A Armadura da Arrogância No início, a essência da pura inocência, Aos poucos, as garras da corrupção.
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A Armadura da Arrogância No início, a essência da pura inocência, Aos poucos, as garras da corrupção. A armadura imponente e sombria Revela a vil atrocidade em ação. A defesa de causas mesquinhas Da infância ao monstro social, O dinheiro do povo se esvai Em mutações de um ser desleal. O mau-caratismo se mostra, Tirânico, vil e voraz. Os mestres da desonestidade Exaltam a farsa e o anseio voraz. Espetáculos de hipocrisia, Circo e magia nos meios de ação. E o povo, na tela encantado, Ignora a cruel podridão. Monstros de faces horrendas Se apropriam do bem coletivo, Carrapatos nojentos e sujos, De fraude e de engano, cativos. Charlatões e falsos profetas, Mercadores da ingenuidade, Vendilhões de fumaça e mentira, Empresários da vil falsidade. São transgressores do pacto, Pregadores de um falso ideal. Larápios do ouro do povo, Os donos do erro fatal.