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Frases de Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

766 frases

⁠UM DIA VIRÁ Um dia a poesia virá, tão poeticamente Vibrante, luzidia, contente e fascinante
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⁠UM DIA VIRÁ Um dia a poesia virá, tão poeticamente Vibrante, luzidia, contente e fascinante Ao ter um romance na prosa da gente Ateando o coração, aquele de amante Há de ser duma maneira tão diferente Repente nos versos, inteiro no instante Tendo na redação o tal afeto que sente Sussurros, ao ledor, então, alucinante! A poesia narrada com toda a emoção Com cânticos de sensações a compor Contendo rimas de prazer, tão assim! E, nessa suave e tão afável inspiração A flor do verso a saber o que é o amor Na qual, a poesia, um dia, virá, enfim! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 25 setembro, 2022, 17’16” – Araguari, MG

⁠POESIAS DE AMOR Poesias de amor são doces razões Perfumadas, de luz intensa, plenas
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⁠POESIAS DE AMOR Poesias de amor são doces razões Perfumadas, de luz intensa, plenas E, das sensações as mais centenas Como são nobres nas inspirações Aos olhares, sensíveis emoções Aos corações, as poéticas cenas Esplendidas satisfações serenas De versos tão cheios de paixões É um pastorear do sentimento A felicidade que nos demanda O versejar do ímpar momento Ao poeta, os contos, estórias boas Dando o tema, que o bem manda: O sentir e fascínio para as pessoas... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 21 setembro, 2022, 17’51” – Araguari, MG

⁠BEM LONGE “Vai longe, na memória da distância” A recordação que assim teve validade
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⁠BEM LONGE “Vai longe, na memória da distância” A recordação que assim teve validade E dá vontade de arrancar da saudade O amor que outrora era de relevância Suspiros me invadiam em quantidade No sussurro da solidão, sem elegância Largando a quietude sem importância Em um versar devorador. Ó Piedade! É que andava no silêncio tão poente E nos versos de cântico tão ausente Sem apreço, sensações, significância E aquela rosa que ficou na lembrança Do tempo, então, deixo-a de herança... Bem longe, na memória da distância! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 22 setembro, 2022, 17’45” – Araguari, MG paráfrase José Antônio Jacob

⁠COM SEQUÊNCIA O verso nasce, assim, se tem a poesia Tem magia, utopia, agrado, inspiração
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⁠COM SEQUÊNCIA O verso nasce, assim, se tem a poesia Tem magia, utopia, agrado, inspiração Sem deixar a ilusão e aquela sensação Num alfabeto do coração, em quantia! O verso nasce, assim, se tem o encanto Aquele canto em voo rumo a docilidade O pranto sussurrando ao poeta saudade E a cadência saciando o travador, tanto! Que assim possa, quando o verso nascer Ter em um sentido, ir além, e o pra valer Completando cada estrofe com essência Pois, o tudo se tem, e nada é terminante Na bagagem apenas o que for importante Numa poética de emoção com sequência... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 23 setembro, 2022, 13’42” – Araguari, MG

⁠EM CURSO Nosso fado é uma poesia inacabada Uma sedução de pluralidade na vida
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⁠EM CURSO Nosso fado é uma poesia inacabada Uma sedução de pluralidade na vida Rimas indefinidas e epopeia velada Arrematada de chegada e de partida Nos inspiramos a cada uma alvorada Em cada poética há palavra incontida Cheia de sentimento, contos de fada Ou não, talvez, uma cadência ferida É a narrativa do tempo num existir A estória num sentido inteiramente Mesmo que não saibamos, sentir... E tudo é breve, prosápia, vai tendo Quanto caso tem em uma saudade Quanto drama em cada odes sendo © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 20 setembro, 2022, 15’17” – Araguari, MG

⁠DURA PARTICULARIDADE Sinto um suspiro forte que percorre Por toda entranha da minha poesia
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⁠DURA PARTICULARIDADE Sinto um suspiro forte que percorre Por toda entranha da minha poesia Quando nos versos vejo a analogia De amor e dor, se fé qualquer acorre Sinto cada poética quando morre E rouba do espírito a farta alegria Se nem da esperança tem tutoria Se de abandono se tem um porre Sinto não ter a inspiração valorosa E sim, a severa, rude e tola escrita Quando só quer ter prosa amorosa Sinto aperto, uma sensação ermita Cá no peito, duma solidão teimosa Ah! dura particularidade, sem dita! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 17 setembro, 2022, 12’10” – Araguari, MG

⁠SONETO PLATÔNICO Por eu saber que nunca serei teu tema permita que te diga algo, poeticamente
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⁠SONETO PLATÔNICO Por eu saber que nunca serei teu tema permita que te diga algo, poeticamente por tímido ser, deixo no acaso reticente suceder cândidas juras, través do poema Não me queira mal, neste frouxo dilema pois, não sabes que te amo loucamente e que de teu doce olhar sou confidente e servo, com o coração eivado de selema O meu verso está cheio de ti, adorativo Imagina-te, vive com fascínio pensativo Em cada cântico uma ode a lhe compor E, se sorris olhando-me inteiramente Parece-me que estás a ris unicamente Por supor que nunca serei de ti, amor... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 18 setembro, 2022, 15’41” – Araguari, MG

⁠ALÉM DISTO OU AQUILO Trago nessa narração a forte saudade Como se fosse um dramalhão à revelia
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⁠ALÉM DISTO OU AQUILO Trago nessa narração a forte saudade Como se fosse um dramalhão à revelia Que me manuseia e da agitação irradia Uma falta, tão sentida e tão de verdade Trago na prosa um desejo pela metade Pesada de suspiros, com uma alegoria Já passada, abarrotada de melancolia O duro dantes sem qualquer piedade Trago lágrimas, choradas, de tristeza Leveza roubada da alma, sem afago Trago os versos nus e sem gentileza Tudo trago, numa poética sem vacilo Também, cântico de sedução, trago! Pois, amar, vai além disto ou aquilo... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 17 setembro, 2022, 16’38” – Araguari, MG

⁠NARRATIVA Sobre a folha, aquela poesia plural No verso, sentimentos empilhados
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⁠NARRATIVA Sobre a folha, aquela poesia plural No verso, sentimentos empilhados Nas saudades, os suspiros arfados Na quimera, a ventura sem igual E, tudo, numa poética sentimental De especiais eventos, ali pintados Em cadencias e tons apropriados Dando a escrita um traço visceral É dum sussurro com certo legado Cochichado de um intimo secreto De um momento, assim, inspirado Então, a poesia, se faz num trajeto E o poeta não mais se senti calado Narrando as sensações no soneto! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 16/09/2022, 20’53” - Araguari, MG

⁠PARTILHA Sinto a inspiração que percorre Por toda a entranha de meu ser
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⁠PARTILHA Sinto a inspiração que percorre Por toda a entranha de meu ser Quando de ti o verso a escrever Saudades, que de dantes escorre Sinto a minh’alma em um porre De carência, roubando o prazer Do tempo, que mais quer viver Quando na prosa o vazio ocorre Sinto não ter o cuidado presente Se a tua falta, agora, é realidade E os versos os sussurros da gente Sinto no peito toda a infelicidade E na partilha uma dor que se sente Dum amor que perdeu a vontade! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 15 setembro, 2022, 21’14” – Araguari, MG

⁠SONETO DE AMOR E, foi assim, de repente, aconteceu Com a alma alumiada, doce sentido
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⁠SONETO DE AMOR E, foi assim, de repente, aconteceu Com a alma alumiada, doce sentido Aquela esperança, o olhar revestido De poética, então, o amor apareceu Pois, o sentimento já não era só meu Fui de sensação e agrado aspergido Em um lirismo de outrora perdido E agora, tão apaixonado, e tão seu Não me envergonha ser acometido De sentimental coração, enamorado Cheio de ardor, que por ti, enchido Um relicário que no peito faz suspirar Tão intenso, vibrante e compassado... Bom. Como é tocante poder te amar! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 14 setembro, 2022, 21’04” – Araguari, MG

⁠PAIXÃO Paixão, tem tanto mistério, tanta graça Tem encanto, frenesi, tem ímpar beleza
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⁠PAIXÃO Paixão, tem tanto mistério, tanta graça Tem encanto, frenesi, tem ímpar beleza Tem do coração domínio, ávida afoiteza Arrebata, ata, torpeza, e ao amor traça Paixão, fascinante olhar que despedaça Arruaça a alma, mas, tem a delicadeza De um sentimento tomado de surpresa Em cada gesto, cada beijo, e no que faça Ah! Paixão, no desejo aquela constante Ao segundo faz do tempo uma sensação Emoção, num jogo poético e insinuante O sentido profundo, impulso, sujeição Afável sedução, atraente, um amante Que ajoelhado aos pés, rende-se a razão... © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 13 setembro, 2022, 17’42” – Araguari, MG

⁠NUMA SÓ PERCEPÇÃO Da poética, no divino lirismo, com certeza Terá olhares, os suspiros, em todos saberes
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⁠NUMA SÓ PERCEPÇÃO Da poética, no divino lirismo, com certeza Terá olhares, os suspiros, em todos saberes Que habitam o coração, com seus quereres Tão cheios de cores, amores e suave beleza Do fundo do soneto, surgira de uma pureza D’alma, as juras, sorrisos, e ternos prazeres Em altruístas versos de generosos haveres De quem é gracioso pra sensível gentileza Palavras providas daquele agrado imenso Com muito da sensação, tal arte barroca Cheia de excesso e de compasso intenso Quão bom o ledor tivesse, assim, a noção Nas entrelinhas da poesia, lidas pela boca Ter o poeta e a criação numa só percepção! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 11 setembro, 2022, 12’07” – Araguari, MG

⁠SAUDADE Saudade, suspiro queixado na mente O sol poente duma situação passada
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⁠SAUDADE Saudade, suspiro queixado na mente O sol poente duma situação passada Aquela melancolia no tempo gravada O perdido dantes encaixado na gente Uma poética opaca que a poesia sente Vazio insistente, motim, a alma calada Migalha nostálgica em uma dor selada E, no peito a alta solidão, inteiramente Sofrente sensação que a noite sustenta Que espinha, apimenta e tanto inquieta Uma angústia que embala e apoquenta Exala um sentimento de ligação direta Ao sofrimento, o ocaso que desorienta Um tal regular versejar de todo poeta! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 12, setembro, 2022, 17’00” - Araguari, MG

⁠DA COXIA DA POESIA Só quando os olhos cerro, sinto a poesia Suspirando em uma prosa cheia de ilusão
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⁠DA COXIA DA POESIA Só quando os olhos cerro, sinto a poesia Suspirando em uma prosa cheia de ilusão Os tons marcantes duma doce imaginação Perdidos nos sonhos, em uma poética via Só quando cerro os olhos, vejo a fantasia A tudo esqueço e sussurro com emoção Pra não acordar aquela singular sensação Onde é sentido, e não apenas o que seria Só quando os olhos cerro, vejo o alheio Amor, por entre o agrado e a sabedoria Nada ou pouco quero se for sem anseio Só quando cerro os olhos, que há quantia N’alma, nos poemas, sem nenhum custeio Tudo pegado de dentro da coxia da poesia © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 07 setembro, 2022, 17’12” – Araguari, MG

⁠AUSÊNCIA, UMA A folha em branco, uma ausência apossa Do coração. Nada é leve, a emoção vazia
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⁠AUSÊNCIA, UMA A folha em branco, uma ausência apossa Do coração. Nada é leve, a emoção vazia Sem calor, tão desamparada está a poesia A noite adentra e uma prostração endossa Letras amargas, cruas, vou até onde possa Sentimento solto ao vento, de pouca valia Que a própria poética no versejar desafia Em um carecente que está solidão esboça Fomentos que com um pouco se asilam Se fazendo indolente, inusual e horrível Como rabiscos fossem, assim, suspiram Olho a folha em branco, atento, sensível E das inquietas sensações, nada cintilam Somente um volúvel sussurro inaudível... © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 06 setembro, 2022, 22’42” – Araguari, MG

⁠Vivência aos 90 anos Gasta-se o tempo em verso a vida tentando o descrever
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⁠Vivência aos 90 anos Gasta-se o tempo em verso a vida tentando o descrever na alma o seu imerso o pensamento tentando ler: - Inquieto, vivo... os 90 anos! Ele tão dentro, a vida tão fora Inquieta vive Uma vida corrida, de planos De prosa, momento, Custa o que se sente Não importando o declive Se vai inteiramente Da sua maneira Tendo uma vida inteira! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 06/09/2022 – 08’41”, Araguari, MG *para os 90 anos de Daisy Lemos Dorazio

⁠POETA Ele, tem tanta poética e tanto segredo O sentimento no seu encanto, riqueza
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⁠POETA Ele, tem tanta poética e tanto segredo O sentimento no seu encanto, riqueza Nos teus versos aquela suave sutileza Ritmo, do canto acalanto, um enredo Tu, trovador, tão cheio de arremedo Que roga, suspira e também a tristeza Mas em sua alegria tem a doce leveza Olhares, ilusões e aquele ímpar medo Duma inspiração, sempre, sussurrante Tirando a prosa de um poço profundo D’alma, de maneira meiga e insinuante Ah Poeta! Tudo, mais que um segundo Uma imensidão, um vilão e um amante Posto aos seus pés o devaneio fecundo! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 05/09/2022, 13’37” – Araguari, MG

⁠QUEM NUNCA? Me desculpe a poética e os poetas Se meus versos nos contos são iguais
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⁠QUEM NUNCA? Me desculpe a poética e os poetas Se meus versos nos contos são iguais Com prosa e prioridades tão formais Com saudades de outrora, inquietas Pois, minhas sensações são repletas De narrações, e cadências musicais Do coração, como ilusórios cristais Um clássico, com emoções diletas Deixai a literatura com seu lirismo Não roubemos o amor do emotivo Deixai-o com seu sentimentalismo Há mutação, pois, nada é definitivo Em cada prosa, em cada verbalismo Quem nunca? De estórias foi cativo! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 03/09/2022, 17’04” – Araguari, MG

⁠PASSADO Passado. Pra que desenterrá-lo Se já passou e, assim, encerrado
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⁠PASSADO Passado. Pra que desenterrá-lo Se já passou e, assim, encerrado O agrado se foi, então, é andado É uma lembrança, antigo regalo Então sinta sem o acaso vassalo Pois, na recordação está fixado E no tempo remoto, ali, deixado O novo, porque não vivenciá-lo Na verdade, tudo tem um final E o que importa é estar amado E na métrica do viver é ser real E, mesmo que estejas indignado Cuide bem, e que seja essencial Deixando no outrora o passado! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 02/09/2022, 05’55” – Araguari, MG

⁠RETRATO DE MÃE Mãe... tens o amor primeiro O colo tão cheio de atenção
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⁠RETRATO DE MÃE Mãe... tens o amor primeiro O colo tão cheio de atenção Sublime o teu doce coração Com o teu carinho certeiro Tens o puro nome: missão Resignação, apoio certeiro És tu Mãe, teor verdadeiro Que oferta toda a devoção Teu olhar o olhar de Deus Bom, amigo, tão presente No esmero dos tinos teus És o sermão com jeitinho Aquele amor inteiramente Alento no nosso caminho! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 30 de agosto, 2022, 19’03” – Araguari, MG

⁠À REVELIA De um amor, o capital fragmento Da traição, nada, nenhum pedaço
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⁠À REVELIA De um amor, o capital fragmento Da traição, nada, nenhum pedaço A apaixonada poesia, tento o passo E, em um compasso, o sentimento Os acasos, então, ficam ao relento De caso a caso, sedução, o espaço Na conquista, também, no fracasso Criando suspiro, sonhos e lamento Assim caminha a variegada emoção Do fado, cheias de veloces olhares Onde há causa de um sim e do não Aí, inventa e reinventa o outro dia Imaginando a tão mágicos lugares Para aí traçar sensações à revelia... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 31 de agosto, 2022, 05’05” – Araguari, MG