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Frase de Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira

⁠E agora, Narciso? E agora, Narciso, o que restou? Do narcisista que tudo ofuscou? Sob holofotes, tua autoimagem inflada, Agora se apaga, luz já desmoronada. Sabedoria vendida por cabotino, Tatuada na epiderme do destino. Teu monopólio de tirania e poder, Ruiu no circo que insistias erguer. Arrogância boçal, prepotência vazia, Mordomias trocadas por trevas e agonia. As arbitrariedades, as violações, Os direitos humanos, tuas agressões. Asseclas sumiram, restou a sarjeta, O rei sem trono vaga na espreita. Desprovido, amador, vaidoso e aloprado, Isolado no casulo, esquecido e apagado. Palhaço sem plateia, teu barulho cessou, A paixão excessiva pelo eu te matou. Falso brilho, privilégio que se desfez, Um leão sem dente no desterro outra vez. Desterro, ostracismo, exclusão e abandono, Teu nome é desprezo, um verbo sem dono. De verme a vulgar, de grande a vazio, Na sarjeta da vida, teu último pavio. E agora, Narciso, sem poder, sem alarde, Quem és no silêncio? Quem és na verdade? Um rei sem trono, apagado, insignificante, Eterna lembrança de um eco distante.

Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira

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Pensador.com

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Não olhe para a minha etiqueta externa; preste atenção na minha essência humana.⁠