Frase de Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
Poema da Opressão Na túnica obscura do poder estatal, oculta-se a força de um jugo brutal. Sob os holofotes da democracia ferida, ergue-se a mordaça que cala a vida. Censura, exceção, anomia reinam, num sistema onde as injustiças tecem. A liberdade é prisão, um cárcere oculto, repressão vestida de ordem, fruto do insulto. Desigualdade social em atrofia cruel, o país, sob tirania, perde seu papel. Monarquias de prepotência e aristocracia, Luiz XIV, na história, uma sombra sombria. O governo centralizador, tirânico e frio, exerce seu poder sob o despotismo sombrio. Coerção e coação em ondas violentas, a brutalidade desenha cicatrizes cruentas. Arbitrariedade e boçalidade, armas da dominação, intolerância que corrói o chão da nação. Prisão, ergástulo, enxovia do pensamento, solidariedade e humanismo viram lamento. Mas, mesmo sob o jugo da sujeição, há quem sonhe com a ruptura da opressão. Fraternidade e dignidade em luta renascem, na corrosão do sistema, forças se entrelaçam. Icônica será a força da liberdade, quando o humanismo vencer a atrocidade. Que a túnica negra caia, revelando a luz, e a democracia, enfim, conduza à paz que seduz.
Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
No pensador.ai desde