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Frase de Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira

⁠Um Mundo Cadavérico Nas curvas da vida, bifurca o caminho, Escolhas moldando destino e vizinho. Reside em saber o segredo de amar, No outro enxergar, jamais ignorar. A dor que ecoa na pele ferida, Miséria que assombra a humana lida. Ser solidário, de hábitos puros, Sonhar com mundos mais justos e seguros. Mas, ai, que o homem há muito expirou, Perdido na terra, seu ser se apagou. Cadáver que anda, em vida estagnado, Esqueleto insensível, ao bem fechado. No peito gelado, pulsa um engano, Coração necrosado, rancor tão humano. O sangue que corre não leva calor, Só vaidade e vingança, desdém e rancor. E o ataúde, silente, espera o final, Levando ao abismo o ser tão banal. Distante da vida, do sonho e da luz, Onde a esperança já não mais conduz. Por isso, clamamos por mais sentimento, Amor que construa um novo alento. Que o homem renasça em fraternidade, Tecendo os fios da humanidade. Sonhemos, pois, mas de olhos abertos, Por dias de paz, caminhos mais certos. Sem medo ou bala que roube o andar, Num mundo de afeto a nos abraçar. Que floresça a vida em cada jornada, Com menos juízos, e lei mais amada. Por um amanhã de amor verdadeiro, Solidário, humano, mais justo e inteiro.

Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Não olhe para a minha etiqueta externa; preste atenção na minha essência humana.⁠