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Frases de Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira

1.032 frases

⁠A Essência da Hipocrisia Canta a voz amarga, rasgando a ilusão, Dos campos sombrios de um chão corrompido,
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⁠A Essência da Hipocrisia Canta a voz amarga, rasgando a ilusão, Dos campos sombrios de um chão corrompido, Onde a lama é trono, em negra ascensão, E o poder se vende ao mais atrevido. São caçadores de luzes vazias, Artistas do engodo, da falsa glória, Tecem com jactância suas vilanias, E maculam a pátria com má memória. Carrapatos vorazes, sugam a vida, Em fisiologismo pútrido e vil; Tergiversam em trama torpe e fingida, Erguendo um império de escárnio febril. Aloprados em tronos de tirania, Boçais que governam com mão opressora, Desalmados que abusam da democracia, Transfigurando a lei que outrora consola. Prevaricam, usurpam, em podridão, Onde a dignidade jaz enterrada, Fraude e mentira moldam a nação, Por mãos imorais, brutalizadas. Mas mesmo no caos que a ética rasga, Ergue-se ainda o brado de integridade; Valores inegociáveis brilham, Contra a ferrugem que o mundo invade. Pois no oceano da fome e da dor, No mar de corrupção corrosiva, A utopia resiste, clama amor, E a esperança jamais se esquiva.

⁠A Lógica da Sociedade Moderna É perfeitamente perceptível a raiz de todo mal que assola a sociedade brasileira. Há uma quebra da ordem social, uma clara ruptura no sistema de organização, além de uma constante disputa por espaço no ambiente de negócios. A polarização de poder d…
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⁠A Lógica da Sociedade Moderna É perfeitamente perceptível a raiz de todo mal que assola a sociedade brasileira. Há uma quebra da ordem social, uma clara ruptura no sistema de organização, além de uma constante disputa por espaço no ambiente de negócios. A polarização de poder dá origem à indústria do ódio, evidenciando a necessidade urgente de associativismo social, diante das inúmeras fontes de conflitos por holofotes virtuais e poder econômico. Vivemos uma era marcada pela liquidez do conhecimento, que se esvai diante da vanglória da mediocridade. Esse é um tempo marcado por crises de identidade, em que a moral e a ética são relegadas ao segundo plano, com a corrupção de valores e princípios outrora caros à sociedade ancestral. O corporativismo institucional mostra-se extremamente nocivo às aspirações brasileiras de crescimento coletivo. Atualmente, cada órgão busca, a todo custo, defender seus interesses, ainda que ilegítimos, em detrimento do tecido social, perpetuando a visão de duas sociedades distintas: uma ordeira e outra hostil. Esquece-se, porém, que não há no país nenhum organismo consolidado em bases puramente morais. Todos os órgãos, sem exceção, possuem suas virtudes e seus méritos, mas também suas falhas e desvios. O Brasil apenas encontrará o caminho do crescimento quando houver um verdadeiro senso de unidade em seu tecido social.

⁠Eternamente Tenra Eternamente tenra, semente do amor, Beth reluz como estrela no céu sem temor.
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⁠Eternamente Tenra Eternamente tenra, semente do amor, Beth reluz como estrela no céu sem temor. Sensibilidade que embala, ternura que cuida, Coração esplêndido, na bondade se inclui. Carinhosa e zelosa, com lhaneza encanta, Sua beleza reluzente, na vida se agiganta. Encantadora brisa, primaveril ao tocar, Sua luz incandescente faz o mundo brilhar. Arrojada e destemida, dedicada a sonhar, Determinada, ela vive o amor a pulsar. Policromas do arrebol em sua alma estão, Resiliência elegante, admiração em ação. No azul da imensidão, rutilante é seu ser, Irradiante quimera que inspira a viver. Lua que no céu inspira, perfeita ao luar, Gratidão nos seus gestos, que vêm pra abraçar. Calor e paixão, vida plena de esplendor, Beth, amorosa estrela, espelho do amor. Doçura que embala, com o céu em comunhão, Eternamente tenra, eterna emoção.

⁠Exuberante Entardecer No céu azul de imensa claridade, Brilha o sol com ardente exuberância,
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⁠Exuberante Entardecer No céu azul de imensa claridade, Brilha o sol com ardente exuberância, A brisa leve traz sua suavidade, Pintando o verão com doce esperança. Entre coqueiros que dançam ao vento, A calmaria repousa na folhagem, E os pássaros em alegre movimento Tecem chilreios, pura paisagem. A piscina reflete o céu reluzente, Com estilhaços de luz policromas, A alegria flui no coração ardente, Em versos de lirismo e aromas. Nas árvores há uma revoada em festa, Inocência paira, tenra fantasia, A paz caminha com beleza modesta, Enquanto a música abraça o dia. Corações palpitam com paixão sincera, A plangência do amor toca o verão, E a lhaneza de um instante prospera, Com clareza e luz na alma e chão. Oh, entardecer de cores e magia, Onde o esporte vibra e o sonho é paz, Tua pureza inspira e contagia, Em teu abraço, a vida se refaz.

⁠Poeta do Vale No Vale do Mucuri, onde a terra canta, Menestrel do amor e da ternura que encanta,
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⁠Poeta do Vale No Vale do Mucuri, onde a terra canta, Menestrel do amor e da ternura que encanta, O coração faz jorrar suave poesia, Lirismo ardente em noites de melancolia. Sob o firmamento azul, de estrelas reluzentes, Estilhaços de luz nos desejos ardentes, Riqueza rara, como pedras preciosas, Diamantes, topázios, águas tão formosas. Oh, terra de encanto, arrebol tão sereno, Exuberância e beleza no brilho pequeno, Menino lunar, que sonha em liberdade, Chilreio dos pássaros, eco de saudade. Sorriso do sol, que a aurora acende, O néctar da poesia na boca que entende, Segredos guardados no mistério da noite, Lábios e olhos, lume que a alma acoite. Capital mundial de tenros sonhos, Onde o poeta tece casulos risonhos, De solidão faz-se clareza e perdão, Transformando loucura em pura paixão. Nas águas marinhas, berilo reluz, Riqueza da terra que o encanto traduz, O grito é de vida, sangue que pulsa, Liberdade jorra, a imaginação resulta. Poeta do Vale, menestrel da ternura, Jardineiro de estrelas, dono da doçura, Faz do céu seu palco, do mistério um abrigo, E nos dá sua poesia como eterno amigo.

⁠E agora, Narciso? E agora, Narciso, o que restou? Do narcisista que tudo ofuscou?
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⁠E agora, Narciso? E agora, Narciso, o que restou? Do narcisista que tudo ofuscou? Sob holofotes, tua autoimagem inflada, Agora se apaga, luz já desmoronada. Sabedoria vendida por cabotino, Tatuada na epiderme do destino. Teu monopólio de tirania e poder, Ruiu no circo que insistias erguer. Arrogância boçal, prepotência vazia, Mordomias trocadas por trevas e agonia. As arbitrariedades, as violações, Os direitos humanos, tuas agressões. Asseclas sumiram, restou a sarjeta, O rei sem trono vaga na espreita. Desprovido, amador, vaidoso e aloprado, Isolado no casulo, esquecido e apagado. Palhaço sem plateia, teu barulho cessou, A paixão excessiva pelo eu te matou. Falso brilho, privilégio que se desfez, Um leão sem dente no desterro outra vez. Desterro, ostracismo, exclusão e abandono, Teu nome é desprezo, um verbo sem dono. De verme a vulgar, de grande a vazio, Na sarjeta da vida, teu último pavio. E agora, Narciso, sem poder, sem alarde, Quem és no silêncio? Quem és na verdade? Um rei sem trono, apagado, insignificante, Eterna lembrança de um eco distante.

⁠Beth, Mulher Perfeita Uma mulher incrível, estrela a brilhar, Beth, amorosa, em seu jeito de amar.
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⁠Beth, Mulher Perfeita Uma mulher incrível, estrela a brilhar, Beth, amorosa, em seu jeito de amar. Obstinada e tenra, sua força é ternura, Resoluta e bela, de encanto é a mistura. Profissional leal, com toque competente, Persistente e pertinaz, segue sempre à frente. Encantadora e meiga, dona de um sorriso, Determinação firme, rumo ao paraíso. Tenaz e convicta, sua coragem transcende, Agradável presença, que a todos compreende. Resiliente e elegante, cheia de galhardia, Com lhaneza e brilho, enche o dia de alegria. Protetora e linda, um exemplo a seguir, Autêntica e completa, faz o mundo sorrir. Afável no gesto, ternura no olhar, Verdadeira parceira, pronta a ajudar. Charmosa e bondosa, graça que fascina, Única entre todas, mulher que ilumina. Generosa e carismática, inspira a viver, Criativa e brilhante, sabe como fazer. Arrojada, proativa, com alma perfeita, Exuberante em tudo, sua essência é eleita. Beth, mulher dos sonhos, emoção a transbordar, Em cada verso, seu nome é o verbo amar.

⁠Poema do Terror Na sociedade colapsada, ressoa o eco, Do simbolismo social, barulhento e seco.
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⁠Poema do Terror Na sociedade colapsada, ressoa o eco, Do simbolismo social, barulhento e seco. Militância nojenta, abjeta, imunda, Na pocilga do ódio, a divisão se aprofunda. Novas expressões, vernáculo ultrajado, Vocabulário em frases, impactantes, revirado. Ato subterrâneo, comportamento binário, Amantes da democracia em caos planetário. Populismo digital, extremista em vigor, Ainda estamos aqui, apesar do terror. Preceitos fundamentais que a sociedade forjou, Agora no abraço da democracia desmoronaram. Monstros sociais, utopias regressivas, Militância doentia em lutas nocivas. Idiotas da história, vanglória, mediocridade, Roedores do erário público, artistas da falsidade. Corruptos, sanguessugas, peculatários também, Concussionários do dinheiro, humanos que nada têm. Latrocidas da verdade, falsários do caminho, Urubus sociais, abutres do dinheiro mesquinho. Mentiras escorrendo em agressões cabotinas, Narcisistas no espelho da latrina. Imundície vil, ignóbil e cruel, A sociedade em septicemia, sob o próprio véu. Morte, agonia, decomposição e podridão, Lixo humano em sujeira, canalhice em explosão. Idiotas antissociais, com suas condescendências, Apropriação indébita, criminosas evidências. Anomia e hipocrisia em rebeldia disfarçada, Mentiras como bazófia enganosa, mal intencionada. Ilusão e jactância, ideologias em rupturas, Fraudulentos forjando a corrosão das estruturas. Um filme de terror com voracidade destrutiva, A desconexão com a sociedade já é ativa. A democracia, apaixonados proclamam amar, Mas na escuridão, a humanidade deixa a sangrar.

⁠Poema da Opressão Na túnica obscura do poder estatal, oculta-se a força de um jugo brutal.
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⁠Poema da Opressão Na túnica obscura do poder estatal, oculta-se a força de um jugo brutal. Sob os holofotes da democracia ferida, ergue-se a mordaça que cala a vida. Censura, exceção, anomia reinam, num sistema onde as injustiças tecem. A liberdade é prisão, um cárcere oculto, repressão vestida de ordem, fruto do insulto. Desigualdade social em atrofia cruel, o país, sob tirania, perde seu papel. Monarquias de prepotência e aristocracia, Luiz XIV, na história, uma sombra sombria. O governo centralizador, tirânico e frio, exerce seu poder sob o despotismo sombrio. Coerção e coação em ondas violentas, a brutalidade desenha cicatrizes cruentas. Arbitrariedade e boçalidade, armas da dominação, intolerância que corrói o chão da nação. Prisão, ergástulo, enxovia do pensamento, solidariedade e humanismo viram lamento. Mas, mesmo sob o jugo da sujeição, há quem sonhe com a ruptura da opressão. Fraternidade e dignidade em luta renascem, na corrosão do sistema, forças se entrelaçam. Icônica será a força da liberdade, quando o humanismo vencer a atrocidade. Que a túnica negra caia, revelando a luz, e a democracia, enfim, conduza à paz que seduz.

Implosão de Sentimentos No esplendor da noite, Uma estrela se desponta
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Implosão de Sentimentos No esplendor da noite, Uma estrela se desponta No infinito, Iluminando a terra Com suas centelhas irradiantes. O silêncio eloquente Da madrugada me seduz, Com o encanto da paz Anunciada na bela ária Que exalta o amor E a solidariedade. Por fim, é tempo de viver A esperança de dias melhores, Sem ódio e sem sofrimento, Sem os dissabores E tormentosas diatribes Que assombram os valores humanitários.

⁠E agora? O poder desabou, O idiota volta às cenas
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⁠E agora? O poder desabou, O idiota volta às cenas Do ostracismo. O palco desarmou, Não há mais público, O espetáculo acabou. A máscara caiu, Os holofotes apagaram, O circo se desfez. Não há mais lugar Para o narcisista pendurar. Os asseclas desapareceram, O fogo se extinguiu, As labaredas morreram. As estrelas ofuscaram, As trevas retornaram, A idiotice silenciou. Agora, só resta o museu, Frio e distante, Para guardar a máscara Das aventuras pueris.

⁠Nos Jardins do Coração No arrebol do dia que desponta, Surge o amor em sua ternura, tão pronta,
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⁠Nos Jardins do Coração No arrebol do dia que desponta, Surge o amor em sua ternura, tão pronta, De leveza e lhaneza, veste-se o instante, E a maciez da alma torna tudo radiante. Olhos que brilham com coloração serena, Na epiderme, o toque que enleva e acena, Suavidade que ao néctar da vida se assemelha, Como paixão que arde e nunca se espelha. Terno é o enlace de mãos solidárias, Onde a lealdade reina em tramas diárias. A gratidão, como flor em concretude, Brotando na alma, com plena virtude. Embora fugaz, o tempo nos ensina, Que no efêmero há beleza divina. E na eternidade do que é bem vivido, O coração guarda tudo o que é sentido. Que a vida seja feita de doçura e bondade, Com o néctar da paz e da solidariedade. Pois o arrebol da existência, em sua pureza, É poema eterno de ternura e beleza.

⁠O Lirismo do Poeta Manhã ensolarada, O céu com nuvens coloridas;
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⁠O Lirismo do Poeta Manhã ensolarada, O céu com nuvens coloridas; O vento balança as folhas dos coqueiros, A alegria na inocência das crianças. O azul anil da piscina Transforma a beleza de um dia de domingo. Minha musa se apresenta, Como deusa da beleza. O sobrevoo dos pássaros em chilreio Anuncia o encanto do verão. A inspiração do menestrel do Mucuri Rasga o coração para jorrar O sangue da ternura e do amor. O verde das árvores guarda resquícios De primavera. Os arranha-céus colorem a exuberância Do espaço de encanto e prazer, Aflorando o lirismo do poeta, Com suspiros e saudades. A paz cultuada na essência Da bela ária que ecoa nos ouvidos Daqueles que apreciam O néctar da vida.

⁠Sinto o corpo cansado; o tempo passou velozmente; fantasias; renúncias; veleidades; aventuras; tudo isso ficou no passado. Hoje, não posso voltar atrás, refazer e corrigir algumas inconsistências; chegando quase no fim do caminho, sigo limpando a poeira, abraçado com a essência…
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⁠Sinto o corpo cansado; o tempo passou velozmente; fantasias; renúncias; veleidades; aventuras; tudo isso ficou no passado. Hoje, não posso voltar atrás, refazer e corrigir algumas inconsistências; chegando quase no fim do caminho, sigo limpando a poeira, abraçado com a essência da vida; amando aquilo que mais existe de importante no plano existencial, juncado de amor e ternura; deixo a minha gratidão a quem me ajudou a construir uma história vitoriosa que ficará eternizada nos alfarrábios da vida.

⁠A sociedade moderna, dinâmica por excelência exige abandono de práticas obsoletas; em tempos modernos, via de regra, o profissional de segurança pública é aquele servidor público preparado para enfrentar ocorrências de alta complexidade; as utopias regressivas ficaram num passad…
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⁠A sociedade moderna, dinâmica por excelência exige abandono de práticas obsoletas; em tempos modernos, via de regra, o profissional de segurança pública é aquele servidor público preparado para enfrentar ocorrências de alta complexidade; as utopias regressivas ficaram num passado bem distante; hoje, o sistema de segurança pública exige adoção de ações eficazes e proativas na defesa social; planejamento estratégico no emprego dos profissionais é marca registrada de todas as agências de segurança pública; talvez a única fragilidade nos modelos atuais é a esdrúxula enxurrada de nomeação de gestores amadores para fazerem política de segurança pública; o intervencionismo da política nojenta deste país na nomeação de gestores narcisistas para pastas estratégicas de segurança pública em nome do fisiologismo político, ainda representa risco iminente para os interesses da sociedade; é preciso entender com técnica e sabedoria que o estudo meticuloso do fenômeno criminal, sobretudo, no campo da prevenção primária é pressuposto antecedente básico para a eficaz política da segurança pública; cuidar da segurança da população exige-se prioritariamente conhecimento técnico e profissionalismo na epiderme no tecido social; estampas bélicas e exóticas impregnadas na epiderme corporal de mentes doentias, comportamento tirânico, aloprados sem rumos, cabotinismo abjeto, tudo isso representa inequívoca falência sistêmica do Estado, criação de um inimigo social, figura robótica fantasiosa, nascimento de aloprados sem noção com inquestionáveis sintomas de ignorância e manifestação de fraqueza, com manifesto despreparo para o exercício da função.

⁠A banditismo no Brasil é sistêmico, altamente contagiante, capaz de destruir a essência de muita gente, antes havida como pessoas acima de qualquer suspeita; enfim, possui roupagem de endemia: vagabundos nos aglomerados, criminosos do asfalto, dos corredores de Brasília; do pode…
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⁠A banditismo no Brasil é sistêmico, altamente contagiante, capaz de destruir a essência de muita gente, antes havida como pessoas acima de qualquer suspeita; enfim, possui roupagem de endemia: vagabundos nos aglomerados, criminosos do asfalto, dos corredores de Brasília; do poder público; da classe política; delinquentes infiltrados na polícia, nas Forças Armadas; no sistema de justiça; nas grandes empresas; em todos os lados do campo, na esquerda, na direita, no centro do campo; um jogo desleal e epidêmico; tudo isso, certamente, com menor incidência, na classe pagadora de impostos, aquele trabalhador que acorda de madrugada, prepara sua marmita e vai trabalhar, na esperança de voltar vivo; um festival de terror e atrocidades que campeia célere nas fendas da Justiça e nos suntuosos gabinetes de canalhas SOCIOCIDAS, caçadores de holofotes; narcisistas potencializados, todos responsáveis pelo fuzilamento da esperança do povo brasileiro.

⁠Raridade nas alturas A completude da vida Acontece, fugaz e raramente
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⁠Raridade nas alturas A completude da vida Acontece, fugaz e raramente Com o surgimento luminoso Riscando os céus no firmamento Um luar exuberantemente raro Entre coqueiros e folhagens Balançando nos ares Deixando rastro de brisa Em tempos de verão Despertando a veia poética Do menestrel do Mucuri Boquiaberto, adormecido Nas elucubrações das Madrugadas silenciosas Coração tenro, palpitante Mar calmo e suave Efervescência da epiderme Que jorrra com ternura a beleza Do verão que aparece implodindo A imensidão das águas líricas De bela Saratoga

⁠E quando aparecem profissionais honestos, arrojados, de conduta escorreita, ilibada, que possuem essência de austeridade, totalmente desvinculados do sistema podre e corrompido, querendo acabar com a farra das injustiças, das violações dos direitos humanos, das concussões e das…
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⁠E quando aparecem profissionais honestos, arrojados, de conduta escorreita, ilibada, que possuem essência de austeridade, totalmente desvinculados do sistema podre e corrompido, querendo acabar com a farra das injustiças, das violações dos direitos humanos, das concussões e das condescendências criminosas da administração pública, se propõem a fazer gestão pública séria e transparente e, sobretudo, fiscalizar os contratos públicos firmados pela administração, pautando linha de ação com austeridade, com zelo e responsabilidade social, é claro que não demora muito e ato contínuo começam a sofrer toda sorte de assédios morais e ações segregadoras, é submetido a veladas ações de violência e tortura psicológica, é isolado e perseguido, é alijado do setor público; é sumariamente sepultado vivo, num ataúde sem velas e sem flores, aviltado e ultrajado, e logo vem uma ordem de cima, de narcisistas e tirânicos decretando e determinando peremptoriamente: pega esse idiota e enterra na necrópole dos insurgentes.

⁠Doçuras do Mucuri Brota no Vale do Mucuri O menino poeta do Mucuri
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⁠Doçuras do Mucuri Brota no Vale do Mucuri O menino poeta do Mucuri Na plenitude do tempo de exceção Os céus riscados com chumbos Da beligerância, da boçalidade O assustado jovem brilha Como estrela reluzente Em meio ao bucólico bairro Bela Vista Na Sapucaia ou Surumaia, afloram Sentimentos bons, com raízes Dos Suspiros poéticos e saudades Um estilista mergulhado nas figuras De construção do moderno vernáculo Suas hipérboles de amor e paixão Sua sensibilidade em retratar O caminho da perseverança Na incessante busca por valores De eticidade imutável e solidez De honestidade e compromisso ético Imersão nas ondas renovatórias Do humanismo petrarquiano exacerbado Um colorido de juridicidade poética Da exordial, a parte dispositiva Um tom romântico de doçura Da lucidez de paixão desenfreada Um misto de silêncio e musicalidade Nas elucubrações noturnas Com seu estilo singular e próprio Uma paixão desenfreada por Sua Terra do Amor Fraterno Sua Filadélfia de estimação Sempre enaltecida em versos e prosa Da encantadora Fonte Luminosa O encanto da Praça Tiradentes A raridade do Alto do Iracema Exaltando com profundidade Néctar de eterna ternura e paz espiritual Raridade policroma nas gemas preciosas Águas Marinhas, Topázio, Safira, Ametista O encanto da Lagoa do Marajoara O festival de pedras nas ruas do Jardim das Acácias Ametista, Berilo, Crisólita, Topázio, Diamante, Águas Marinhas, Safira, Turmalina e quejando A serenidade do bicho-preguiça enfeitando a bela Praça Tiradentes Por isso, o poeta há de ressaltar Jorrando sangue do tenro coração Admiração e amor a Mucuri Terra nobre, pequena e saudável! Águas líricas, verdes campos... Caminhos que levam à saudade Mucuri, lamúrias por ter te deixado. Fonte de prazer, do brilho ardente do sol. Da frieza da brisa de primavera Do cantar saudoso do colibri Mucuri, horizonte azul de minhas quimeras. Seu infinito é um pouco de meu pranto Tuas muralhas afastaram-te de mim Doce jaqueira, pequeno pomar de paz! Mucuri, terra fértil onde nasci...

⁠Desenho no firmamento Subitamente, néctar visual Revoada de pássaros colore
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⁠Desenho no firmamento Subitamente, néctar visual Revoada de pássaros colore O espaço sideral Risca os céus e rasga Meu tenro coração Na bela fonte grande A calmaria da tarde Conduz meus pensamentos Aos rincões de Minas Amor, desejos, final feliz Cenário de novela Flores multicoloridas Fazem retornar ao tempo De outrora cinzenta De encantos e loucuras Tempo que para no silêncio Ensurdecedor Da tarde que ensaia Anoitecer generosamente De paz e ternura

AMOR DE MÃE ⁠Fonte que exala amor verdadeiro. Força que explode emoções. Amor de mãe, perfeito, protetor, verdadeiro e eterno; imune de falsidades, de hipocrisias; sem perfídia e sem incursões maliciosas. Amor puro, bálsamo para a alma; sem fantasias; sem manifestações cabotinas…
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AMOR DE MÃE ⁠Fonte que exala amor verdadeiro. Força que explode emoções. Amor de mãe, perfeito, protetor, verdadeiro e eterno; imune de falsidades, de hipocrisias; sem perfídia e sem incursões maliciosas. Amor puro, bálsamo para a alma; sem fantasias; sem manifestações cabotinas, amor no romantismo em suspiros poéticos e saudades, como no realismo do poeta do Vale. Amor na simplicidade como deve ser a vida; proteção do Menino do Mucuri, professora no silêncio e no exemplo de vida. Quero viver a eternidade de tua alma, sentir seguro nos tormentos sociais, rasgar meu coração de ponta a ponta para fazer jorrar o sangue do amor que plantastes na minha epiderme. Gratidão é a palavra de ordem.

⁠Não me convive para compor esse sistema corroído; meu grito é pela ética; minha voz é pela honradez; minha conduta é moldada na honestidade; esse modelo podre não coaduna com a minha razão de ser; tenho ojeriza pela podridão desse sistema falido e associativo para o desvio de co…
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⁠Não me convive para compor esse sistema corroído; meu grito é pela ética; minha voz é pela honradez; minha conduta é moldada na honestidade; esse modelo podre não coaduna com a minha razão de ser; tenho ojeriza pela podridão desse sistema falido e associativo para o desvio de condutas.