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Frases de Poemas e Poesias Catarinenses - Face

55 frases

ESTRANHO ARREDIO Oriundo de mazelas a virtude é ficar de pé, De cabeça erguida e de forças para continuar.
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ESTRANHO ARREDIO Oriundo de mazelas a virtude é ficar de pé, De cabeça erguida e de forças para continuar. Pois nem o bem e muito menos o mau São decorrentes de estacas que vieram para nos fincar; E sim para mantermos o equilíbrio E saber quando temos que recuar E principalmente quando temos de fechar os olhos E dizer: “seja o que Deus quiser”. E sem olhar para traz seguir a nossa intuição Pois, ela é um aviso de uma lembrança remota Que nos quer o bem. E se cairmos levantamo-nos. Se nos derrubarem levantamo-nos. E fazemo-lo com toda a energia que possuímos Pois, ao final, as mazelas estarão ao chão E nosso orgulho de pé. Eduardo Pinter 10 Mar 2014

MULHER Motivo de toda existência da humanidade Ultrapassa barreiras que nenhum outro é capaz
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MULHER Motivo de toda existência da humanidade Ultrapassa barreiras que nenhum outro é capaz Lapida seu nome na história por sua capacidade Humaniza sentimentos cristalizando sempre a paz Eterniza o equilíbrio aos filhos bem amados Repousa ternuras almejando tudo o que é sagrado Eduardo Pinter 08 Mar 2014

Mergulho nas lembranças Renatonova- fevereiro 2014 Ao findar mais um dia de inútil labuta
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Mergulho nas lembranças Renatonova- fevereiro 2014 Ao findar mais um dia de inútil labuta Retorno ao que chamo de lar, talvez por mera conveniência Ocultando com tortos sorrisos, o pesar da vida Tentando ser o que já não sou mais.... Afogando em um copo de alguma bebida barata O que sobrou da minha alma extorquida Olhando o sol no seu poente, nada tenho a dizer! Nos olhos distantes as lembranças Dos tempos, das pessoas, de tudo que já me foi importante! Sinto o peso da saudade esmagando o presente A suave brisa do destino envolver meu rosto O mundo parece parar neste instante. A noite surge com passos lânguidos, As Luzes da cidade surgem feito vaga-lumes enfurecidos Que tentam sem êxito afastar a escuridão Baixo os olhos, contemplo o nada! Me sinto exausto com essa imensa jornada Repleta de tristezas e de sonhos esquecidos. Renato Nova

Clamor Renatonova- 15 outubro 2012 No silêncio das trevas ofuscantes
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Clamor Renatonova- 15 outubro 2012 No silêncio das trevas ofuscantes Palpita, dilacerante um coração Afligido por amores decepcionantes Despedaçado por amarguras e ingratidão Nas trevas da dor agonizante Ressecado estão os lábios já sem cor As palavras não surgem neste instante Vazia está a mente deste sofredor Neste reino de terror sufocante Olhos vermelhos não encontram a saída A alma tão pequena e sofrida Clama pela morte com a um salvador. Renato Nova

"RARO" Renato Nova & Eduardo Pinter - dezembro/2002 Em meu sorriso a te cegar
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"RARO" Renato Nova & Eduardo Pinter - dezembro/2002 Em meu sorriso a te cegar por ser raro um eu feliz é como esperar a tempestade chegar inesperada, breve, porém tardia... e eu no meu canto, só é só um canto só quem diria !?!? Eu chorar ?!???!!! Lágrimas se ocultam a chuva vai passar porém suas marcas permanecerão Feliz espero um amanhã onde será raro acordar onde será raro chorar onde será raro amanhecer onde será raro sofrer e feliz espero um novo anoitecer onde é fácil sorrir onde é fácil sonhar onde é fácil respirar onde é fácil morrer E com a noite ______ A tempestade saudade, vida e morte um tempo que hei de existir.......... Renato Nova e Eduardo Pinter

Explicação Jamais interrompa um poeta. Seria um crime sem perdão.
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Explicação Jamais interrompa um poeta. Seria um crime sem perdão. Nem mesmo numa urgência, Não o incomodes, Em sua alta inspiração. Jamais lhe peça um minuto, Nem queira ter sua atenção. Pode ser fatal esse momento, E assim como o vento, O poema lhe fugir da mão... E se isso acontecer, amigo, De uma tristeza infinda, O poeta terás ferido. Seria assim, como lhe cortar Um pedaço do seu coração... (Dinho Kamers)

Muitos caminhos turvos racionalizam a inquietude distante Da solidão persistente em tempos de baixa estima. Remotamente haviam disfarces em máscaras de sorrisos
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Muitos caminhos turvos racionalizam a inquietude distante Da solidão persistente em tempos de baixa estima. Remotamente haviam disfarces em máscaras de sorrisos Porém, a sobriedade da embriaguês aglutina perdidos olhos Que se escurecem sem aviso prévio desabando qualquer fortaleza Na imensidão de um vazio que corroe e se faz entristecer. Não queria que fosse assim! Mas a persistência da doença cultivada em velhas existências Se faz melhor se a distância for feita sem contaminação Àqueles que almejamos na torre do respeito. Não é algo que se faz entender com presença. Talvez, nem mesmo com palavras. Mas ao fundo do poço é sabido que só há um caminho: Adiante - há possibilidades; Estacionado - as mesmas probabilidades. Em estações assim é difícil definir qual caminho seguir. Eduardo Pinter 16 nov. 13

Este silêncio Ah, este silêncio! Aflora minha solidão.
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Este silêncio Ah, este silêncio! Aflora minha solidão. Mas, confesso Que há um gosto de sol da tarde: Perto do amanhecer noturno Que me agrada a alma Que me ilumina à luz ao ser renascente Do que leve se torna opaca Ao que foi instaneamente Meu. E de instante e distante, Neste exato momento, nada me importa; Talvez a saudade me consola num violão Em tons de lágrimas de notas ausentes. 27092013 Eduardo Pinter

VIOLÃO DE TAÇAS de: Eduardo Pinter O ventos sombrios da mente calada
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VIOLÃO DE TAÇAS de: Eduardo Pinter O ventos sombrios da mente calada Acorda com vontade de se esconder Inspira a morte numa angústia abafada Mais puro que o frio não há como morrer Mais impuro e divino também não há como viver As questões se vão como se vão as questões Pr’algum lugar onde desvendas a incompreensão Pode-se fugir do inverno mas, não das estações Pode-se ignorar a alma mas, não o coração Não me é estranha esta sensação Acordar num silêncio vazio entre esta multidão Me faz pensar no que penso noturnamente Afogar-se num violão com taças e uma canção E se trancar na noite em meu próprio refúgio Talvez convidar amigos e descobrir que não sou o único 23 Ago 2013 Eduardo Pinter

O Café II Café não se bebe: Se saboreia.
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O Café II Café não se bebe: Se saboreia. Digo isto, porque assim o faço. Puro, adoçado, não vem ao caso. O importante mesmo, é que seja saboreado, assim, bem devagarinho, molhando a boca como uma suave melodia... Pois o café foi feito para ser apreciado, solene até o último ato; Quando a xícara já estiver vazia, e a gente, alí, viajando... Totalmente inebriado... (Dinho Kamers)

Desvencilhar É sentir o orvalho na face, brindar com a lágrima que escorre no semblante
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Desvencilhar É sentir o orvalho na face, brindar com a lágrima que escorre no semblante Recuar de tudo o que é lógico.. Procurar o inusitado... AMAR!!! Sentir o desejo em sua maior plenitude: “O querer” Sem te querer não posso te amar, e, não te amando, apenas te versifico, como devaneio, como fagulha de um sentimento platônico que ainda resiste e reside em mim! Ter. 07.05.2013 as 01.13Hs JRicardo de Matos Pereira

Raro Nada fala, apenas
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Raro Nada fala, apenas para e repara; que o tempo é curto, e a voz atrapalha. Olha, sinta o agora, o amanhã já é outra cor, e vai embora... Entenda, seja a folha jogada ao vento. Que o muito é pouco, quando o amor é o momento. Então me beija, com toda a alma infinda. Apenas beija, que a vida assim é rara, e o amor, mais raro ainda... (Dinho Kamers)

NOTURNOS Suavizei teu nome em tempos de jardins Enquanto teus tempos queriam me esvair
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NOTURNOS Suavizei teu nome em tempos de jardins Enquanto teus tempos queriam me esvair E incluir em sonhos do que tentava ser Em repousos noturnos Que escapavam de seres infelizes E nas terças de terços intensos De vinhos baratos, de copos pequenos A gente se abraçava E sorria da tristeza Transformando conhaques em fluídos ardentes... (eduardo pinter - 24 mai 1998)

Improvisando.... Tentei versificar teu olhar, mas como posso resumir o que é belo com simples palavras? Como posso regozijar a alegria estampada em teu sorriso?
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Improvisando.... Tentei versificar teu olhar, mas como posso resumir o que é belo com simples palavras? Como posso regozijar a alegria estampada em teu sorriso? Procuro palavras desvendando sonhos... Perpetuo dizeres ao fechar os olhos... Poetizo lágrimas que rubricam meu rosto ao te sentir. Mas como expressar tal sentimento? Palavras, Almagres do desejo que afloram repentinamente, singultos de um coração que chora... Retrato da alma gêmea que esta ao meu lado, Resquício do te querer que em mim é predominante!!! Dom. 28.04.2013 as 13:39hs JRicardo de Matos Pereira

ALÉM DO INFINITO AO AMANHECER de: Eduardo Pinter Ande aos passos largos
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ALÉM DO INFINITO AO AMANHECER de: Eduardo Pinter Ande aos passos largos Em busca do cálice entorpecente que alivia a razão Busque a oração do sagrado Envolto as sobras do ontem cristalizando os sonhos das manhãs Conte as sementes dos maus Fertilizando o bem que as noites navegam antes do precipício Diga o que ninguém deseja ouvir Desde que não fira a ferida alheia E não desgrace a desgraça dos outros Sonhe o seu sonhar E não acorde o pesadelo que devaneia por luzes obscuras 26 Abril 2013 Eduardo Pinter

LUZ DO SOL (Eduardo Pinter) Você quer que eu entenda
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LUZ DO SOL (Eduardo Pinter) Você quer que eu entenda Mas você não me entende Quer que eu sorria mais E não me faz sorrir Quer que eu suba Mas não me faz crescer Finge que sente Mas não me faz sentir Você me escuta Mas não quer me ouvir Você fala quando me quer calar Você olha enquanto eu tento ver Você sorri quando me ver chorar? E os campos inundam o que é florir E as correntes caladas irão gritar E os vagos sonhos terão um fim E a luz do sol irá escurecer 19 Jan 2013 Eduardo Pinter

A IMENSIDÃO DA RAZÃO INSENSATA Eu estou assim: Me sentindo leve por um copo agradável.
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A IMENSIDÃO DA RAZÃO INSENSATA Eu estou assim: Me sentindo leve por um copo agradável. Sentindo pena de mim mesmo, Já que é a única coisa que me resta. Como a noite já se foi E nunca houve esta coisa de pena, Vou chorar porque a fonte está se esgotando. Vou sair pra ver se alguma coisa acontece! Talvez, eu mereça esta saudade e, Que a imensidão do desejo amenize A razão deste frio insensato Enquanto a pólvora queima o abstrato Desta sombra que me faz perseguir Pelos sombrios pensamentos do sentimento. Falo das sombras porque as vejo me perseguir. Talvez eu as persiga para ter companhia. Talvez, como tolo que sou, Quero mais do que me permite a vida… Ao final me sinto só de qualquer jeito. 19092013 Eduardo Pinter

Muro de lágrimas Renato Nova– 05/12/2007 Não vejo mais a beleza do luar pela janela
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Muro de lágrimas Renato Nova– 05/12/2007 Não vejo mais a beleza do luar pela janela O coração já não bate mais contente Tudo esta frio, insano, frágil, diferente! A chuva molha o concreto da parede Muro de minha prisão, minha única visão. Momentos belos estão sendo esquecidos Apenas sombras estão ao meu lado, Sinto-me só, triste, vazio, abandonado. Mesmo não havendo mais motivo Neste quarto escuro, pela janela, só o muro... Tento ser forte, escondo minha dor. Uso falsas máscaras de felicidade Porém este sofrimento não tem piedade... Olho pela janela, não há luar, apenas um muro! Molhado pela chuva e por minhas lágrimas....... Renato Nova

(Rê) Sentir Versificar... Verborizar...
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(Rê) Sentir Versificar... Verborizar... Simplificar... Regozijar... Viver!!! Tantos outros verbos que se sonorizam/poetizam e rimam com o verbo amar. Por isso digo: Versificando, Te conduzo a essência de meu sentimento; Verborizando, Te envolvo nas palavras de meu desejo;. Simplificando, Resumo meus sonhos quando estou em teus braços, Lábios e seios; Regozijando, ratifico a comoção de tê-la ao meu lado, e, ao viver... Apenas sorvo da essência da vida estampada em teu olhar e teu belo sorriso... José Ricardo de Matos Pereira - Terça . 07.05.2013 as 01:41 hs. Obs.: A minha inspiração maior: Rê. JRicardo de Matos Pereira

De pedra à flor Em um jardim arrasado pelo tempo Em uma pedra envelhecida pela dor e pela solidão
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De pedra à flor Em um jardim arrasado pelo tempo Em uma pedra envelhecida pela dor e pela solidão Uma pequena flor tentou brotar Mas a dor,de tão grande que era tentava a todo custo a flor matar Então,após séculos de luta a pedra resolveu parar Parou e olhou em sua volta E uma pequena luz ela viu brilhar E neste dia soube Que em flor iria se transformar Marilda dos Santos

NAS MANHÃS DAS TARDES NOTURNAS de: Eduardo Pinter Este silêncio que devora todas as manhãs
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NAS MANHÃS DAS TARDES NOTURNAS de: Eduardo Pinter Este silêncio que devora todas as manhãs Parecem gritos ecoando por todos os cantos Este sentimento vazio que algo está faltando Parece agonizar sempre quando acordo E todas as manhãs... parecem todas iguais Depois do meio dia, sonolência bate, preciso descansar O corpo parece que já sabe, a tarde é longa, é preciso se preparar Entre o perdão e o pecado existe um intervalo de consciência O sangue das mãos é um ato de pura sobrevivência E todas as tardes... parecem todas iguais E a noite chega e parece que não sou o mesmo As promessas das manhãs não tem mais sentido Não tenho mais tempo p'ra ter pena de mim mesmo Estou pronto p'ra lutar, pronto pro sacrifício E todas as noites... são todas iguais 21 maio 2013 Eduardo Pinter

A Viagem ...E quando eu partir, quero ir com dignidade.
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A Viagem ...E quando eu partir, quero ir com dignidade. Assim, sem louça suja na pia, o banheiro e o quarto, todos bem arrumadinhos. Na sala, porém, que deixem a TV ligada, e que seja num Telejornal, porque a vida segue. Nada acabou. Sou eu apenas que vou passear, alí, naquele outro mundo, sem mala, nem passaporte, levando só comigo o cheiro infinito do nosso amor... (Dinho Kamers)

O sol bate na solteira de minha porta, iluminam-se os meus passos... Caminho na relva, tropeço nos sonhos...
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O sol bate na solteira de minha porta, iluminam-se os meus passos... Caminho na relva, tropeço nos sonhos... Vago sem rumo e o que encontro é teu olhar a me fitar, sorrateiramente... De pés descalços, solto nas nuvens... Me perco ao te procurar, te rubricando com meu desejo, meu alento. Perdido no imaginário, transeunte da solidão... Poema desnudo em versos, verbo que me simplifica e te descobre... O querer que aflora e te desmistifica, apenas!!! 20.09.2013 JRicardo de Matos Pereira

SUAVIZANDO A PAISAGEM de: Eduardo Pinter Os ventos de ontem com os rumores dos amanhãs…
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SUAVIZANDO A PAISAGEM de: Eduardo Pinter Os ventos de ontem com os rumores dos amanhãs… Endiabrados conceitos que ninguém se faz entender Costuram as sombras dos males infernais Com a dor saudando saudades de invernos passageiros E contaminando verdadeiras mentiras em prol de um câncer maior: Nossa certeza não tem certeza de nada E a Imprensa só imprensa o que não pensa E o esgoto deste riacho que nos contenta Só nos interessa pois de fato é da ignorância Do que realmente nos alimenta. 25 Jun 2013 Eduardo Pinter