Nas noite despois das lida Nos rumava pro bolicho Saia dando relincho Facero bem aplumado Eu todo perfumado No estrato de amor gaúcho Era os dois virado em luxo Pronto pra um retrato Facerice era medonha, naquela nossa toada Ringindo basto na estrada, encurtando os corredor A sina de um payador Que a vida não deu parada. Sempre quis erguer um rancho Nas volta de algum fundão Pra eu, mais o solidão Ter na morte um poso certo Um galpão, Mangueira perto A sombra de um caponete Pro descanso do ginete E uns ponteio no violão. Pra quem tem quage nada Qualquer cosa é furtuna O campo beijando a laguna, aa silhueta da tarde Galpão, pelego, um catre, pra lua que se boleia A cada gole de canha As ideia se empareia, O pensamento volteia Tal um compasso de tango Assim no mais, vai ao tranco A vida se faz pequena O branco mescla a melena O tempo que se perdeu... A china que nunca tive, a cria que não lambeu O campo que não é meu, mas rondei como se fosse. A vida é quase um coice Pra quem sem nada nasceu. Pra se campeiro me basta O céu, planuras, as estrada É muito pra um monarca, sem posse nem procedência Que te por dono a querência, cantada numa payada. Um dia se vai um taura, como quem puxa um bocal A doma agora é solita não trás amadrinhador. Por fim em algum corredor, a de sobrar uma terra Uma cruz onde se encerra a vida de um domador. Nem quero muito alvoroço, também quem vai se importa É só no mas pra constar nos anais do campeirismo Nessa vida de xucrismo Alguém hay de se lembrar Só meu pingo, Só ele me basta Nessa última tropeada No fim dessa estrada, onde repousa um tropeiro Eu recordo, meu parceiro Dos bolicho, das função Foste meu único amigo E te chamei de solidão.
NEGO RASTILHO Ali na velha figueira, Quase no fundo da pampa
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NEGO RASTILHO Ali na velha figueira, Quase no fundo da pampa Repousa a velha estampa Do negro santo milagreiro Donde a canha, o palheiro São regalos das promessa E o fim da história empesa Por mando de um entrevero Ainda mocito o negro Se fez solito no mundo Nascera o pai já defunto Jogado pelos galpão GUACHO de pe no chão Jogado pelas estancia Era o retrato da herança Dos tempo de escravidão Mas era a desigualdade Que amadrinhava o destino Assim ainda franzino Tomou o rumo da estrada Bebendo nas madrugadas Sem poso certo ou morada Qualquer rancho era parada Pra alma de um teatino O destino lhe dera a destreza Essas Cosas da natureza, Que nascem do nosso lado Abria qualquer candado Assim feito magia Depois desaparecia Se embretando nos campos Parceriando os pirilampos O Quero-Quero e as tropilha Conhecedor da fronteira Dos bolicho, dos quilombos Refugava ao primeiro tombo. A nada queria mal Oficio era braçal, Vivia de changa e lida Pra molde o palheiro, bebida E alguma carne de sal... Mas foi em 45 Naquele inverno tirano O negro, índio paysano Se topou com a guarnição Não se sabe o motivo Daquela rude investida Que fez ceifar uma vida No fogo do mosquetão Ainda agonizando Depois do ronco do tiro Como um último suspiro Recordou a sua vivencia Cada canto da querência Os anos a sua idade E GRITOU LIBERDADE Sem nunca pedir clemência! Assim naquela noite Sem velório, vestimenta Em meio a toda tormenta Se deu o sepultamento Sem despedida, lamento Solito tal qual destino Uma cova, nem um sino Nem oração, nem adeus. Hoje em nova morada Debaixo de uma figueira No limite da fronteira Onde a geada chega primeiro Fumo cachaça, dinheiro Regalo do prometido De quem foi atendido Pelo Rastilho milagreiro. - Renato Jaguarão∴
"Para algumas pessoas, projetos são maiores que lugares, sonhos vão muito alem das distâncias, realizações não tem fronteiras, lágrimas afogam saudades, e conquistas tem o tamanho do mundo" Renato Jaguarão.'.
A vida é cerca tombada, quando se sente saudade, dói uma barbaridade, o coração em segredo as vezes marca no peito, tal roseta na virilha, não fica bem pro farroupilha ter saudade de um cavalo, que jeito se vai chorar, são coisas de índio macho, sentimento é um relaxo difícil…
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A vida é cerca tombada, quando se sente saudade, dói uma barbaridade, o coração em segredo as vezes marca no peito, tal roseta na virilha, não fica bem pro farroupilha ter saudade de um cavalo, que jeito se vai chorar, são coisas de índio macho, sentimento é um relaxo difícil de aquerencia. (Da poesia Nunca mais vendo Cavalos) Renato Jaguarão
"Amigos de verdade tomam mate juntos, em tempo bom e no temporal" Renato Jaguarão.
"Não tenho muito na guaiaca, mas tenho felicidade de sobra, e alegria a vida não cobra" Renato Jaguarão
"Me gusta mais o campo, a calmaria e a liberdade, que o juntamento e a prisão, da grande cidade" Renato Jaguarão
"Eu não creio na justiça, fique descrente em trinta e cinco, quando no lombo pingo, empunhei lança na mão, me prometeram liberdade, mas continue na escravidão" Renato Jaguarão
"Quando me for dessa vida, na minha última tropiada, me levem pra minha querência, se na distância eu andar, e podem me enterrar, em qualquer beira de estrada, não carece cruz nem nada, só um pedaço de chão, pro descanso do peão em sua última morada" Renato Jaguarão
"Não tenho quase nada, minhas garra, catre, um galpão, isso basta pra um gaúcho, sem posse nem procedência, que tem por mundo a querência e a fronteira no coração" Renato Jaguarão.
"Quando tu é determinado, tua origem é as condições em que tu nasceu, são apenas detalhes"
Pra esses ginetes de lida De hoje é de tempos passado Do litoral a fronteira
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Pra esses ginetes de lida De hoje é de tempos passado Do litoral a fronteira Em todos rincões do estado. Lançadores e guasqueiros No ofício da tradição De pronto o Celoir Eo Cabéca em Jaguarão. Na campanha em Dom Pedrito Murilo e o Dilamar O Marim lá de Alvorada Sempre loco pra enfrena. Ao Jones e o Araujo Aviso que eu vou chegar Na nossa Arroio Grande Terra do grande Mauá. O Célio Flores prepare Churrasco e vinho a vontade Depois me mande o convite Pra visitar Garibalde. Em Cambará o Fogaça E o Rato bom domador Lelé lá de Caçapava Santana o velho Tio Flor. O Villagran em São Gabriel Dom Eguita velho lendário João de Deus muy conhecido Nos bolicho de Rosário. Clavijo em Santa Vitória Um mergulhão de primeira Lá em Pelotas o Dula Roni e o Fábio Oliveira. O tio Batista em Cochilha O mestre dos aporreados Fermino e Volmir de Paula Na Vacaria aclamados. Em Soledade o Silvio São Borja o Ibanes Se as garra tem procedência Por certo ele que fez. Perdigueiro no boi brabo De guri se fez ginete O Rafael e o Fábio Da querência do alegrete. Aires no sul do estado Lá por Pinheiro Machado O Silvio em Soledade E o Silva lá em Rio Pardo. Na estância Vista Alegre Elautério de Aceguá Las pros lado da Fronteira Tenho história pra conta. O Vilson Souza ginete Montando o Tupambaé Fez lenda em Uruguaiana Campeiro lá de Bagé. O Fernandes e o Miranda Pionada lá de Herval O Venâncio em Candiota Dos campos lá de Ceival. Lá por Júlio de Castilho Daniel Teixeira é premido Benedito em Cruz Alta No lombo dos aporriado. De Quaraí pra Artigas O capataz foi chamado Me trás a egua Leona Pro Mario e Bruno Machado. Taura Marcelo Correia Ginete da Capital O Adelar missioneiro Da velha São Nicolau. Chindo Amaral de Alvorada Me espera com o mate cevado O Lopes de Belém Novo Vai nos fazer um costado. Piratini o Ortiz Doma de ouro certera No caraá em São Lourenço O amigo Silvio Oliveira. Em Camaquã Edi Silva Que virou lenda campera O Souza do Itaqui João Pedro lá de Cidreira. Guto Freire e o Padilha Passo Fundo na história Ginetes de fundamento Destinados a vitória. Na terra dos trovadores O Duda de Viamão Arambaré o Andrighetti Do freio já foi campeão. De São Luiz Gonzaga Domador Emerson Terra O Dudu de Carazinho E aqui a lista se encerra... Os gaúchos desses versos E outros tantos da lida Que aqui são homenageados Por seus exemplos de vida. Onde tiver um campeiro Que chegue o meu abraço Aos ginetes, os Guasqueiros E a gauchada do laço. Renato Jaguarão. ©todos direitos reservados-2021/2022
"O melhor da vida é quando tu olha pra trás e reafirma que faria tudo novamente, pois valeu a pena cada momento, até mesmo os erros que serviram de ensinamento pra ser quem você é"
Pedido de um fronteiriço... Pra quem vier da Fronteira... Me traga alguns presente...
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Pedido de um fronteiriço... Pra quem vier da Fronteira... Me traga alguns presente... Um Conaplole de leite... Media luna e um pomelo... Um vidro de caramelo... Alegria e boa notícia... Uma Norteña una Patrícia... Um abraco do chibeiro... Não esqueça do palheiro... Do chouriço nem do pancho... Um pedacito de chancho... Pra vestimenta alpargata... Uma solingen de prata... Aquilo que é flor de faca... Pra atravessar na guaiaca... Em mode de precisão... Por fim, daquele chão... De regalo a boina encarnada... pras festa da gauchada... Me bombeando de primeira... Saberem que sou da Fronteira... E não preciso mais nada...
"Levanta e vai a luta, o mundo não para pra te esperar, quem chegar primeiro na estação sobe no trem que leva ao sucesso"